Página inicial EuropaFrança O que fazer na França: 20 atrações que você não pode perder

O que fazer na França: 20 atrações que você não pode perder

por Escolha Viajar
O que fazer na França - Château de Cheverny

É praticamente impossível elaborar uma seleção enxuta de o que fazer na França. Embora seja um território relativamente pequeno, principalmente para quem vive no Brasil, há muitas, mas muitas coisas para ver e visitar durante uma viagem a este país incrível. E nem precisa ir a muitas cidades para isso. A capital, Paris, concentra um grande números de pontos turísticos que você não pode perder de forma alguma. Só para começar a sua lista de o que fazer na França, temos nada menos do que a Torre Eiffel, símbolo maior do charme e beleza da Cidade Luz. Ao longo das duas margens do Rio Sena – que também é uma atração por si só -, espalham-se também os museus do Louvre e d’Orsay, o Arco do Triunfo, a Catedral de Notre-Dame, a Sainte-Chapelle, a Basílica do Sacré-Coeur, a Place de la Concorde, os jardins de Luxembourg e Tuileries…

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Sem falar no murmúrio do Sena, nos cafés nas calçadas, nos bulevares arborizados, nas fontes charmosas, nas praças floridas e todo o charme e beleza que Paris emana sem que você precise entrar em lugar algum! A menos de 30 minutos da capital fica outra atração imperdível o que fazer na França: Versailles, o maior e mais suntuoso palácio do mundo. Um pouco mais longe, mas ainda a menos de duas horas de Paris, reluzem os incríveis castelos do Vale do Loire. Na costa da Normandia, a três horas de distância, ergue-se o Mont Saint-Michel. Partindo em direção ao sul do país, não deixe de visitar os vinhedos de Sanit-Émillion e Carcassonne, a mais bem preservada cidade medieval do mundo. E na mundialmente famosa Côte D’Azur, deleite seus olhos com o azul infinito do Mediterrâneo nas praias de Nice.

Confira abaixo tudo de bom o que fazer na França: 20 atrações que você não pode perder!

O que fazer na França 1 – Torre Eiffel

A Torre Eiffel é o símbolo máximo da França e de todo o charme que a sua capital, Paris, irradia. Não é à toa que este é o monumento pago mais visitado do mundo e a atração mais imperdível de tudo o que fazer na França! Construída em 1889 para ser o arco de entrada da Exposição Universal, ela deveria ser demolida 20 anos depois. Mas o arrojado e visionário projeto do engenheiro Gustave Eiffel conquistou o coração dos franceses e ela permanece até hoje erguida contra os céus do coração da ‘Cidade Luz’. A Torre Eiffel está localizada no Champ de Mars, dentro do 7º ‘arrondissement’ de Paris, margem esquerda do Rio Sena – a famosa ‘rive gauche’. Mais precisamente, entre as Avenidas Gustave Eiffel, Charles Floquet, Elisée Reclus e o Quai Branly.

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Há diversos meios de transporte disponíveis para se chegar ao monumento. Você pode pegar um táxi, alugar uma bicicleta, caminhar, ou usar seu próprio carro. O estacionamento mais próximo da torre é o Quai Branly – Eiffel Tower, que fica a 300 metros de distância (para agendar uma vaga com antecedência, clique aqui). Mas é claro que o transporte público é sempre mais recomendado do que um veículo, principalmente em uma cidade de trânsito complicado como Paris. E há várias opções que deixam você muito perto da torre. Quem quiser chegar a bordo do Batobus – o barco-ônibus que percorre o Sena – pode descer na estação Tour Eiffel! Quem quiser chegar de ônibus pode pegar as linhas 42, 69, 72, 82 ou 87.

Quem quiser chegar de metrô pode usar a linha 9 e descer na estação Trocadéro, a cinco minutos de caminhada do monumento; a linha 8 e descer na École Militaire, também a cinco minutos; ou a linha 6 até a estação Bir-Hakeim, a três minutos. De trem regional – o RER -, a linha é a C e a estação é a Champs de Mars, a apenas um minuto de caminhada do monumento. A Torre Eiffel abre para visitação todos os dias do ano, sem exceções nos feriados ou datas festivas. A atração abre das 9h às 0h45 do meio de junho até o início de setembro, e das 9h às 23h45 no resto do ano. O último elevador sobe à 0h do meio de junho até o início de setembro, e às 23h no resto do ano.

