Página inicial AméricaBrasilChapada das Mesas (MA) O que fazer na Chapada das Mesas: 9 atrações que você não pode perder

O que fazer na Chapada das Mesas: 9 atrações que você não pode perder

por Escolha Viajar
Mulher admira o Poço Azul, atração da Chapada das Mesas (MA)

Vai viajar e ainda não sabe o que fazer na Chapada das Mesas? Nós selecionamos 9 atrações que você não pode perder nesse cantinho muito especial do Maranhão! Entre elas, muitas, mas MUITAS cachoeiras deslumbrantes. Vamos mostrar no mapa onde fica cada um desses pontos turísticos e dizer direitinho como chegar até eles, quanto custa a entrada, como é o acesso, horário de visitação e mostrar fotos lindíssimas.

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A região da Chapada das Mesas está localizada bem próxima do Jalapão (TO), que é conhecido como o deserto das águas, e guarda características muito semelhantes. Entre os morros de pedra com o topo chato – as ‘mesas’ do nome – e a paisagem ressequida do cerrado, escorrem nada menos do que 89 cachoeiras!!! E não são cachoeiras comuns, mas de beleza singular, difícil de encontrar em qualquer outra parte do Brasil ou do mundo.

Casal admira as Cachoeiras de Itapecuru, atração da Chapada das Mesas (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Além das cachoeiras, você ainda pode visitar trilhas, poços azuis e assistir ao belíssimo pôr do sol no Rio Tocantins. A base para conhecer todas essas maravilhas é a cidade de Carolina, que fica a 220 quilômetros de Imperatriz, onde está localizado o aeroporto mais próximo. De lá, você pode alugar um carro (faça sua reserva aqui) para percorrer a distância até Carolina e também visitar a maioria das atrações por conta própria.

Se você não quer ou não pode locar um veículo, tem a opção de chegar a Carolina de ônibus. A JR 4000 faz o trajeto em cerca de 3h30 mas o site da empresa não está funcionando para a consulta de horários e preços (acesse aqui). Há ainda a opção de contratar um pacote completo com uma agência, que vai te buscar no aeroporto. Não é nosso estilo de viagem, mas ficam algumas sugestões para quem curte: EcoTrilhas (site aqui), Cia. do Cerrado (site aqui) e Torre da Lua (site aqui).

O que fazer na Chapada das Mesas?

1 – Pôr do sol no Rio Tocantins
2 – Parque Nacional da Chapada das Mesas
3 – Complexo Turístico do Poço Azul
4 – Portal da Chapada das Mesas
5 – Complexo Turístico da Pedra Caída
6 – Poço Encanto Azul
7 – Cachoeiras Gêmeas de Itapecuru
8 – Trilha do Mirante da Chapada
9 – Cachoeira do Dodô

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O que fazer na Chapada das Mesas 1 – Pôr do sol no Rio Tocantins

A primeira atração imperdível da nossa lista de o que fazer na Chapada das Mesas fica em Carolina mesmo e você muito provavelmente poderá chegar até ela caminhando. É o espetáculo do pôr do sol no Rio Tocantins, que faz a divisa do Maranhão com o estado vizinho. A cidade é razoavelmente pequena, e a maioria dos hotéis e pousadas fica localizada no centro, a poucas quadras de distância do rio.

Falando nisso, não deixe de conferir nossa sugestão boa e barata de onde ficar em Carolina aqui! O melhor ponto para ver o entardecer é o restaurante Chega+ (Rua Alto Parnaíba, 1), que é um local a céu aberto muito gostoso, com mesas sobre um deque de madeira à beira do rio. O programa completo é assistir ao entardecer bebericando uma cerveja gelada e, depois, jantar um belo prato de carne de sol com macaxeira. O Chega+ abre diariamente das 17h às 3h.

Pôr do sol no Rio Tocantins visto desde a cidade de Carolina (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 2 – Parque Nacional

O Parque Nacional tem mais de 160 mil hectares, abriga duas cachoeiras belíssimas e não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer na Chapada das Mesas. Não é possível ir até lá por conta própria, mesmo que você tenha alugado um carro. É preciso ter um 4×4 para percorrer as estradas arenosas e esburacadas e um guia autorizado para se orientar na imensidão da área quase sem placas. Você pode contratar o passeio junto ao seu hotel ou pousada por volta de R$ 600.

