Página inicial AméricaBrasilJalapão (TO) Roteiro no Jalapão para 2, 3, 4, 5, 6 ou 7 dias de viagem [com mapas]

Roteiro no Jalapão para 2, 3, 4, 5, 6 ou 7 dias de viagem [com mapas]

por Escolha Viajar
Turista admira o pôr do sol do alto das Dunas do Jalapão

Vai viajar e ainda não sabe quais atrações deve colocar no seu roteiro no Jalapão? Não se preocupe! Nós elaboramos sugestões para quem tem 2, 3, 4, 5, 6 ou mesmo 7 dias para passar nessa região incrível do estado do Tocantins – e com mapas! Elas servem tanto para quem pretende viajar por conta própria (embora isso não seja recomendado), quanto para quem vai contratar um motorista ou tour privado e quer ter certeza de que não vai perder o melhor do Jalapão.

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Claro que, se você comprar um pacote de agência de turismo, seguirá o roteiro pré-estabelecido pela empresa e ponto final. Por isso, recomendamos contratar o motorista ou o tour privado. Nessa modalidade, você pode dar suas sugestões e, assim, chegam juntos a um roteiro que agrade a todos e que seja possível executar no seu tempo de viagem. Pode copiar e colar nosso texto para eles que a gente não se importa, hehe.

Por que então não viajar pelo Jalapão por conta própria seguindo o roteiro, sem a necessidade de agências ou outras pessoas no meio do caminho? Por que NÃO é recomendado, de forma alguma, viajar sozinho por esta região. Estamos falando de um lugar desértico, onde não vive quase ninguém, não há sinal de celular ou GPS, quase não há placas de sinalização e as estradas são de terra ou areia e estão em PÉSSIMO estado.

Vista do Parque Estadual do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Portanto, a não ser que você seja um piloto ou navegador de rally, não faça esse passeio sozinho. Até mesmo os motoristas das agências, que são para lá de experientes, atolam de vez em quando (sim, nós vimos isso acontecer!). Na época de chuva – outubro a abril -, as coisas ficam ainda piores com as estradas virando lamaçais sem fim. Então, aceite o conselho de quem praticamente só viaja por conta própria – nós \o/ – e NÃO faça isso no Jalapão.

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Para facilitar ainda mais a sua vida, vamos deixar o contato do Oziel, da agência Buriti Adventure. Fizemos com ele nosso tour privado de sete dias pelo Jalapão e foi nada menos do que sensacional. Recomendamos muito! Acesse o site dele aqui. Outra dica importante é em relação a quanto tempo você vai precisar para conhecer o lugar. A resposta é: no mínimo três, o ideal é cinco e o máximo é sete. Em sete dias você conhece tudo no Jalapão, não precisa ficar mais.

Palavra de quem ama viajar devagar e aproveitando cada momento sem correrias – nós \o/ . Mas sabemos que muita gente dispõe apenas de um fim de semana para fazer o passeio. Por isso, elaboramos uma sugestão de roteiro de dois dias também. Nem todas as agências e motoristas se dispõem a fazer o tour em tão pouco tempo, é preciso consultar a disponibilidade. Note que todos os passeios partem de Palmas e voltam para lá no fim.

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Turistas posam para foto em cima de um carro nas estradas do Parque Estadual do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O que você vai ver em cada roteiro no Jalapão:

Você pode clicar em cada um dos resumos e ir direto para o roteiro com o número de dias que lhe interessa, ou seguir lendo o texto normalmente para checar todas as opções 😉

2 dias – Cachoeira da Velha, Prainha do Rio Novo, pôr do sol nas Dunas, Cachoeira do Formiga, Fervedouro Bela Vista e Serra da Catedral

3 dias – Cânion do Sussuapara, Cachoeira da Velha, Prainha do Rio Novo, pôr do sol nas Dunas, Fervedouro dos Buritis, Comunidade de Mumbuca, Fervedouro do Ceiça, Cachoeira do Formiga, Fervedouro Encontro das Águas, Fervedouro Bela Vista, Cachoeira das Araras e Serra da Catedral

4 dias – Cachoeira da Roncadeira e Escorrega Macaco, Cânion do Sussuapara, pôr do sol na Pedra Furada, Cachoeira da Velha, Prainha do Rio Novo, pôr do sol nas Dunas, Fervedouro dos Buritis, Comunidade de Mumbuca, Fervedouro do Ceiça, Fervedouro Encontro das Águas, Cachoeira do Formiga, Fervedouro Bela Vista, Cachoeira das Araras e Serra da Catedral

5 dias – Cachoeira da Roncadeira e Escorrega Macaco, Cachoeira do Rio Soninho, banho no Rio Soninho, pôr do sol na Pedra Furada, Lagoa do Japonês, Cânion do Sussuapara, Cachoeira da Velha, Prainha do Rio Novo, pôr do sol nas Dunas, Fervedouro dos Buritis, Comunidade de Mumbuca, Fervedouro do Ceiça, Fervedouro Encontro das Águas, Cachoeira do Formiga, Fervedouro Bela Vista, Cachoeira das Araras e Serra da Catedral

6 dias – Cachoeira da Roncadeira e Escorrega Macaco, Cachoeira do Evilson, pôr do sol na Pedra Furada, Cânion do Sussuapara, Lagoa do Japonês, Cachoeira da Velha, Prainha do Rio Novo, pôr do sol nas Dunas, Fervedouro dos Buritis, Fervedouro Rio do Sono, Comunidade de Mumbuca, Fervedouro do Ceiça, trilha da Serra do Espírito Santo, Cachoeira do Formiga, Fervedouro Encontro das Águas, Fervedouro do Buritizinho, Fervedouro Bela Vista, Cachoeira das Araras e Serra da Catedral

7 dias – Cachoeira da Roncadeira e Escorrega Macaco, Cachoeira do Evilson, Cachoeira do Rio Soninho, banho no Rio Soninho, Cachoeira da Fumaça, pôr do sol na Pedra Furada, Cânion do Sussuapara, Lagoa do Japonês, Cachoeira da Velha, Prainha do Rio Novo, pôr do sol nas Dunas, Fervedouro dos Buritis, Fervedouro do Ceiça, Fervedouro Rio do Sono, Comunidade de Mumbuca, trilha da Serra do Espírito Santo, Cachoeira do Formiga, Fervedouro Encontro das Águas, Fervedouro do Buritizinho, Fervedouro Bela Vista, Cachoeira das Araras e Serra da Catedral

Turista fotografa as águas muito azuis da Cachoeira do Formiga

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


Roteiro no Jalapão para 2 dias:

Seu dia em Palmas vai começar muito cedo, pois a saída da cidade deve ser feita às 7h. Você vai percorrer 145 quilômetros de estrada de asfalto (2h10 de viagem) até a cidade de Ponte Alta do Tocantins, uma das três bases para se conhecer as atrações do Jalapão – as outras são Mateiros e São Félix do Jalapão. Depois de chegar a Ponte Alta, é preciso encarar mais duas horas de estrada de chão até a Cachoeira da Velha, que fica dentro do Parque Estadual do Jalapão.

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Esta é a maior cachoeira da região. As águas cristalinas do Rio Novo se projetam com muita força e volume pelas duas quedas d’água em formato de ferradura com cerca de 100 metros de largura e 15 de altura. Você pode admirar toda sua grandiosidade desde a passarela de madeira e mirante construídos na beira do rio. São dois níveis de visão, de cima e de baixo da queda d’água. O banho não é permitido por causa da força da água.

Depois, você volta para o carro e segue por mais 1,5 quilômetro até a Prainha do Rio Novo. Aqui é feita pausa de cerca de duas horas para banho e almoço no estilo piquenique. O guia ou motorista leva sanduíches, salgados, bolos, bolachas, frutas etc e você comem na escadaria de acesso à prainha. Após recarregar suas energias no Rio Novo, é hora de partir para a longa jornada de 85 quilômetros (cerca de duas horas) por estradas de terra e areia até as Dunas do Jalapão.

As dunas do Parque Estadual do Jalapão são o grande cartão-postal que colocou essa região no mapa do turismo brasileiro. Trata-se da única formação de dunas dentro do cerrado e dá ao lugar uma cara de oásis no meio do deserto. As dunas surgiram a partir da erosão das serras rochosas da região em conjunto com a ação do vento. Sua altitude varia de 200 a 400 metros e, lá do alto, se descortina a bela paisagem de areias que refletem a luz dourada do sol.