O que fazer na França - Torre Eiffel

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Existem duas maneiras de comprar tickets para visitar a Torre Eiffel. Uma é na bilheteria local, que está sujeita a longas filas e espera de até uma hora, especialmente para quem viaja na alta temporada de verão (junho-agosto). A outra é reservar o ingresso online. Nesta modalidade, você agenda a subir para uma determinada hora do dia e evita as filas. Os preços são os mesmos, mas há poucos bilhetes online disponíveis, então pode ser preciso reservar o seu com meses de antecedência. Clique aqui para comprar suas entradas para a Torre Eiffel pela internet.

Os preços mudam conforme a idade do visitante, até onde ele quer subir e a forma de subida. Adultos pagam 10 euros para ter acesso ao primeiro e segundo andares subindo pelas escadas (704 degraus). Jovens de 12 a 24 anos, pagam 5 euros; e crianças de 4 a 11 anos, 2,50 euros. Adultos pagam 16 euros para ter acesso ao primeiro e segundo andares subindo pelo elevador. Jovens de 12 a 24 anos, pagam 8 euros; e crianças de 4 a 11 anos, 4 euros. Adultos pagam 19 euros para ter acesso ao primeiro e segundo andares de escada + subida ao topo de elevador. Jovens de 12 a 24 anos, pagam 9,50 euros; e crianças de 4 a 11 anos, 4,80 euros. Adultos pagam 25 euros para ter acesso ao primeiro, segundo andares e ao topo da Torre Eiffel subindo pelo elevador. Jovens de 12 a 24 anos, pagam 12,50 euros; e crianças de 4 a 11 anos, 6,30 euros (tarifário de 2018).

Mas uma visita à Torre Eiffel não estará completa se você só subir no monumento. É preciso também reservar alguma tempo para admirá-lo pelo lado de fora. Especialmente depois do pôr do sol, quando ela fica toda iluminada de dourado ou cores especiais em datas comemorativas. Além disso, a cada hora cheia após o entardecer, há um show com 20 mil luzes de LED que pipocam por toda a estrutura de ferro, dando um efeito sensacional (no verão as luzes se apagam à 1h, e nas 12 badaladas da meia-noite no restante do ano). Os melhores pontos para desfrutar do espetáculo são o Champ de Mars e os Jardins do Trocadéro. Confira aqui tudo o que você precisa saber sobre como visitar a Torre Eiffel.

O que fazer na França - Torre Eiffel

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 2 – Château de Chenonceau

Se você é uma daquelas pessoas que sonha em conhecer um castelo cheio de romances e intrigas de reis e rainhas em meio a um cenário de sonhos, saiba que há muito o que fazer na França! A primeira atração imperdível para você é Château de Chenonceau. Este é o mais popular dos castelos do Vale do Loire, que costumava ser o point da nobreza da França nos séculos XV e XVI.  Hoje, a região é um dos principais destino turísticos do país e reúne pelo menos uma dúzia de outros chateaux abertos para visitação. Mas NENHUM supera Chenonceau. Também conhecido como Castelo das Sete Damas, sua primeira construção data do século XI, mas o formato de contos de fadas surgiu em 1521 por obra da primeira das damas: Catherine Briçonnet.

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Em 1547, o castelo foi oferecido pelo Rei Henrique II a sua amante favorita – a segunda dama, Diane de Poitiers -, que fez dele seu pequeno e luxuoso refúgio. Após a morte do monarca, no entanto, a viúva Catarina de Médices – a terceira dama -tirou a rival do local e o transformou conforme seu próprio estilo sombrio e imponente. Não vamos detalhar a história de todas as damas, mas só por essa pincelada você pode ter uma ideia do tipo de local que vai encontrar. Chenonceau é pequeno se comparado a outros chateaux do Vale do Loire, como Chambord e Amboise, mas sua construção sobre arcadas que formam uma ponte sobre o Rio Cher lhe confere uma beleza única.

Além disso, todas as salas, salões, quartos, bibliotecas, halls, escritórios e etc são lindamente decorados com mobília original da época de Diane e Catarina. Do lado de fora, destaque para a torre de menagem – que fica separada do edifício principal – e para os jardins planejados. O da direita de quem entra foi mandado construir por Catarina, e o da esquerda, por de Diane. Não deixa de cruzar para o outro lado do rio e observar o castelo de ângulos diferenciados. Se puder e quiser, alugue um barco a remo para chegar mais próximo dele e deslizar pela água sob as arcadas. O Château de Chenonceau está localizado na cidade do mesmo nome, a 47 quilômetros de Blois e a 33 quilômetros de Tours.