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O parque fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Carolina e não tem nem uma entrada oficial. Na primeira parte do tour, você vai sacolejar por cerca de 40 quilômetros de estradas de chão muito ruins, passar por pequenas propriedades rurais e admirar as formações rochosas do cerrado. Há uma pedra que parece uma galinha e outra, um pênis, hehe. Mas o destino é a impressionante Cachoeira da Prata! São duas quedas d’água com 26 metros de altura.

Entre elas, um paredão de rocha que é coberto pela água no auge do período das chuvas – outubro a abril -, transformando tudo em uma única cachoeira gigante. O ponto mais interessante é que, na cachoeira da direita, o Rio Farinha cai por um furo nas pedras! Há uma prainha com vista para as duas quedas da água, onde você poderá nadar e se refrescar um pouco antes de seguir viagem. Em tempo, é preciso pagar R$ 20 por pessoa pela entrada.

Água cai por buraco na Cachoeira da Prata, no Parque Nacional da Chapada das Mesas (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois, é hora de voltar para o carro para percorrer mais 30 quilômetros até a Cachoeira São Romão. É a maior e mais caudalosa da região, tendo 22 metros de altura e 33 metros de largura, com grande volume de água o ano todo. São R$ 30 por pessoa para entrar, mais o custo do almoço, que é encomendado previamente pelo guia e sai por cerca de R$ 100 (sim, caro, opção é levar o próprio lanche, o que nós aconselhamos!).

A cachoeira tem um mirante do alto e uma trilha que leva até a parte de trás dela. É incrível ver o outro lado de um paredão de água tão forte como esse! Há ainda uma prainha delícia para passar o resto da tarde, com caiaques e boias para alugar. Os passeios costumam incluir ainda o pôr do sol no Portal da Chapada, já fora do parque e no caminho para Carolina. Mas aconselhamos você a deixá-lo para outro dia e ficar mais tempo na São Romão. O lugar é incrível!

Mulher admira a Cachoeira São Romão, no Parque Nacional da Chapada das Mesas (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 3 – Complexo do Poço Azul

O Complexo Turístico do Poço Azul não fica em Carolina, mas em Riachão. Apesar da distância extra, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Chapada das Mesas. Se você está de carro alugado, vai setar o GPS para o Poço Azul e encarar 130 quilômetros até lá, sendo os oito finais em estrada de chão. Mas pode ir de carro de passeio sem problemas, não precisa ser 4×4. Quem não está de carro deve contratar o passeio junto ao seu hotel ou pousada.

O complexo funciona das 8h às 22h. A entrada custa R$ 60 e dá acesso à piscina, às cachoeiras e ao Poço Azul em si. Atividades extras como almoço, tirolesa, rapel e camping têm custo extra, que você pode consultar no site do atrativo turístico (acesse aqui). O lugar é muito bonito e organizado, justificando o preço salgado da entrada. O acesso à meia dúzia de cachoeiras e ao poço é feito por passarelas de madeira suspensas em meio a árvores e rochas.

Cachoeira Santa Bárbara, no Complexo Poço Azul, em Riachão (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Durante a trilha, você passa pelas cachoeiras dos Namorados (pequena, mas o lugar é lindo!), Santa Paula, Seu Zica e Dona Luiza, além da gruta Santa Bárbara. Mas as duas grandes atrações do complexo são a Cachoeira Santa Bárbara e o Poço Azul, é claro. A cachoeira tem nada menos do que 76 metros de altura, sendo que foi assim batizada por que as rochas que emergem da queda d’água lembram a imagem da santa.

Já o Poço Azul é uma piscina natural formada pelas nascentes de águas oriundas das rochas, que criaram um poço de águas cristalinas onde é permitido nadar. Verdade seja dita, o Poço Azul já não é mais azul, e sim verde. O excesso de turismo é uma das causas apontadas para a possível mudança nas águas. O complexo costuma ficar lotado nos finais de semana, feriados e férias escolares. Nada que tire sua beleza, mas seria bom ver um local tão especial ser preservado.