Prainha do Rio Novo

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Das dunas também se pode avistar a Serra do Espírito Santo, veredas de capim dourado, lagos, rios, buritis e o verde da vegetação rasteira típica. Você deve chegar nelas às 16h, 16h30. Isso porque o grande momento da visita é a hora do pôr do sol, quando o astro-rei faz sua mágica e deixa tudo ainda mais vermelho e colorido. Você sobe a duna pela trilha lateral e aprecia o espetáculo lá de cima, tomando cuidado para não ultrapassar as linhas demarcadas pelos fiscais.

O parque fecha exatamente depois que o sol desaparece no horizonte e os funcionários tocam todo mundo embora lá de cima sem choro nem vela. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de Mateiros. São 35 quilômetros, ou 45 minutos de viagem por estradas de chão, é claro. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Mateiros!

Pôr do sol visto do alto das Dunas do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No segundo dia, você vai sair de Mateiros às 7h30. O destino é a Cachoeira do Formiga, a mais linda da região e uma das mais impressionantes do Brasil! São 32 quilômetros de distância percorridos em uma viagem de cerca de 50 minutos. Embora a queda d’água seja baixinha, ela forma um grande poço de água cuja cor é tão linda que a gente não consegue decidir se é verde esmeralda ou azul fluorescente. O local é excelente para banho.

A próxima parada do roteiro de dois dias no Jalapão é o Fervedouro Bela Vista, que fica a 60 quilômetros de distância (1h15 de viagem). É o maior, mais bonito e mais famoso dos fervedouros do Jalapão. Fervedouros são nascentes de água que brotam da areia e formam piscinas naturais de tamanhos e cores diferentes. Quando você fica sobre a saída de água, não afunda. Mas o banho é frio, ao contrário do que o nome faz parecer.

Águas muito azuis da Cachoeira do Formiga

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Você chega até ele através de uma passarela de madeira e, em meio às árvores e buritis, avista uma piscina natural de cerca de 15 metros de diâmetro com água verde, cristalina e areia branca e fofa no fundo. A capacidade máxima é de 10 pessoas por vez e cada grupo pode ficar na piscina por 20 minutos. Depois do banho, você vai almoçar comida caseira no restaurante do fervedouro. E, por fim, é hora de pôr o pé na estrada de volta para Palmas.

No meio do caminho, uma última parada para fotos diante da Serra da Catedral. Ela tem esse nome por que a ação dos ventos e chuvas esculpiu sua fachada ao longo de milhares de anos e a deixou com o formato de uma catedral. São longos 255 quilômetros até a capital do estado, quase tudo por estrada de chão em péssimo estado. A viagem dura cerca de quatro horas e meia e a previsão de chegada em Palmas é para as 18h30.

Turista boia nas águas cristalinas do Fervedouro Bela Vista

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


Roteiro no Jalapão para 3 dias:

Seu dia em Palmas vai começar muito cedo, pois a saída da cidade deve ser feita às 7h. Você vai percorrer 145 quilômetros de estrada de asfalto (2h10 de viagem) até a cidade de Ponte Alta do Tocantins, uma das três bases para se conhecer as atrações do Jalapão – as outras são Mateiros e São Félix do Jalapão. Depois de chegar a Ponte Alta, é preciso encarar mais 15 quilômetros, ou 25 minutos, de estrada de chão até o Cânion do Sussuapara.

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O Cânion do Sussuapara não é nem de longe algo que você espera ver em meio à paisagem árida do cerrado do Tocantins. Em meio a uma vereda, abriu-se uma fenda estreita de cerca de 12 metros de profundidade por onde se chega através de uma escada de madeira. A água desce pelos paredões úmidos e cobertos de samambaias, musgos e vegetação típica. No fim do pequeno cânion, há uma queda d’água com poço para banho.

A segunda parada do dia será na Cachoeira da Velha, que fica dentro do Parque Estadual do Jalapão e a 80 quilômetros do cânion (1h45 de viagem). Esta é a maior cachoeira da região. As águas cristalinas do Rio Novo se projetam com muita força e volume pelas duas quedas d’água em formato de ferradura com cerca de 100 metros de largura e 15 de altura. Você pode admirar toda sua grandiosidade desde a passarela de madeira e mirante construídos na beira do rio.

Depois, você volta para o carro e segue por mais 1,5 quilômetro até a Prainha do Rio Novo. Aqui é feita pausa de cerca de duas horas para banho e almoço no estilo piquenique. O guia ou motorista leva sanduíches, salgados, bolos, bolachas, frutas etc e você comem na escadaria de acesso à prainha. Após recarregar suas energias no Rio Novo, é hora de partir para a longa jornada de 85 quilômetros (cerca de duas horas) por estradas de terra e areia até as Dunas do Jalapão.

Turista admira a Cachoeira da Velha, no Parque Estadual do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

As dunas do Parque Estadual do Jalapão são o grande cartão-postal que colocou essa região no mapa do turismo brasileiro. Trata-se da única formação de dunas dentro do cerrado e dá ao lugar uma cara de oásis no meio do deserto. As dunas surgiram a partir da erosão das serras rochosas da região em conjunto com a ação do vento. Sua altitude varia de 200 a 400 metros e, lá do alto, se descortina a bela paisagem de areias que refletem a luz dourada do sol.

Das dunas também se pode avistar a Serra do Espírito Santo, veredas de capim dourado, lagos, rios, buritis e o verde da vegetação rasteira típica. Você deve chegar nelas às 16h, 16h30. Isso porque o grande momento da visita é a hora do pôr do sol, quando o astro-rei faz sua mágica e deixa tudo ainda mais vermelho e colorido. Você sobe a duna pela trilha lateral e aprecia o espetáculo lá de cima, tomando cuidado para não ultrapassar as linhas demarcadas pelos fiscais.

Pôr do sol visto do alto das Dunas do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O parque fecha exatamente depois que o sol desaparece no horizonte e os funcionários tocam todo mundo embora lá de cima sem choro nem vela. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de Mateiros. São 35 quilômetros, ou 45 minutos de viagem por estradas de chão, é claro. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Mateiros!

No segundo dia, você vai sair de Mateiros às 7h30. O destino é o Fervedouro dos Buritis, a 20 quilômetros de distância (30 minutos). Ele foi o que menos nos encantou, mas não quer dizer que não deva estar no seu roteiro no Jalapão. A piscina natural não é nem grande nem pequena, cercada por grandiosos buritis que dão nome ao lugar. As águas são azuis e cristalinas, mas a nascente não tem pressão para fazer com que a gente flutue. A capacidade é de 10 pessoas por vez.

Fervedouro dos Buritis

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A próxima parada é a Comunidade de Mumbuca, a apenas 15 quilômetros de distância (20 minutos). Foi nesta comunidade quilombola onde surgiu o artesanato de capim dourado, hoje famoso e procurado no país inteiro. Você pode aproveitar a loja local para comprar suas lembranças de viagem. Depois de cheias as sacolas, a próxima atração é o Fervedouro do Ceiça, a apenas 10 quilômetros de distância (15 minutos de viagem).

O Fervedouro do Ceiça foi o primeiro a virar atrativo turístico no Jalapão. A fonte de águas azuis claras é cercado por bananeiras e densa vegetação nativa. A fonte é forte e empurra você para cima com facilidade. Como o terreno é frágil, o acesso ao atrativo é limitado a no máximo seis pessoas por vez. O tempo de permanência nas águas é de 20 minutos. Após esse tempo, é hora de se secar e partir para a próxima atração: a belíssima Cachoeira do Formiga.

Loja de artesanato com capim dourado na Comunidade de Mumbuca

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

São apenas 10 quilômetros até lá (15 minutos). Embora a queda d’água seja baixinha, ela forma um grande poço de água cuja cor é tão linda que a gente não consegue decidir se é verde esmeralda ou azul fluorescente. O local é excelente para banho. Tem também um restaurante caseiro bem simples, mas saboroso, onde você fará a parada do almoço. Depois de recarregar as energias neste lugar fantástico, é hora de partir para a última atração do dia.

O Fervedouro Encontro das Águas fica a 20 quilômetros da cachoeira (30 minutos). A nascente tem alta pressão e é muito difícil afundar mesmo com outra pessoa empurrando você para baixo. Por isso, a visita é diversão garantida! Além disso, o fundo da piscina natural é de areia clara e bem fininha e as águas, muito transparentes. O fervedouro é bem pequeno e cercado de palmeiras. A capacidade é de apenas quatro pessoas por vez.