Estas são as duas cidades mais usadas como base pelos turistas para conhecer todos os castelos da região. Recomendamos que você alugue um carro para facilitar e agilizar as visitas, mas é possível fazer os deslocamentos com uma combinação de transportes públicos. A partir de Blois, você deve pegar um trem regional até a estação de Amboise – cerca de 20 minutos de viagem a 7,20 euros – e, de lá, embarcar em um táxi para percorrer os 15 quilômetros restantes ou alugar uma bicicleta. A partir de Tours a coisa é mais simples, sendo que basta pegar o trem local entre as duas cidades. A viagem dura cerca de 30 minutos, custa 7 euros o trecho e você desembarca quase na frente do castelo.

Saindo de Paris (a 237 quilômetros), é preciso pegar o trem TGV que parte da Estação de Montparnasse e vai até a cidade de Saint-Pierre-des-Corps em uma hora de viagem. Lá, você vai trocar para um trem regional, que precorre o trajeto até a estação de Chenonceaux em 30 minutos (sim, o nome da estação tem um ‘x’ no fim). As passagens custam a partir de 32 euros o trecho. Para mais  informações e compra de passagens, acesse o site da SNCF.

Os ingressos para o castelo custam 14 euros – ou 18 com audioguia – e podem ser adquiridos na hora ou com antecedência, por meio da bilheteria online. O Château de Chenonceau abre todos os dias do ano, sempre às 9h30. O horário de fechamento muda um pouco conforme a época do ano: às 17h de 14 de novembro a 21 de fevereiro; às 17h30 de 22 de fevereiro a 25 de março; às 18h de 2 a 13 de novembro; às 18h30 de 1º de outubro a 1º de novembro; às 19h de 26 de março a 31 de maio; às 19h30 de 1º a 30 de junho e de 1º a 30 de setembro; e às 20h de 1º de julho a 31 de agosto.

O que fazer na França - Château de Chenonceau

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 3 – Museu D’Orsay

O Museu D’Orsay, em Paris, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França porque abriga o principal acervo do mundo dedicado ao impressionismo, realismo e simbolismo. É o segundo museu mais procurado da cidade, perdendo apenas para o super popular Louvre. Todos os maiores artistas da segunda metade do século XX e do início do século XIX têm obras expostas lá. Entre as principais, destacamos o Bal du Moulin de la Galette, obra prima do pintor impressionista francês Pierre-Auguste Renoir; o mais famoso dos 43 autorretratos de Van Gogh; Femmes au Jardin, que marcou as primeiras pinceladas impressionistas de Claude Monet; Prima Ballerina, de Edgar Degas; e Olímpia, de Edouard Manet, entre muitas outras.

Além das pinturas, estão expostas ao longo dos cinco andares do museu esculturas célebres, objetos decorativos, fotografias e desenhos, testemunhos da incrível vitalidade da criação artística que efervesceu na Europa entre 1848 a 1914 . Não bastasse esse gigantesco e variado acervo, o D’Orsay funciona na estação ferroviária construída para a Exposição Universal de 1900, pelo arquiteto Victor Laloux. O prédio é belíssimo por dentro e por fora. Não deixe de subir até o último andar onde, além de uma parte importante da exposição, encontra-se o gigantesco relógio da estação. O prédio está localizado na margem esquerda do Sena, exatamente do lado oposto do Louvre e dos Jardins des Tuileries.

São apenas 12 minutos de caminhada desde o vizinho mais famoso. Para chegar de transporte público, você pode utilizar a linha 12 do metrô e descer na Estação Solférino, que fica a apenas 300 metros do museu; a linha C do trem RER e descer na Estação Musée d’Orsay, exatamente em frente à entrada; ou ainda os ônibus de número 24, 63, 68, 69, 73, 83, 84, 94. O acervo abre de terça a domingo, das 9h30 às 18h, sendo que nas quintas a visitação é estendida até as 21h45. Ou seja, o museu fica FECHADO NAS SEGUNDAS. O ingresso custa 12 euros, com exceção do primeiro domingo de cada mês, quando o acesso é gratuito. Menores de 18 anos nunca pagam entrada. Mais informações podem ser obtidas no site do museu.