Vista aérea do Poço Azul, em Riachão (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 4 – Portal da Chapada

O pôr do sol no Portal da Chapada não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer na Chapada das Mesas. A entrada da trilha fica a apenas 20 quilômetros de Carolina pela BR 230, a famosa Rodovia Transamazônica, na direção de Imperatriz. Se você estiver de carro, basta entrar à esquerda quando enxergar a placa e estacionar. Quem não está de carro precisa contratar um transfer até lá junto ao seu hotel ou pousada, pois não há transporte público.

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A entrada em geral custa R$ 10, subindo a R$ 20 para ver o nascer do sol. A trilha é leve, sendo 500 metros morro acima parte em areia e parte em rochas. É só seguir as placas. Já na subida, é possível ter belas vistas do cerrado e dos morros em formato de mesa. Uma vez lá em cima, você vai avistar uma fenda nas rochas em formato de pera (ou abacate, ou cuia, você escolhe). É através dessa ‘janela’ – ou portal -, que se tem a mais bela vista da Chapada!

É possível vislumbrar a rodovia, todo o parque nacional e o Morro do Chapéu, o maior e mais imponente da região. O local abre das 7h às 18h. Recomendamos que você faça o passeio perto do entardecer. Não dá para ver o pôr do sol em si, pois o mesmo ocorre para o outro lado. Mas a luz suave do entardecer deixa as rochas vermelhas ainda mais coloridas e o cenário fica simplesmente deslumbrante! Só tome cuidado, pois não há qualquer grade de proteção no local.

Mulher admira a vista através do Portal da Chapada, em Carolina (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 5 – Complexo da Pedra Caída

Se você fosse à Chapada das Mesas e só pudesse escolher uma atração para visitar, essa com certeza seria o Complexo Turístico da Pedra Caída. O local é um grande empreendimento, com cabanas de hospedagem, piscina com tobogãs, teleférico, arvorismo, tirolesa, mountain bike, trekking e até uma pirâmide mística. Mas nada disso interessa. O que importa mesmo são as suas 25 cachoeiras, sendo seis acessíveis aos visitantes.

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Para saber os preços de todas essas atividades extras, você pode acessar o site do complexo aqui. Nós vamos tratar apenas das cachoeira, o que já não é barato. Há duas formas de fazer a visita, e as duas vão pesar no seu bolso. A primeira delas é ir de carro (alugado ou transfer) até a portaria e fazer as visitas das cachoeiras com os tours do próprio complexo. Você vai dirigir pela BR 230 por 37 quilômetros na direção de Imperatriz e entrar à esquerda quando enxergar a placa.

Vai então até a portaria e opta por pagar a entrada no parque ou visitar apenas as cachoeiras. O ingresso custa R$ 60 e dá direito a piscinas e restaurantes, além de descontos nos passeios. Ou não paga a entrada e acessa diretamente as cachoeiras, mas fica mais caro. As do Santuário e da Pedra Furada saem R$ 60 cada uma no acesso direto e R$ 30 para quem pagou a entrada; já visita conjunta a Capelão e Caverna ou Garrote e Porteira custa R$ 80 ou R$ 50.

Cachoeira do Capelão, no Complexo Pedra Caída, em Carolina (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Os passeios para as cachoeiras saem duas vezes ao dia, às 10h e às 14h. Cada um deles dura cerca de duas horas e é feito em grupos levados pelas estradas de terra em veículos abertos adaptados. Se você optar por fazer a visita assim, aconselhamos que escolha os passeios para a Santuário e a visita conjunta a Capelão e Caverna. Você ainda pode conhecer a Pedra Furada andando, sem necessidade de passeio guiado, em uma caminhada de 1 quilômetro.

Existe uma segunda forma de visitar o complexo que sai ainda mais caro, mas é muito mais flexível e te possibilita ver todas as seis quedas d’água. Você contrata um tour junto ao seu hotel ou pousada e ele vai te levar por dentro do complexo livremente. Você paga todas as entradas do mesmo jeito, mas pode ir a qual cachoeira quiser, ficar quanto tempo quiser e ir embora quando quiser. Só o passeio – sem os ingressos – nos custou R$ 430. E valeu cada centavo.