A poucos metros de distância da nascente, você pode se banhar no encontro das águas do Rio Formiga com o Rio Sono. Dá para ver claramente onde as águas de cores bem diferentes se misturam. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de São Félix. São 65 quilômetros, ou 1h30 de viagem. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em São Félix!

Fervedouro Encontro das Águas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No terceiro dia, você vai sair de São Félix às 7h30 com destino ao Fervedouro Bela Vista, que fica a apenas 3 quilômetros de distância da cidade. É o maior, mais bonito e mais famoso dos fervedouros do Jalapão. Você chega até ele através de uma passarela de madeira e, em meio às árvores e buritis, avista uma piscina natural de cerca de 15 metros de diâmetro com água verde, cristalina e areia branca e fofa no fundo. A capacidade máxima é de 10 pessoas por vez, por 20 minutos.

Depois do banho, hora de partir para a última atração do roteiro no Jalapão de três dias. A Cachoeira das Araras fica a apenas 20 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). A parada inclui um delicioso almoço caseiro no restaurante local e parada para banho. A queda d’água não é nem tão  alta (cinco metros) e nem tão linda, mas o poço para banho é rasinho e permite o acesso até a parte de trás da cachoeira.

Finalmente, é hora de voltar para Palmas. No meio do caminho, uma última parada para fotos diante da Serra da Catedral. Ela tem esse nome por que a ação dos ventos e chuvas esculpiu sua fachada ao longo de milhares de anos e a deixou com o formato de uma catedral. São longos 255 quilômetros até a capital do estado, quase tudo por estrada de chão em péssimo estado. A viagem dura cerca de quatro horas e meia e a previsão de chegada em Palmas é para as 19h.

Turista toma banho na Cachoeira das Araras

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


Roteiro no Jalapão para 4 dias:

A primeira vantagem de fazer o roteiro no Jalapão de quatro dias é poder acordar um pouquinho mais tarde, já que a saída de Palmas acontece às 8h. Da capital, são 30 quilômetros de asfalto até a cidade vizinha de Taquaruçu, onde ocorre a primeira parada do roteiro. Embora esteja localizada bem longe do Jalapão, esta pequena e simpática cidade também abriga cachoeiras. E você vai conhecer duas delas, que ficam na mesma trilha: a Escorrega Macaco e a Roncadeira.

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Chegar até as cachoeiras exige uma caminhada de 1.500 metros de nível leve. Pode levar a sunga e o biquíni por que a Roncadeira tem poço para banho, embora a água seja deveras gelada. Depois de se refrescar, é hora de voltar para a estrada para encarar mais 115 quilômetros até Ponte Alta do Tocantins (1h30 de viagem). Uma vez na cidade, você vai fazer o check in na pousada, deixar sua bagagem e almoçar. Na parte da tarde, ocorre a segunda parte do passeio.

É preciso encarar mais 15 quilômetros, ou 25 minutos, de estrada de chão até o Cânion do Sussuapara. Ele não é nem de longe algo que você espera ver em meio à paisagem árida do cerrado. Em meio a uma vereda, abriu-se uma fenda estreita de 12 metros de profundidade por onde se chega através de uma escada de madeira. A água desce pelos paredões úmidos e cobertos de samambaias, musgos e vegetação típica. No fim do pequeno cânion, há uma queda d’água com poço para banho.

Depois da visita ao cânion, hora de partir rumo à última para do dia. São 60 quilômetros de distância até o Morro da Pedra Furada (1h30 de viagem). Trata-se de um gigantesco conjunto de blocos de arenito de cor vermelho intensa e que foi esculpido pelos ventos há milhões de anos. Quando você o admira de longe, ele lembra a forma de um elefante. De perto, a grande atração são os dois buracos que se abriram nas paredes e que servem de moldura para a paisagem do cerrado.

Turista admira a Cachoeira da Roncadeira, em Taquaruçu

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O primeiro buraco é o maior e de fácil acesso. O segundo exige uma pequena caminhada até o outro lado da rocha e cuidado com os ninhos de abelha típicos da região na hora da subida. É nesse segundo buraco que a magia do pôr do sol acontece, deixando as pedras ainda mais impressionantemente vermelhas. Do topo da Pedra Furada se avista o Morro Solto, um paredão rochoso arredondado perdido no meio do nada.

Depois de assistir ao pôr do sol, hora de voltar para Ponte Alta. São 45 quilômetros de distância, ou 1h10 de viagem. Uma vez na cidade, você vai tomar banho, jantar e desabar na cama. Quem ainda tiver um pouco de energia, pode se animar a aproveitar as noites quentes do Tocantins para tomar uma cervejinha em algum dos barzinhos simples da cidade – daqueles com mesa de plástico na calçada. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Ponte Alta!

Sol se põe no segundo buraco da Pedra Furada

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No segundo dia, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é a Cachoeira da Velha, dentro do Parque Estadual do Jalapão e a 100 quilômetros da cidade (2h10 de viagem). Esta é a maior cachoeira da região. As águas cristalinas do Rio Novo se projetam com muita força e volume pelas duas quedas d’água em formato de ferradura com cerca de 100 metros de largura e 15 de altura. Você pode admirar toda sua grandiosidade desde a passarela de madeira e mirante na beira do rio.

Depois, você volta para o carro e segue por mais 1,5 quilômetro até a Prainha do Rio Novo. Após recarregar suas energias com um bom banho, é hora de partir para a longa jornada de 85 quilômetros (cerca de duas horas) por estradas de terra e areia até as Dunas do Jalapão. Elas são o grande cartão-postal que colocou essa região no mapa do turismo brasileiro. Trata-se da única formação de dunas dentro do cerrado e dá ao lugar uma cara de oásis no meio do deserto.

Cachoeira da Velha, no Parque Estadual do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

As dunas surgiram a partir da erosão das serras rochosas da região em conjunto com a ação do vento. Sua altitude varia de 200 a 400 metros e, lá do alto, se descortina a bela paisagem de areias que refletem a luz dourada do sol. Você deve chegar nelas às 16h, 16h30. Isso porque o grande momento da visita é a hora do pôr do sol, quando o astro-rei faz sua mágica e deixa tudo ainda mais vermelho e colorido. Você sobe a duna pela trilha lateral e aprecia o espetáculo lá de cima.

O parque fecha exatamente depois que o sol desaparece no horizonte e os funcionários tocam todo mundo embora lá de cima sem choro nem vela. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de Mateiros. São 35 quilômetros, ou 45 minutos de viagem por estradas de chão, é claro. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Mateiros!

Pôr do sol visto do alto das Dunas do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No terceiro dia, você vai sair de Mateiros às 8h. O destino é o Fervedouro dos Buritis, a 20 quilômetros de distância (30 minutos). Ele foi o que menos nos encantou, mas não quer dizer que não deva estar no seu roteiro no Jalapão. A piscina natural não é nem grande nem pequena, cercada por grandiosos buritis que dão nome ao lugar. As águas são azuis e cristalinas, mas a nascente não tem pressão para fazer com que a gente flutue. A capacidade é de 10 pessoas por vez.

A próxima parada é a Comunidade de Mumbuca, a apenas 15 quilômetros de distância (20 minutos). Foi nesta comunidade quilombola onde surgiu o artesanato de capim dourado, hoje famoso e procurado no país inteiro. Você pode aproveitar a loja local para comprar suas lembranças de viagem. Depois de cheias as sacolas, a próxima atração é o Fervedouro do Ceiça, a apenas 10 quilômetros de distância (15 minutos de viagem).

Fervedouro do Ceiça

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O Fervedouro do Ceiça foi o primeiro a virar atrativo turístico no Jalapão. A fonte de águas azuis claras é cercado por bananeiras e densa vegetação nativa. A fonte é forte e empurra você para cima com facilidade. Como o terreno é frágil, o acesso ao atrativo é limitado a no máximo seis pessoas por vez. O tempo de permanência nas águas é de 20 minutos. Após esse tempo, é hora de se secar e partir para a próxima atração: a belíssima Cachoeira do Formiga.

São apenas 10 quilômetros até lá (15 minutos). Embora a queda d’água seja baixinha, ela forma um grande poço de água cuja cor é tão linda que a gente não consegue decidir se é verde esmeralda ou azul fluorescente. O local é excelente para banho. Tem também um restaurante caseiro bem simples, mas saboroso, onde você fará a parada do almoço. Depois de recarregar as energias neste lugar fantástico, é hora de partir para a última atração do dia.