O que fazer na França - Museu D’Orsay

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 4 – Cidade de Carcassonne

Não há como não se apaixonar por ela, nem deixá-la fora da sua lista de o que fazer na França! Considerada a mais bem preservada das cidades medievais da Europa, Carcassonne reluz em meio às montanhas do sul da França, onde surgiu como um bastião de defesa das fronteiras do reino. Cercada por nada menos do que três quilômetros de muralhas e 52 torres construídos entre os anos 890 e 910, a cidade-fortaleza impedia as invasões dos normandos. Mas, quando o território da França se expandiu e aquele ponto deixou de ser uma fronteira, Carcassonne perdeu seu poderio e prestígio. Só em 1853, o arquiteto Violet-le-Duc empreendeu o restauro da chamada Cité, a parte murada da cidade, devolvendo-lhe o esplendor dos tempos medievais. O trabalho foi tão bem feito que atraiu os olhares do mundo todo, inclusive de Walt Disney.

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A cidade foi sua inspiração para desenhar o castelo de um dos seus maiores clássicos: ‘A Bela Adormecida’. Não deixe de passar pelo menos um dia e uma noite na cidade para mergulhar de cabeça no clima de conto de fadas. Para garantir isso, hospede-se dentro da Cité, que é a parte de Carcassonne que fica dentro dos muros (o município hoje estende-se muito além da antiga fortaleza). O único ponto turístico que existe na cidade é o castelo, chamado de Château Comtal, e você não pode deixar de visitá-lo, já que ele é a porte de entrada para percorrer as muralhas do alto. Dedique o resto do tempo na cidade para se perder pelas ruelas estreitas, tirar muitas fotos das casinhas fotogênicas, se deliciar com os restaurantes que servem comida típica da região de Toulouse e namorar as vitrines das inúmeras lojas de souvenires.

No fim da tarde, desça a colina e vá até o rio para ter uma visão da Cité iluminada pelo sol dourado do entardecer. Carcassone está localizada na região francesa de Languedoc-Roussillon, 730 quilômetros ao sul de Paris e 90 quilômetros a sudeste de Toulouse. Ela conta com seu próprio aeroporto regional e conexões de trem regulares partindo de várias localidades da França. Um ônibus da empresa Eurolines, com saídas diárias de Nice e paradas em algumas cidades do sul do país, também passa por Carcassonne. Outra rota para visitar a cidade é vindo de Barcelona, na Espanha, que está a apenas 300 quilômetros de distância. É possível fazer a viagem de ônibus ou mesmo a bordo do TGV, o trem de alta velocidade francês. Tanto da estação de trem quanto do aeroporto, é preciso pegar um shuttle ou táxi até a cidade murada.

O que fazer na França - Carcassonne

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 5 – Catedral de Notre-Dame

Segundo maior símbolo da capital da França, a Catedral de Notre-Dame de Paris marca o ponto onde a cidade nasceu, sobre a Île de la Cité, no Rio Sena, e não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. O templo é uma das principais construções em estilo gótico da França e se tornou célebre no mundo todo graças ao romance O Corcunda de Notre-Dame, de Victor Hugo. Sua construção foi iniciada no ano de 1163 e é dedicada à Virgem Maria – daí o nome Notre-Dame, que em francês significa ‘nossa senhora’. Antes mesmo de entrar na igreja, admire a suntuosa fachada adornada por três portais e duas torres de 69 metros de altura. Não deixe de fazer a subida às torres, de onde é possível visualizar toda região central de Paris e ver de perto as famosas gárgulas.

Ainda do lado de fora, dê uma volta no templo para visualizar sua parte dos fundos, os famosos e enormes arcobotantes dão sustentação a todo o edifício. Do lado de dentro da igreja, a atração é o gigantesco vitral em forma de rosácea, com 13 metros de diâmetro. Notre-Dame fica no coração de Paris, literalmente, e pode ser facilmente alcançada a pé desde outros pontos turísticos de Paris, como o Museu do Louvre (1,5 quilômetros) e o Jardin du Luxembourg (1,1 quilômetros). Via transporte público, o acesso à catedral é feito pela linha 1 do metrô, estações Hôtel de Ville ou Châtelet; linha 4, estações Cité ou Saint-Michel; linhas 7, 11 e 14, Estação Châtelet; ônibus número 21, 38, 47, 58, 70, 72, 74, 81, 82, 82 e Balabus; além das linhas B e C do trem RER, estações Châtelet e Saint-Michel respectivamente.