Mulher admira a Cachoeira da Caverna, no Complexo Pedra Caída, em Carolina (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Chegamos às 9h e só saímos da última cachoeira às 18h. Nossa primeira parada foi na Cachoeira do Capelão. A queda de 20 metros tem pouquíssimo volume de água, mas se projeta em um paredão negro e forma um poço de banho azul que é uma delícia! A segunda parada foi na Cachoeira da Caverna que, como o próprio nome diz, fica dentro de uma caverna. A queda d’água de 15 metros em meio ao buraco onde se vê o céu é incrível.

A terceira parada foi na Cachoeira do Santuário. Para chegar até ela, é preciso caminhar por um cânion de 600 metros de distância, por cujas paredes cobertas de vegetação escorre água. No fim do caminho, uma visão simplesmente impressionante. O ‘santuário’ é uma caverna gigantesca, de onde escorre uma queda d’água de 46 metros de altura! Para fotografar lá dentro é preciso levar câmera ou celular à prova d’água ou no saco estanque, ok?

Cachoeira do Santuário, no Complexo Pedra Caída, em Carolina (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Quarta parada na Cachoeira do Garrote, que é muito bonita com seu poço afundando na terra, mas que já não chama tanto a atenção depois das três primeiras. A quinta parada foi na Cachoeira da Porteira, que tem duas quedas d’águas e dá mais um banho legal do que uma grande vista. A sexta e última parada, já com o sol baixando, foi na pouco procurada Cachoeira da Pedra Furada. Como não tem passeio guiado até lá, pouca gente encara a caminhada de 1 quilômetro.

Mas se as pessoas soubessem o que iam encontrar, com certeza encarariam. Nos deparamos com uma queda muito alta, escondida dentro de um túnel de pedras que forma um poço profundo de banho. Lá no alto, a água iluminada pelos últimos raios de sol passa por um buraco na pedra antes de se jogar em direção ao poço. Lindo de morrer e um espetáculo que estava sendo exibido só para nós. Ficamos lá fotografando até quase não ter mais luz, pobre do nosso guia!

Cachoeira da Pedra Furada, no Complexo Pedra Caída, em Carolina (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 6 – Poço Encanto Azul

O Poço Encanto Azul fica a apenas cinco quilômetros depois do Complexo do Poço Azul, que citamos no item 3. Portanto, é a mesma viagem de cerca de 120 quilômetros até a cidade de Riachão por asfalto, mais 15 de estrada de chão. Mas pode ir de carro de passeio sem problemas, não precisa ser 4×4. Na entrada do Poço Azul você verá uma placa indicando o Encanto Azul, é só seguir pela mesma estrada.

Quem não está de carro deve contratar um tour de um dia a Riachão que inclua as duas atrações. O Encanto Azul é uma belíssima piscina natural formada no fundo de um paredão de rochas e preenchida de água azul cristalina. Você pode nadar à vontade e até alugar coletas, snorkel ou ‘espaguetes’. A luz incide sobre a água das 10h às 13h, quando o azul fica ainda mais intenso! A entrada custa R$ 30 e o acesso é feito por escadarias, sendo um pouco cansativo na volta.

Mulher boia no Poço Encanto Azul, em Riachão (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 7 – Cachoeiras Gêmeas de Itapecuru

As Cachoeiras Gêmeas do Itapecuru costumam gerar amor e ódio nos visitantes que as incluem na lista de o que fazer na Chapada das Mesas. Amor porque o lugar é belíssimo: duas quedas d’água de cerca de 10 metros de altura formam um grande lago de águas desde mais profundas até bem rasinhas. Ódio porque o lugar virou um parque aquático: há pousada, restaurante e uma grande laje de concreto que leva as mesinhas até a beira do lago.

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Confesso que num primeiro momento fiquei revoltada com a transformação de uma maravilha da natureza em um beach club que fica lotado de gente nos finais de semana, feriados e férias escolares. Depois, percebi que é uma prática comum na região, tão distante do litoral. Vide os complexos da Pedra Caída e do Poço Azul. É claro que em Itapecuru houve um certo exagero, nem mesmo a praia de areia do rio foi preservada.