Cachoeira do Formiga

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O Fervedouro Encontro das Águas fica a 20 quilômetros da cachoeira (30 minutos). A nascente tem alta pressão e é muito difícil afundar mesmo com outra pessoa empurrando você para baixo. Por isso, a visita é diversão garantida! Além disso, o fundo da piscina natural é de areia clara e bem fininha e as águas, muito transparentes. O fervedouro é bem pequeno e cercado de palmeiras. A capacidade é de apenas quatro pessoas por vez.

A poucos metros de distância da nascente, você pode se banhar no encontro das águas do Rio Formiga com o Rio Sono. Dá para ver claramente onde as águas de cores bem diferentes se misturam. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de São Félix. São 65 quilômetros, ou 1h30 de viagem. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em São Félix!

O encontro dos rios Formiga e Sono

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No quarto dia, você vai sair de São Félix às 8h com destino ao Fervedouro Bela Vista, que fica a apenas 3 quilômetros de distância da cidade. É o maior, mais bonito e mais famoso dos fervedouros do Jalapão. Você chega até ele através de uma passarela de madeira e, em meio às árvores e buritis, avista uma piscina natural de cerca de 15 metros de diâmetro com água verde, cristalina e areia branca e fofa no fundo. A capacidade máxima é de 10 pessoas por vez, por 20 minutos.

Depois do banho, hora de partir para a última atração do roteiro no Jalapão de quatro dias. A Cachoeira das Araras fica a apenas 20 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). A parada inclui um delicioso almoço caseiro no restaurante local e parada para banho. A queda d’água não é nem tão  alta (cinco metros) e nem tão linda, mas o poço para banho é rasinho e permite o acesso até a parte de trás da cachoeira.

Finalmente, é hora de voltar para Palmas. No meio do caminho, uma última parada para fotos diante da Serra da Catedral. Ela tem esse nome por que a ação dos ventos e chuvas esculpiu sua fachada ao longo de milhares de anos e a deixou com o formato de uma catedral. São longos 255 quilômetros até a capital do estado, quase tudo por estrada de chão em péssimo estado. A viagem dura cerca de quatro horas e meia e a previsão de chegada em Palmas é para as 19h.

Serra da Catedral vista desde a estrada para Palmas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


Roteiro no Jalapão para 5 dias:

No roteiro no Jalapão para quem tem cinco dias disponíveis de viagem, a saída de Palmas acontece às 8h. Da capital, são 30 quilômetros de asfalto até a cidade vizinha de Taquaruçu, onde ocorre a primeira parada do roteiro. Embora esteja localizada bem longe do Jalapão, esta pequena e simpática cidade também abriga cachoeiras. E você vai conhecer duas delas, que ficam na mesma trilha: a Escorrega Macaco e a Roncadeira.

⇒ Reserve já seu hotel em São Félix e garanta os melhores preços! ⇐

Chegar até as cachoeiras exige uma caminhada de 1.500 metros de nível leve. Pode levar a sunga e o biquíni por que a Roncadeira tem poço para banho, embora a água seja deveras gelada. Depois de se refrescar, é hora de voltar para a estrada para encarar mais 115 quilômetros até Ponte Alta do Tocantins (1h30 de viagem). Uma vez na cidade, você vai fazer o check in na pousada, deixar sua bagagem e almoçar. À tarde, ocorre a segunda parte do passeio.

A viagem é longa: são 135 quilômetros, ou 2h15 sacolejando dentro do carro, até chegar à Cachoeira do Rio Soninho. Mas tanto sacolejo vai ter valido a pena! A Cachoeira do Rio Soninho é uma forte queda, com cerca de 30 metros de altura, que oferece aos turistas uma das visões mais bonitas do Jalapão. A água do Rio Soninho escorre em grande volume primeiro por uma queda d’água, depois por meio de uma fenda e de um buraco nas rochas onde se forma um belo arco-íris.

Depois de admirar a beleza da cachoeira, você poderá tomar banho em outro ponto a poucos metros de caminhada. Logo abaixo da Ponte do Rio Soninho, um grande platô de pedra forma uma série de pequenas quedas d’água e piscinas naturais que fazem a alegria dos turistas em meio ao calor tórrido da região. É possível fazer uma hidromassagem natural nas costas ou ainda subir um pouco o rio pela trilha lateral e depois descer boiando.

Turista admira a Cachoeira do Rio Soninho

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Após o banho refrescante, hora de partir rumo à última parada do dia. São 40 quilômetros de distância até o Morro da Pedra Furada (50 minutos de viagem). Trata-se de um gigantesco conjunto de blocos de arenito de cor vermelho intensa e que foi esculpido pelos ventos há milhões de anos. Quando você o admira de longe, ele lembra a forma de um elefante. De perto, a grande atração são os dois buracos que se abriram nas paredes e que servem de moldura para a paisagem do cerrado.

O primeiro buraco é o maior e de fácil acesso. O segundo exige uma pequena caminhada até o outro lado da rocha e cuidado com os ninhos de abelha típicos da região na hora da subida. É nesse segundo buraco que a magia do pôr do sol acontece, deixando as pedras ainda mais impressionantemente vermelhas. Do topo da Pedra Furada se avista o Morro Solto, um paredão rochoso arredondado perdido no meio do nada.

Primeiro buraco do Morro da Pedra Furada

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois de assistir ao pôr do sol, hora de voltar para Ponte Alta. São 45 quilômetros de distância, ou 1h10 de viagem. Uma vez na cidade, você vai tomar banho, jantar e desabar na cama. Quem ainda tiver um pouco de energia, pode se animar a aproveitar as noites quentes do Tocantins para tomar uma cervejinha em algum dos barzinhos simples da cidade – daqueles com mesa de plástico na calçada. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Ponte Alta!

No segundo dia, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é o Cânion do Sussuapara, a 15 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). Ele não é nem de longe algo que você espera ver no cerrado. Em meio a uma vereda, abriu-se uma fenda estreita de 12 metros de profundidade por onde se chega através de uma escada de madeira. A água desce pelos paredões úmidos e cobertos de samambaias e musgos. No fim do cânion, há uma queda d’água com poço para banho.

Cânion do Sussuapara

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois do banho refrescante, hora de partir para a segunda parada do dia: a longínqua Lagoa do Japonês. Ela não está presente em todos os roteiros pelo Jalapão porque ela não fica exatamente no Jalapão, hehe. Está localizada na cidade de Pindorama, a mais de 90 quilômetros de Ponte Alta. Para chegar até lá saindo do cânion, são 110 quilômetros de estrada, ou 2h10 de viagem. A primeira parte do trajeto, até Pindorama pela TO-130, é razoavelmente tranquila.

O bicho pega mesmo é de Pindorama até a lagoa. São 35 quilômetros de estrada de terra e areia em péssimo estado. Haja sacolejo! Quase chegando na lagoa, há uma parada no restaurante da Dona Minervina para o almoço. Comida caseira farta e deliciosa feita no fogão a lenha. Quando chegar à lagoa, você vai entender por que tanta distância vale a pena. Trata-se de uma piscina natural grande, com dois acessos por decks e escadas de madeira.

Prato de massa, arroz, feijão e galinha caipira

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Na parte inicial, as águas são esverdeadas e cristalinas. Na medida em que for indo mais para a direita, elas ficam de uma cor azul fluorescente. É muito lindo de ver, mas nem tão gostoso de nadar. Há peixinhos que ficam beliscando você o tempo todo, a ponto de tirar sangue. Se você tiver camiseta ou traje completo de mergulho, leve. Se não, é quase insuportável ficar na água. E você vai querer ficar, por que é ótimo fazer snorkel em uma lagoa tão cristalina!

Além disso, existe uma gruta na extremidade direita que vale a visita e rende boas fotos. Quem não quiser/puder arriscar ir a nado pode alugar um barquinho que faz o trajeto até a gruta por R$ 10. É possível alugar coletes ou macarrão para flutuar nas águas (R$ 10) e óculos de mergulho (R$ 15). Também é bom usar sapatilhas de mergulho, pois as pedras da lagoa são pontiagudas.Você vai passar a tarde na lagoa. Por volta das 17h, começa a viagem de volta a Ponte Alta.

Lagoa do Japonês

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No terceiro dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é a Cachoeira da Velha, dentro do Parque Estadual do Jalapão e a 100 quilômetros da cidade (2h10 de viagem). Esta é a maior cachoeira da região. As águas cristalinas do Rio Novo se projetam com muita força e volume pelas duas quedas d’água em formato de ferradura com cerca de 100 metros de largura e 15 de altura. Você pode admirar toda sua grandiosidade desde uma passarela de madeira e mirante.