A entrada na catedral é gratuita, mas bolsas grandes e mochilas não são permitidas devido às medidas de segurança tomadas na cidade desde os atentados de novembro de 2015. O horário de visitação é das 7h45 às 18h45 durante a semana, e até as 19h15 nos sábados e domingos. Já para subir às torres, é preciso pagar um ingresso de 10 euros ou apresentar o Paris Museum Pass. A entrada fica na rua lateral à esquerda de quem olha para a fachada da catedral. Os horários de visitação são das 10h às 17h30 de 1º de outubro a 31 de março; e das 10h às 18h30 de 1º de abril a 30 de setembro (em julho e agosto, o horário de fechamento é estendido até as 23h nas sextas e sábados). Para maiores informações, acesse o site da catedral ou o site das torres de Notre-Dame.

O que fazer na França - Catedral de Notre-Dame

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 6 – Cidade de Nice

Nice é a segunda cidade mais turística do país, perdendo apenas para Paris, possui mais de oito quilômetros de praias  e não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França! Clássico balneário de férias há mais de 50 anos, esta antiga cidade italiana dispensa grandes apresentações. Hoje no território francês da Côte D’Azur – extremo sul do país e quase na fronteira com Mônaco e a Itália -, Nice forma, junto com Cannes e Saint Tropez, a tríade de praias mais procuradas da Europa, desde por mochileiros e famílias em férias até pelo ex-casal Brad Pitt e Angelina Jolie, que tiveram seus gêmeos no hospital local.

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A praia local é de pedrinhas e se estende entre as águas muito azuis do Mediterrâneo e a badalada ‘Promenade des Anglais’, o calçadão que começa aos pés da Colina do Castelo e segue até o aeroporto. Quem não quiser gastar mais do que o necessário pode estender sua esteira nas pedras, comprar comida no supermercado e utilizar os banheiros e chuveiros públicos espalhados ao longo da praia. Quem estiver com orçamento de viagem liberado, pode aproveitar os sofisticados e badalados restaurantes e ‘beach clubs’ à beira-mar, sendo que alguns contam com piscinas e pista de dança com DJ. A programação em Nice é basicamente morrer na praia, mas não deixe de subir a Colina do Castelo para ter uma bela vista do mar azul de cegar os olhos lá embaixo.

Outra boa pedida é passar um dia na praia vizinha de Villefranche-sur-Mer, esta sim de areia. A viagem de trem não leva mais do que 10 minutos e custa US$ 4,45 ida e volta. Nice está localizada 840 quilômetros ao sul de Paris, 190 quilômetros a leste de Marseille e 13 a oeste de Mônaco. A principal porta de entrada para a cidade é o seu movimentado aeroporto regional, que fica a 7 quilômetros do centro da cidade e é facilmente acessível via transporte público. Mas é possível chegar ainda de trem ou ônibus que saem de diversas localidades da França, Mônaco e Itália. Desde Paris, é preciso tomar o TGV que vai até Marseille e, de lá, outro trem regional para Nice, por exemplo. Saindo de Gênova, na Itália, há uma rota de ônibus da empresa FlixBus que percorre o trajeto em 2h30 por a partir de 9 euros.

O que fazer na França - Nice

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 7 – Arco do Triunfo

O Arco do Triunfo é um monumento construído entre 1806 e 1836, em Paris, para celebrar as vitórias militares do Imperador Napoleão Bonaparte e não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Inspirada no Arco de Tito, do século I e que ainda ergue-se do lado de fora do Coliseu, em Roma, a obra monumental do arquiteto Jean Chalgrin tem 50 metros de altura por 45 metros de largura. Em seu exterior estão gravados os nomes de 128 batalhas e 558 generais. No centro do Arco do Triunfo fica o túmulo do soldado desconhecido, uma forma de homenagear todos os militares cujos corpos não puderam ser recuperados.

Dentro do arco não há nada para se ver, mas vale a pena encarar os 284 degraus até o topo para descortinar belas vistas da região da Champs Elysées. Não deixe de dar uma passada pelo arco à noite, se puder, pois ele fica muito bonito todo iluminado! O monumento está localizado na praça Charles de Gaulle, no fim da Avenida Champs Elysées – o lado oposto à Place de la Concorde. O local também é conhecido como ‘etoile’, ou ‘estrela’,  por ser o eixo radial de onde partem 12 ruas e avenidas da cidade. Por isso – e preste atenção, por favor – não é possível passar para o Arco do Triunfo atravessando a rua!!!