Mas a destruição já está feita, e não resta nada a fazer a não ser aproveitar o local como ele está hoje. E vou dizer que, no fim das contas, nos divertimos bastante! Nadamos nas cachoeiras, comemos bem e bebemos muita cerveja gelada com o pé na água. A entrada custa R$ 15. Itapecuru fica a 31 quilômetros de Carolina pela BR 230 na direção de Riachão. Quem não estiver de carro, precisa contratar transporte junto ao seu hotel ou pousada.

Cachoeiras de Itapecuru são atração da Chapada das Mesas (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 8 – Trilha do Mirante da Chapada

A Trilha do Mirante é uma atração nova na região, mas achamos que não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer na Chapada das Mesas. A caminhada deve ser agendada com antecedência, pois é feita em uma propriedade particular. Há três opções de trekking: 1, 6 ou 18 quilômetros. A última só é recomendada nas épocas de chuva, quando o calor dá uma trégua na região. Nós fizemos a de 6 quilômetros debaixo de muito sol e calor e não achamos cansativa.

O guia vai levar você a 300 metros de altura em meio à vegetação do cerrado e, lá do alto, você poderá ter vistas espetaculares da chapada e suas ‘mesas’. O passeio custa R$ 120 por pessoa, com direito a kit lanche. Para agendar seu passeio, entre em contato com o Beto pelo telefone (99) 991351407. A entrada da trilha fica a 20 quilômetros de Carolina pela BR 230 na direção de Imperatriz e está sinalizada. Quem não estiver de carro, precisa contratar transporte.

Mulher admira a vista da Trilha do Mirante da Chapada, em Carolina (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Chapada das Mesas 9 – Cachoeira do Dodô

Embora seja menos imponente do que outras cachoeiras que vimos até aqui, a Cachoeira do Dodô entra na lista de o que fazer na Chapada das Mesas por ser especialmente bonita. Ela fica tão bem escondida em um túnel de rocha que foi preciso passarmos duas vezes pelo lugar para achá-la, hehe. A queda de cerca de 10 metros de altura forma um poço de água para banho, mas é mais gostoso sentar na areia vermelha rasinha e ficar só admirando essa beleza oculta.

A Cachoeira do Dodô fica a 31 quilômetros do centro de Carolina pela BR 230 na direção de Imperatriz. Se você está de carro, é só entrar à esquerda quando enxergar a placa. Quem não está de carro pode contratar um transfer ida e volta junto ao seu hotel ou pousada, pois não há ônibus públicos até lá. O local tem área de banho, camping, churrasqueiras e restaurante que serve almoço, salgadinhos e bebidas. Uma cerveja long neck sai por R$ 6. A entrada custa R$ 10.

Cachoeira do Dodô é atração da Chapada das Mesas (MA)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

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Deixe um comentário

10 comentários

Omochileiro 17 de agosto de 2021 - 13:36

Tici&Marquinhos, sou grande fã do blog de vocês. Me ajudam dessa vez? Estou pensando em passar uns 8 dias na região em setembro (logo após o feriadão). Será que nessa época é uma boa? Vi que as chuvas começam em outubro e não teria problemas com elas… mas será que as cachoeiras terão água suficiente? Será que a seca não atrapalharia o visual e a curtição? Que acham?
Grato e parabéns pelo trabalho!

Responder
Escolha Viajar 21 de agosto de 2021 - 19:58

Olá, Omochileiro!
Não, viajar na época de seca não vai atrapalhar em nada. Estivemos na Chapada das Mesas no fim de agosto e no Jalapão em setembro – em dois anos diferentes – e as cachoeiras estavam todas magníficas.
Um grande abraço,
Tici&Marquinhos

Responder
Lucas 11 de agosto de 2021 - 21:04

Excelente relato, completo com direções e valores, muito obrigado!
Preços fora da realidade no complexo Pedra Caída!
Fiquei em dúvida quanto ao “Portal da Chapada”, parece que está sendo cobrado: R$20 nascer do sol ou da lua, R$10 pôr do sol.