Depois, você volta para o carro e segue por mais 1,5 quilômetro até a Prainha do Rio Novo. Após recarregar suas energias com um bom banho, é hora de partir para a longa jornada de 85 quilômetros (cerca de duas horas) por estradas de terra e areia até as Dunas do Jalapão. Elas são o grande cartão-postal que colocou essa região no mapa do turismo brasileiro. Trata-se da única formação de dunas dentro do cerrado e dá ao lugar uma cara de oásis no meio do deserto.

Prainha do Rio Novo, no Parque Estadual do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

As dunas surgiram a partir da erosão das serras rochosas da região em conjunto com a ação do vento. Sua altitude varia de 200 a 400 metros e, lá do alto, se descortina a bela paisagem de areias que refletem a luz dourada do sol. Você deve chegar nelas às 16h, 16h30. Isso porque o grande momento da visita é a hora do pôr do sol, quando o astro-rei faz sua mágica e deixa tudo ainda mais vermelho e colorido. Você sobe a duna pela trilha lateral e aprecia o espetáculo lá de cima.

O parque fecha exatamente depois que o sol desaparece no horizonte e os funcionários tocam todo mundo embora lá de cima sem choro nem vela. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de Mateiros. São 35 quilômetros, ou 45 minutos de viagem por estradas de chão, é claro. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Mateiros!

Turista caminha pelas Dunas do Jalapão ao pôr do sol

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No quarto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Mateiros às 8h. O destino é o Fervedouro dos Buritis, a 20 quilômetros de distância (30 minutos). Ele foi o que menos nos encantou, mas não quer dizer que não deva estar no seu roteiro no Jalapão. A piscina natural não é nem grande nem pequena, cercada por grandiosos buritis. As águas são azuis e cristalinas, mas a nascente não tem pressão para fazer com que a gente flutue. A capacidade é de 10 pessoas por vez.

A próxima parada é a Comunidade de Mumbuca, a apenas 15 quilômetros de distância (20 minutos). Foi nesta comunidade quilombola onde surgiu o artesanato de capim dourado, hoje famoso e procurado no país inteiro. Você pode aproveitar a loja local para comprar suas lembranças de viagem. Depois de cheias as sacolas, a próxima atração é o Fervedouro do Ceiça, a apenas 10 quilômetros de distância (15 minutos de viagem).

Turista boia no Fervedouro do Ceiça

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O Fervedouro do Ceiça foi o primeiro a virar atrativo turístico no Jalapão. A fonte de águas azuis claras é cercado por bananeiras e densa vegetação nativa. A fonte é forte e empurra você para cima com facilidade. Como o terreno é frágil, o acesso ao atrativo é limitado a no máximo seis pessoas por vez. O tempo de permanência nas águas é de 20 minutos. Após esse tempo, é hora de se secar e partir para a próxima atração: a belíssima Cachoeira do Formiga.

São apenas 10 quilômetros até lá (15 minutos). Embora a queda d’água seja baixinha, ela forma um grande poço de água cuja cor é tão linda que a gente não consegue decidir se é verde esmeralda ou azul fluorescente. O local é excelente para banho. Tem também um restaurante caseiro bem simples, mas saboroso, onde você fará a parada do almoço. Depois de recarregar as energias neste lugar fantástico, é hora de partir para a última atração do dia.

Cachoeira do Formiga

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O Fervedouro Encontro das Águas fica a 20 quilômetros da cachoeira (30 minutos). A nascente tem alta pressão e é muito difícil afundar mesmo com outra pessoa empurrando você para baixo. Por isso, a visita é diversão garantida! Além disso, o fundo da piscina natural é de areia clara e bem fininha e as águas, muito transparentes. O fervedouro é bem pequeno e cercado de palmeiras. A capacidade é de apenas quatro pessoas por vez.

A poucos metros de distância da nascente, você pode se banhar no encontro das águas do Rio Formiga com o Rio Sono. Dá para ver claramente onde as águas de cores bem diferentes se misturam. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de São Félix. São 65 quilômetros, ou 1h30 de viagem. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em São Félix!

Fervedouro do Encontro das Águas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No quinto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de São Félix às 8h com destino ao Fervedouro Bela Vista, que fica a apenas 3 quilômetros da cidade. É o maior, mais bonito e mais famoso dos fervedouros do Jalapão. Você chega até ele através de uma passarela de madeira e, em meio às árvores e buritis, avista uma piscina natural de cerca de 15 metros de diâmetro com água verde, cristalina e areia branca e fofa no fundo. A capacidade máxima é de 10 pessoas por vez, por 20 minutos.

Depois do banho, hora de partir para a última atração do roteiro no Jalapão de cinco dias. A Cachoeira das Araras fica a apenas 20 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). A parada inclui um delicioso almoço caseiro no restaurante local e parada para banho. A queda d’água não é nem tão  alta (cinco metros) e nem tão linda, mas o poço para banho é rasinho e permite o acesso até a parte de trás da cachoeira.

Finalmente, é hora de voltar para Palmas. No meio do caminho, uma última parada para fotos diante da Serra da Catedral. Ela tem esse nome por que a ação dos ventos e chuvas esculpiu sua fachada ao longo de milhares de anos e a deixou com o formato de uma catedral. São longos 255 quilômetros até a capital do estado, quase tudo por estrada de chão em péssimo estado. A viagem dura cerca de quatro horas e meia e a previsão de chegada em Palmas é para as 19h.

Fervedouro Bela Vista

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


Roteiro no Jalapão para 6 dias:

No roteiro no Jalapão para quem tem seis dias disponíveis de viagem, a saída de Palmas acontece às 8h. Da capital, são 30 quilômetros de asfalto até a cidade vizinha de Taquaruçu, onde ocorre a primeira parada do roteiro. Embora esteja localizada bem longe do Jalapão, esta pequena e simpática cidade também abriga cachoeiras. E você vai conhecer três delas: a Escorrega Macaco e a Roncadeira, que ficam na mesma trilha, e a Cachoeira do Evilson (na primeira foto abaixo).

Chegar até a Escorrega Macaco e a Roncadeira exige uma caminhada de 1.500 metros de nível leve. Pode levar a sunga e o biquíni por que a Roncadeira tem poço para banho, embora a água seja deveras gelada. Depois, são mais 8 quilômetros de carro até a Cachoeira do Evilson. Para chegar até a queda de cerca de 25 metros de altura, é preciso percorrer uma trilha de 500 metros que na ida é descida e na volta (ui), subida. Mas o visual vale o esforço físico!

Essa cachoeira também possui um ótimo poço para banho. Depois de se refrescar, é hora do almoço no pequeno restaurante caseiro da propriedade. A digestão é feita na estrada, onde você vai encarar mais 165 quilômetros até o Morro da Pedra Furada, já na cidade de Ponte Alta do Tocantins (2h15 de viagem). Trata-se de um gigantesco conjunto de blocos de arenito de cor vermelho intensa e que foi esculpido pelos ventos há milhões de anos. De longe, ele lembra a forma de um elefante.

De perto, a grande atração são os dois buracos que se abriram nas paredes e que servem de moldura para a paisagem do cerrado. O primeiro buraco é o maior e de fácil acesso. O segundo exige uma pequena caminhada até o outro lado da rocha e cuidado com os ninhos de abelha típicos da região na hora da subida. É nesse segundo buraco que a magia do pôr do sol acontece, deixando as pedras ainda mais impressionantemente vermelhas.

Cachoeira do Evilson

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois de assistir ao pôr do sol, hora de voltar para Ponte Alta. São 45 quilômetros de distância, ou 1h10 de viagem. Uma vez na cidade, você vai tomar banho, jantar e desabar na cama. Quem ainda tiver um pouco de energia, pode se animar a aproveitar as noites quentes do Tocantins para tomar uma cervejinha em algum dos barzinhos simples da cidade – daqueles com mesa de plástico na calçada. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Ponte Alta!

No segundo dia de roteiro no Jalapão, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é o Cânion do Sussuapara, a 15 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). Em meio a uma vereda, abriu-se uma fenda estreita de 12 metros de profundidade por onde se chega através de uma escada de madeira. A água desce pelos paredões úmidos e cobertos de samambaias e musgos. No fim do pequeno cânion, há uma queda d’água com poço para banho.

Pôr do sol visto do Morro da Pedra Furada

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois do banho refrescante, hora de partir para a segunda parada do dia: a longínqua Lagoa do Japonês. Ela não está presente em todos os roteiros pelo Jalapão porque ela não fica exatamente no Jalapão, hehe. Está localizada na cidade de Pindorama, a mais de 90 quilômetros de Ponte Alta. Para chegar até lá saindo do cânion, são 110 quilômetros de estrada, ou 2h10 de viagem. A primeira parte do trajeto, até Pindorama pela TO-130, é razoavelmente tranquila.

O bicho pega mesmo é de Pindorama até a lagoa. São 35 quilômetros de estrada de terra e areia em péssimo estado. Haja sacolejo! Quase chegando na lagoa, há uma parada no restaurante da Dona Minervina para o almoço. Comida caseira farta e deliciosa feita no fogão a lenha. Quando chegar à lagoa, você vai entender por que tanta distância vale a pena. Trata-se de uma piscina natural grande, com dois acessos por decks e escadas de madeira.

Lagoa do Japonês

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Na parte inicial, as águas são esverdeadas e cristalinas. Na medida em que for indo mais para a direita, elas ficam de uma cor azul fluorescente. É muito lindo de ver, mas nem tão gostoso de nadar. Há peixinhos que ficam beliscando você o tempo todo, a ponto de tirar sangue. Se você tiver camiseta ou traje completo de mergulho, leve. Se não, é quase insuportável ficar na água. E você vai querer ficar, por que é ótimo fazer snorkel em uma lagoa tão cristalina!

Além disso, existe uma gruta na extremidade direita que vale a visita e rende boas fotos. Quem não quiser/puder arriscar ir a nado pode alugar um barquinho que faz o trajeto até a gruta por R$ 10. É possível alugar coletes ou macarrão para flutuar nas águas (R$ 10) e óculos de mergulho (R$ 15). Também é bom usar sapatilhas de mergulho, pois as pedras da lagoa são pontiagudas.Você vai passar a tarde na lagoa. Por volta das 17h, começa a viagem de volta a Ponte Alta.

Caverna da Lagoa do Japonês

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No terceiro dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é a Cachoeira da Velha, dentro do Parque Estadual do Jalapão e a 100 quilômetros da cidade (2h10 de viagem). Esta é a maior cachoeira da região. As águas cristalinas do Rio Novo se projetam com muita força e volume pelas duas quedas d’água em formato de ferradura com cerca de 100 metros de largura e 15 de altura. Você pode admirar toda sua grandiosidade desde uma passarela de madeira e mirante.

Depois, você volta para o carro e segue por mais 1,5 quilômetro até a Prainha do Rio Novo. Após recarregar suas energias com um bom banho, é hora de partir para a longa jornada de 85 quilômetros (cerca de duas horas) por estradas de terra e areia até as Dunas do Jalapão. Elas são o grande cartão-postal que colocou essa região no mapa do turismo brasileiro. Trata-se da única formação de dunas dentro do cerrado e dá ao lugar uma cara de oásis no meio do deserto.

Turista senta nas pedras da Cachoeira da Velha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

As dunas surgiram a partir da erosão das serras rochosas da região em conjunto com a ação do vento. Sua altitude varia de 200 a 400 metros e, lá do alto, se descortina a bela paisagem de areias que refletem a luz dourada do sol. Você deve chegar nelas às 16h, 16h30. Isso porque o grande momento da visita é a hora do pôr do sol, quando o astro-rei faz sua mágica e deixa tudo ainda mais vermelho e colorido. Você sobe a duna pela trilha lateral e aprecia o espetáculo lá de cima.

O parque fecha exatamente depois que o sol desaparece no horizonte e os funcionários tocam todo mundo embora lá de cima sem choro nem vela. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de Mateiros. São 35 quilômetros, ou 45 minutos de viagem por estradas de chão, é claro. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Mateiros!

Turista admira o pôr do sol nas Dunas do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No quarto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Mateiros às 8h. O destino é o Fervedouro dos Buritis, a 20 quilômetros de distância (30 minutos). Ele foi o que menos nos encantou, mas não quer dizer que não deva estar no seu roteiro no Jalapão. A piscina natural não é nem grande nem pequena, cercada por grandiosos buritis. As águas são azuis e cristalinas, mas a nascente não tem pressão para fazer com que a gente flutue. A capacidade é de 10 pessoas por vez.

A próxima parada é a Comunidade de Mumbuca, a apenas 15 quilômetros de distância (20 minutos). Foi nesta comunidade quilombola onde surgiu o artesanato de capim dourado, hoje famoso e procurado no país inteiro. Você pode aproveitar a loja local para comprar suas lembranças de viagem. Depois de cheias as sacolas, a próxima atração é o Fervedouro do Rio Sono, a 10 quilômetros de distância (15 minutos de carro).

Turista admira o Fervedouro do Rio Sono

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Ele tem uma piscina natural que não é nem grande nem pequena, preenchida por água azul leitosa e emoldurado por densa vegetação nativa e um imenso buriti. O fervedouro tem capacidade para seis por vez. Depois do banho, você vai almoçar comida caseira do restaurante da propriedade, que oferece também um redário convidativo para um cochilo pós-refeição. A próxima atração é o Fervedouro do Ceiça, a apenas 3 quilômetros de distância (5 minutos de viagem).

O Fervedouro do Ceiça foi o primeiro a virar atrativo turístico no Jalapão. A fonte de águas azuis claras é cercado por bananeiras e densa vegetação nativa. A fonte é forte e empurra você para cima com facilidade. Como o terreno é frágil, o acesso ao atrativo é limitado a no máximo seis pessoas por vez. O tempo de permanência nas águas é de 20 minutos. Depois do último banho do dia, hora de voltar para Mateiros, a 25 quilômetros de distância (40 minutos de viagem).

Fervedouro do Ceiça

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No quinto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Mateiros às… 4h! Isso mesmo, mas é por uma ótima razão: a primeira programação do dia é ver o amanhecer na Serra do Espírito Santo. São 15 quilômetros de carro desde o centro da cidade até o início da trilha (25 minutos de viagem). Do pé da serra até o mirante, são mais 500 metros de subida. O mirante fica a 250 metros de altura e de lá você descortina um nascer do sol incrível.

Depois, é preciso caminhar mais 3 quilômetros até o outro lado da serra, de onde se tem a vista para as Dunas do Jalapão. É hora então, de descer de volta até o carro. Não tivemos oportunidade de fazer esse passeio por causa de um problema de saúde durante nosso roteiro no Jalapão (Marquinhos foi mordido por uma abelha na Lagoa do Japonês e teve reação alérgica), mas o Pé na Estrada conta aqui direitinho como é a subida da Serra do Espírito Santo.

Turistas admiram a vista do mirante da Serra do Espírito Santo

Foto: Divulgação

 

De volta à pousada, você vai tomar o café da manhã e se aprontar para sair novamente às 9h. Afinal, o dia está só começando! Sua próxima parada é a belíssima Cachoeira do Formiga. São 30 quilômetros até lá (50 minutos). Embora a queda d’água seja baixinha, ela forma um grande poço de água cuja cor é tão linda que a gente não consegue decidir se é verde esmeralda ou azul fluorescente. O local é excelente para banho.

Tem também um restaurante caseiro bem simples, mas saboroso, onde você fará a parada do almoço. Depois de recarregar as energias neste lugar fantástico, é hora de partir para o Fervedouro Encontro das Águas, que fica a 20 quilômetros da cachoeira (30 minutos). A nascente tem alta pressão e é muito difícil afundar mesmo com outra pessoa empurrando você para baixo. Por isso, a visita é diversão garantida!

Turista admira a Cachoeira do Formiga

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Além disso, o fundo da piscina natural é de areia clara e bem fininha e as águas, muito transparentes. O fervedouro é bem pequeno e cercado de palmeiras. A capacidade é de apenas quatro pessoas por vez. A poucos metros de distância da nascente, você pode se banhar no encontro das águas do Rio Formiga com o Rio Sono. Dá para ver claramente onde as águas de cores bem diferentes se misturam. Por fim, é hora de partir para a última atração do dia.

O Fervedouro do Buritizinho fica a 15 quilômetros de distância (25 minutos). Embora ele seja bem pequenino, é lindo demais! Chega-se à piscina natural por uma trilha à beira do Rio Formiga e uma passarela de madeira. No fim de um túnel verde de bananeiras, você enxerga a nascente em forma de gota e de águas azuis intensas e cristalinas. O poço é fundo e não dá pé na área onde brota a água, então você não vai sentir a pressão e flutuar como em outros fervedouros.