Responder
Escolha Viajar 13 de agosto de 2021 - 23:17

Olá, Lucas!
É verdade, pesquisamos na internet e está mesmo sendo cobrada entrada agora no Portal da Chapada. Uma pena, quando fomos era de graça! O texto já foi atualizado e te agradecemos pelo aviso.
Um grande abraço,
Tici&Marquinhos

Responder
Juliana 8 de junho de 2021 - 10:59

Adorei seu roteiro, só fiquei com uma dúvida, quantos dias consigo os passeios?

Responder
Escolha Viajar 11 de junho de 2021 - 17:59

Olá, Juliana!
Estamos devendo ainda o roteiro, mas prometo que em breve estará no ar! Eu recomendo que você fique ao menos 4 dias para conhecer todas as atrações que citei no texto: 1 para Pedra Caída + pôr do sol no Rio Tocantins, 1 para parque nacional + pôr do sol no Portal da Chapada, 1 para visitar as atrações de Riachão e 1 para as outras que faltaram. Ficamos lá 6 dias inteiros e amamos, poderíamos ter ficado mais. Esperamos ter ajudado em sua viagem!
Um grande abraço,
Tici&Marquinhos

Responder
Bárbara 3 de junho de 2021 - 12:29

Caramba! Estou chocada com os preços dos atrativos do Complexo de Pedra Caída. No site deles (http://www.pedracaida.com/?page_id=260), os preços estão bem menores. Será que estão desatualizados?
Mas amei o post. Muito bom!!

Responder
Escolha Viajar 5 de junho de 2021 - 23:35

Olá, Bárbara!
O que aconteceu foi que a Pedra Caída decidiu dar desconto nas cachoeiras para quem paga a entrada no parque, que custa R$ 60. Isso não existia, o preço era o mesmo com ou sem essa entrada, e os valores eram aqueles que estavam no texto. Agora, você tem a possibilidade de economizar R$ 60 nos ingressos nas cachoeiras! Já atualizamos a informação no texto e te agradecemos muito pelo alerta.
Um grande abraço,
Tici&Marquinhos

Responder
PAVLOS EUTHYMIOU 14 de maio de 2021 - 11:40

Relato perfeito! Estou pensando em ir à Chapada em setembro e seu blog foi o melhor até agora! Estou pensando em alugar carro. Vale mesmo a pena? Quais passeios vcs fizeram com carro alugado? Pensei também em me hospedar na Pedra Caída. Mas aí teria que fazer os passeios nos grupos deles só? É estranho eles deixarem as agências entrarem com os carros deles e fazerem o horário que quiserem e quem está hospedado lá só poder fazem em 2 horários. Alguma sugestão?

Responder
Escolha Viajar 15 de maio de 2021 - 15:40

Olá, Pavlos!
Para o nosso estilo de viagem, sim, valeu muito a pena alugar um carro. Não gostamos de passear com grupos e nem de ter horário para ir ou voltar das atrações. Fomos de carro alugado para: Poço Azul, Poço Encanto Azul, Portal da Chapada, Mirante da Chapada, Cachoeira do Dodô e Cachoeiras do Itapecuru (2 vezes). Além de ir e voltar do aeroporto, é claro. Sobre hospedagem na Pedra Caída, na nossa opinião, não vale a pena. É caro e você vai ficar preso em um complexo turístico distante da cidade, sem opções de restaurante ou de ver o pôr do sol no Rio Tocantins. Para nós, foi muito mais interessante ficar hospedado na cidade e usar o dinheiro que economizamos para fazer o passeio particular na Pedra Caída. Fomos a TODAS as cachoeiras, ficamos nelas o tempo que quisemos e sem quase ninguém por perto! Mas isso porque a nossa ideia era aproveitar as belezas naturais, não a parte turística do complexo, como as piscinas. Então depende muito do seu estilo de viagem, tá? Infelizmente, não sabemos te responder se, hospedado lá, você só pode fazer os passeios deles. Esperamos ter ajudado!
Um grande abraço,
Tici&Marquinhos

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