Fervedouro do Buritizinho

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A capacidade da piscina natural é de até seis pessoas por vez. Você também pode tomar banho na prainha do rio, pular do balanço preso à árvore e descer pelas águas de boia (custo extra de R$ 10). Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de São Félix. São 50 quilômetros, ou 1h05 de viagem. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em São Félix!

No sexto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de São Félix às 8h com destino ao Fervedouro Bela Vista, que fica a apenas 3 quilômetros da cidade. É o maior, mais bonito e mais famoso dos fervedouros do Jalapão. Você chega até ele através de uma passarela de madeira e, em meio às árvores e buritis, avista uma piscina natural de cerca de 15 metros de diâmetro com água verde, cristalina e areia branca e fofa no fundo. A capacidade máxima é de 10 pessoas por vez, por 20 minutos.

Turista toma banho no Fervedouro Bela Vista

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois do banho, hora de partir para a última atração do roteiro no Jalapão de seis dias. A Cachoeira das Araras fica a apenas 20 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). A parada inclui um delicioso almoço caseiro no restaurante local e parada para banho. A queda d’água não é nem tão  alta (cinco metros) e nem tão linda, mas o poço para banho é rasinho e permite o acesso até a parte de trás da cachoeira.

Finalmente, é hora de voltar para Palmas. No meio do caminho, uma última parada para fotos diante da Serra da Catedral. Ela tem esse nome por que a ação dos ventos e chuvas esculpiu sua fachada ao longo de milhares de anos e a deixou com o formato de uma catedral. São longos 255 quilômetros até a capital do estado, quase tudo por estrada de chão em péssimo estado. A viagem dura cerca de quatro horas e meia e a previsão de chegada em Palmas é para as 19h.

Cachoeira das Araras

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


Roteiro no Jalapão para 7 dias:

No roteiro no Jalapão para quem tem sete dias disponíveis de viagem, a saída de Palmas acontece às 11h. Isso te dá tempo de voar da sua cidade até lá no mesmo dia! Da capital, são 30 quilômetros de asfalto até a cidade vizinha de Taquaruçu, onde ocorre a primeira parada. Embora fique longe do Jalapão, esta pequena e simpática cidade também abriga cachoeiras. E você vai conhecer três delas: a Escorrega Macaco e a Roncadeira, que ficam na mesma trilha, e a Cachoeira do Evilson.

Chegar até a Escorrega Macaco e a Roncadeira exige uma caminhada de 1.500 metros de nível leve. Pode levar a sunga e o biquíni por que a Roncadeira tem poço para banho, embora a água seja deveras gelada. Depois, são mais 8 quilômetros de carro até a Cachoeira do Evilson. Para chegar até a queda de cerca de 25 metros de altura, é preciso percorrer uma trilha de 500 metros que na ida é descida e na volta (ui), subida. Mas o visual vale o esforço físico!

Essa cachoeira também possui um ótimo poço para banho. Depois de se refrescar, é hora do almoço no pequeno restaurante caseiro da propriedade. A digestão é feita na estrada, onde você vai encarar mais 120 quilômetros até a cidade de Ponte Alta em 1h40 minutos de viagem. Uma vez na cidade, você vai tomar banho, jantar e desabar na cama. Seu primeiro dia de roteiro no Jalapão termina aqui, aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Ponte Alta!

No segundo dia de roteiro no Jalapão, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é a Cachoeira do Rio Soninho, que fica a 135 quilômetros de distância (2h15 de viagem). A Cachoeira do Rio Soninho é uma forte queda, com cerca de 30 metros de altura, que oferece aos turistas uma das visões mais bonitas do Jalapão. A água do Rio Soninho escorre em grande volume primeiro por uma queda d’água, depois por meio de uma fenda e de um buraco nas rochas onde se forma um arco-íris.

Cachoeira do Rio Soninho

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois de admirar a beleza da cachoeira, você poderá tomar banho em outro ponto a poucos metros de caminhada. Logo abaixo da Ponte do Rio Soninho, um grande platô de pedra forma uma série de pequenas quedas d’água e piscinas naturais que fazem a alegria dos turistas em meio ao calor tórrido da região. É possível fazer uma hidromassagem natural nas costas ou ainda subir um pouco o rio pela trilha lateral e depois descer boiando.

Após o banho refrescante, hora de partir rumo à segunda parada do dia. São 25 quilômetros de distância até a Cachoeira da Fumaça (40 minutos de viagem). Seu nome tem origem na névoa provocada pela queda das águas, parecendo uma nuvem de fumaça que pode ser vista desde a estrada. Por um pequeno mirante em meio às árvores, é possível admirar o Rio Balsas descendo em grande volume pela queda de cerca de 40 metros de altura.

Cachoeira da Fumaça

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Quem quiser admirar a cachoeira de baixo para cima pode continuar descendo pela trilha depois do mirante, que vai dar na beira da água. Mas atenção! Por motivos de segurança, não é permitido nadar no local nem chegar perto da cachoeira. Depois desta bela visão, o guia vai levar você até um trecho de rio que seja calmo para banho. Aqui ocorre a pausa para um almoço no estilo piquenique, com sanduíches, salgados, bolos, frutas e muitas coisas gostosas.

A digestão é feita na estrada, onde você vai encarar mais 165 quilômetros até o Morro da Pedra Furada, já na cidade de Ponte Alta do Tocantins (2h15 de viagem). Trata-se de um gigantesco conjunto de blocos de arenito de cor vermelho intensa e que foi esculpido pelos ventos há milhões de anos. De longe, ele lembra a forma de um elefante. De perto, a grande atração são os dois buracos que se abriram nas paredes e que servem de moldura para a paisagem do cerrado.

Morro da Pedra Furada lembra um elefante quando visto de longe

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O primeiro buraco é o maior e de fácil acesso. O segundo exige uma pequena caminhada até o outro lado da rocha e cuidado com os ninhos de abelha típicos da região na hora da subida. É nesse segundo buraco que a magia do pôr do sol acontece, deixando as pedras ainda mais impressionantemente vermelhas. Depois de assistir ao pôr do sol, hora de voltar para Ponte Alta. São 45 quilômetros de distância, ou 1h10 de viagem.

No terceiro dia de roteiro no Jalapão, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é o Cânion do Sussuapara, a 15 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). Em meio a uma vereda, abriu-se uma fenda estreita de 12 metros de profundidade por onde se chega através de uma escada de madeira. A água desce pelos paredões úmidos e cobertos de samambaias e musgos. No fim do pequeno cânion, há uma queda d’água com poço para banho.

Turista toma banho na cachoeira do Cânion do Sussuapara

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois do banho refrescante, hora de partir para a segunda parada do dia: a longínqua Lagoa do Japonês. Ela não está presente em todos os roteiros pelo Jalapão porque ela não fica exatamente no Jalapão, hehe. Está localizada na cidade de Pindorama, a mais de 90 quilômetros de Ponte Alta. Para chegar até lá saindo do cânion, são 110 quilômetros de estrada, ou 2h10 de viagem. A primeira parte do trajeto, até Pindorama pela TO-130, é razoavelmente tranquila.

O bicho pega mesmo é de Pindorama até a lagoa. São 35 quilômetros de estrada de terra e areia em péssimo estado. Haja sacolejo! Quase chegando na lagoa, há uma parada no restaurante da Dona Minervina para o almoço. Comida caseira farta e deliciosa feita no fogão a lenha. Quando chegar à lagoa, você vai entender por que tanta distância vale a pena. Trata-se de uma piscina natural grande, com dois acessos por decks e escadas de madeira.

Lagoa do Japonês

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Na parte inicial, as águas são esverdeadas e cristalinas. Na medida em que for indo mais para a direita, elas ficam de uma cor azul fluorescente. É muito lindo de ver, mas nem tão gostoso de nadar. Há peixinhos que ficam beliscando você o tempo todo, a ponto de tirar sangue. Se você tiver camiseta ou traje completo de mergulho, leve. Se não, é quase insuportável ficar na água. E você vai querer ficar, por que é ótimo fazer snorkel em uma lagoa tão cristalina!

Além disso, existe uma gruta na extremidade direita que vale a visita e rende boas fotos. Quem não quiser/puder arriscar ir a nado pode alugar um barquinho que faz o trajeto até a gruta por R$ 10. É possível alugar coletes ou macarrão para flutuar nas águas (R$ 10) e óculos de mergulho (R$ 15). Também é bom usar sapatilhas de mergulho, pois as pedras da lagoa são pontiagudas.Você vai passar a tarde na lagoa. Por volta das 17h, começa a viagem de volta a Ponte Alta.

Peixes mordem pé de turista na Lagoa do Japonês

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No quarto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Ponte Alta às 8h. O destino é a Cachoeira da Velha, dentro do Parque Estadual do Jalapão e a 100 quilômetros da cidade (2h10 de viagem). Esta é a maior cachoeira da região. As águas cristalinas do Rio Novo se projetam com muita força e volume pelas duas quedas d’água em formato de ferradura com cerca de 100 metros de largura e 15 de altura. Você pode admirar toda sua grandiosidade desde uma passarela de madeira e mirante.

Depois, você volta para o carro e segue por mais 1,5 quilômetro até a Prainha do Rio Novo. Após recarregar suas energias com um bom banho, é hora de partir para a longa jornada de 85 quilômetros (cerca de duas horas) por estradas de terra e areia até as Dunas do Jalapão. Elas são o grande cartão-postal que colocou essa região no mapa do turismo brasileiro. Trata-se da única formação de dunas dentro do cerrado e dá ao lugar uma cara de oásis no meio do deserto.

Cachoeira da Velha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

As dunas surgiram a partir da erosão das serras rochosas da região em conjunto com a ação do vento. Sua altitude varia de 200 a 400 metros e, lá do alto, se descortina a bela paisagem de areias que refletem a luz dourada do sol. Você deve chegar nelas às 16h, 16h30. Isso porque o grande momento da visita é a hora do pôr do sol, quando o astro-rei faz sua mágica e deixa tudo ainda mais vermelho e colorido. Você sobe a duna pela trilha lateral e aprecia o espetáculo lá de cima.

O parque fecha exatamente depois que o sol desaparece no horizonte e os funcionários tocam todo mundo embora lá de cima sem choro nem vela. Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de Mateiros. São 35 quilômetros, ou 45 minutos de viagem por estradas de chão, é claro. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Mateiros!

Dunas do Jalapão

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No quinto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Mateiros às 8h. O destino é o Fervedouro dos Buritis, a 20 quilômetros de distância (30 minutos). Ele foi o que menos nos encantou, mas não quer dizer que não deva estar no seu roteiro no Jalapão. A piscina natural não é nem grande nem pequena, cercada por grandiosos buritis. As águas são azuis e cristalinas, mas a nascente não tem pressão para fazer com que a gente flutue. A capacidade é de 10 pessoas por vez.

A próxima parada é a Comunidade de Mumbuca, a apenas 15 quilômetros de distância (20 minutos). Foi nesta comunidade quilombola onde surgiu o artesanato de capim dourado, hoje famoso e procurado no país inteiro. Você pode aproveitar a loja local para comprar suas lembranças de viagem. Depois de cheias as sacolas, a próxima atração é o Fervedouro do Rio Sono, a 10 quilômetros de distância (15 minutos de carro).

Fervedouro do Rio Sono

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Ele tem uma piscina natural que não é nem grande nem pequena, preenchida por água azul leitosa e emoldurado por densa vegetação nativa e um imenso buriti. O fervedouro tem capacidade para seis por vez. Depois do banho, você vai almoçar comida caseira do restaurante da propriedade, que oferece também um redário convidativo para um cochilo pós-refeição. A próxima atração é o Fervedouro do Ceiça, a apenas 3 quilômetros de distância (5 minutos de viagem).

O Fervedouro do Ceiça foi o primeiro a virar atrativo turístico no Jalapão. A fonte de águas azuis claras é cercado por bananeiras e densa vegetação nativa. A fonte é forte e empurra você para cima com facilidade. Como o terreno é frágil, o acesso ao atrativo é limitado a no máximo seis pessoas por vez. O tempo de permanência nas águas é de 20 minutos. Depois do último banho do dia, hora de voltar para Mateiros, a 25 quilômetros de distância (40 minutos de viagem).

Turista boia no Fervedouro do Ceiça

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No sexto dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de Mateiros às… 4h! Isso mesmo, mas é por uma ótima razão: a primeira programação do dia é ver o amanhecer na Serra do Espírito Santo. São 15 quilômetros de carro desde o centro da cidade até o início da trilha (25 minutos de viagem). Do pé da serra até o mirante, são mais 500 metros de subida. O mirante fica a 250 metros de altura e de lá você descortina um nascer do sol incrível.

Depois, é preciso caminhar mais 3 quilômetros até o outro lado da serra, de onde se tem a vista para as Dunas do Jalapão. É hora então, de descer de volta até o carro. Não tivemos oportunidade de fazer esse passeio por causa de um problema de saúde durante nosso roteiro no Jalapão (Marquinhos foi mordido por uma abelha na Lagoa do Japonês e teve reação alérgica), mas o Pé na Estrada conta aqui direitinho como é a subida da Serra do Espírito Santo.

Serra do Espírito Santo

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

De volta à pousada, você vai tomar o café da manhã e se aprontar para sair novamente às 9h. Afinal, o dia está só começando! Sua próxima parada é a belíssima Cachoeira do Formiga. São 30 quilômetros até lá (50 minutos). Embora a queda d’água seja baixinha, ela forma um grande poço de água cuja cor é tão linda que a gente não consegue decidir se é verde esmeralda ou azul fluorescente. O local é excelente para banho.

Tem também um restaurante caseiro bem simples, mas saboroso, onde você fará a parada do almoço. Depois de recarregar as energias neste lugar fantástico, é hora de partir para o Fervedouro Encontro das Águas, que fica a 20 quilômetros da cachoeira (30 minutos). A nascente tem alta pressão e é muito difícil afundar mesmo com outra pessoa empurrando você para baixo. Por isso, a visita é diversão garantida!

Turista boia no Fervedouro do Encontro das Águas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Além disso, o fundo da piscina natural é de areia clara e bem fininha e as águas, muito transparentes. O fervedouro é bem pequeno e cercado de palmeiras. A capacidade é de apenas quatro pessoas por vez. A poucos metros de distância da nascente, você pode se banhar no encontro das águas do Rio Formiga com o Rio Sono. Dá para ver claramente onde as águas de cores bem diferentes se misturam. Por fim, é hora de partir para a última atração do dia.

O Fervedouro do Buritizinho fica a 15 quilômetros de distância (25 minutos). Embora ele seja bem pequenino, é lindo demais! Chega-se à piscina natural por uma trilha à beira do Rio Formiga e uma passarela de madeira. No fim de um túnel verde de bananeiras, você enxerga a nascente em forma de gota e de águas azuis intensas e cristalinas. O poço é fundo e não dá pé na área onde brota a água, então você não vai sentir a pressão e flutuar como em outros fervedouros.

Turista admira o Fervedouro do Buritizinho

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A capacidade da piscina natural é de até seis pessoas por vez. Você também pode tomar banho na prainha do rio, pular do balanço preso à árvore e descer pelas águas de boia (custo extra de R$ 10). Então, é hora de retomar a estrada, desta vez com destino à cidade de São Félix. São 50 quilômetros, ou 1h05 de viagem. Uma vez na cidade, você vai se instalar na sua pousada, jantas e desabar na cama. Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em São Félix!

No sétimo dia do roteiro no Jalapão, você vai sair de São Félix às 8h com destino ao Fervedouro Bela Vista, que fica a apenas 3 quilômetros da cidade. É o maior, mais bonito e mais famoso dos fervedouros do Jalapão. Você chega até ele através de uma passarela de madeira e, em meio às árvores e buritis, avista uma piscina natural de cerca de 15 metros de diâmetro com água verde, cristalina e areia branca e fofa no fundo. A capacidade máxima é de 10 pessoas por vez, por 20 minutos.

Fervedouro Bela Vista

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Depois do banho, hora de partir para a última atração do roteiro no Jalapão de sete dias. A Cachoeira das Araras fica a apenas 20 quilômetros de distância (25 minutos de viagem). A parada inclui um delicioso almoço caseiro no restaurante local e parada para banho. A queda d’água não é nem tão  alta (cinco metros) e nem tão linda, mas o poço para banho é rasinho e permite o acesso até a parte de trás da cachoeira.

Finalmente, é hora de voltar para Palmas. No meio do caminho, uma última parada para fotos diante da Serra da Catedral. Ela tem esse nome por que a ação dos ventos e chuvas esculpiu sua fachada ao longo de milhares de anos e a deixou com o formato de uma catedral. São longos 255 quilômetros até a capital do estado, quase tudo por estrada de chão em péssimo estado. A viagem dura cerca de quatro horas e meia e a previsão de chegada em Palmas é para as 19h.

Estrada de terra que liga a região do Jalapão a Palmas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve no Jalapão em setembro de 2018 ***

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