Existe uma passarela subterrânea que liga as vias à praça, basta procurar a entrada mais próxima. O acesso via transporte público pode ser feito através da linhas 1, 2 e 6 do metrô, Estação Charles de Gaulle-Etoile; da lina A do trem RER, Estação Charles de Gaulle-Etoile; e dos ônibus número 22, 30, 31, 52, 73, 92 e Balabus. Para subir no arco é preciso pagar 12 euros pelo ingresso ou apresentar o Paris Museum Pass. O monumento abre das 10h às 22h30 de 1º de outubro a 31 de março, e até as 23h de 1º de abril a 30 de setembro. Para mais informações, acesse o site do Arco do Triunfo.

O que fazer na França - Arco do Triunfo

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 8 – Château de Chambord

Chambord é o maior e um dos mais populares castelos do Vale do Loire, local onde tradicionalmente habitava a corte francesa antes da construção de Versailles. A ideia original era que o prédio serviria apenas como pavilhão de caça para o Rei Francisco I, que dividia sua residência entre os vizinhos chateaux de Blois e Amboise. Mas o projeto foi alterado consideravelmente ao longo dos quase 20 anos que levaram sua construção (1519-1547), e o resultado acabou surpreendendo a todos, até mesmo rei. O castelo era tão magnífico que ele convidou seu inimigo, o Imperador Carlos V, para visitá-lo e, assim, demonstrar toda sua riqueza e poder. Por isso, ele não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França.

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Chambord é um castelo único no mundo devido à mistura de arquitetura em estilo renascentista francês com elementos medievais – como o fosso, por exemplo – e estruturas clássicas italianas. O projeto original do Château de Chambord é atribuído a Domenico da Cortona, mas teorias recentes sugerem que Leonardo da Vinci pode ter se envolvido no projeto. O gênio italiano era amante de Francisco I e vivia muito perto de Chambord, no Château du Clos Lucé. As suspeitas surgiram principalmente a partir da impressionante escadaria em dupla-hélice, que é a peça central do palácio. As duas hélices dão acesso aos três andares sem nunca se encontrarem, iluminadas por uma espécie de farol no ponto mais alto do edifício.

Em formato de fortaleza, o palácio é cercado por muralhas e quatro torres que abrigam 440 salas, 365 lareiras e 84 escadarias. O castelo é constituído ainda por uma fachada de 128 metros, mais de 800 colunas esculpidas e um telhado elaboradamente decorado. O telhado de Chambord – que você pode visitar – é outro traço da construção que tem sido atribuído a da Vinci. Neles, onze tipos de torres e três tipos de chaminés sem simetria lembram o ‘skyline’ de uma cidade, atendendo ao desejo de Francisco I para que a construção se parecesse com a silhueta da antiga Constantinopla – hoje, Istambul. Cercando todo o impressionante conjunto, há um jardim formal francês e um canal.

Chambord está localizado a 20 quilômetros de Blois e a 80 quilômetros de Tours, que são as duas cidades mais usadas como base para se conhecer este e os outros vários castelos do Vale do Loire. A melhor opção para fazer este passeio é alugar um carro e, assim, se deslocar facilmente entre os chateaux. Quem optar pelo transporte público, deve pegar o ônibus Navette Route 41, que parte do lado de fora da estação ferroviária de Blois em direção a Chambord às 9h30 e 11h30 (retorno às 14h05, 15h45 e 18h05). Mas atenção, porque este coletivo só opera de 1º de abril a 5 de novembro e apenas nas quartas, finais de semana, feriados ou durante as férias escolares francesas. Nos outros dias e meses do ano, a opção é buscar pela linha regular de ônibus número 2.

Saindo de Tours, é preciso primeiro percorrer de trem o trajeto até Blois (diversos horários por dia, viagem de 30 minutos, custo de 11,20 euros o trecho) e, depois, pegar a navette. Já quem quiser fazer o trajeto desde Paris (a 180 quilômetros) sem carro, deve embarcar no trem que sai da Estação Austerlitz e descer na Estação Blois-Chambord, de onde se pode pegar um táxi até o palácio ou a navette. A viagem dura cerca de 2 horas no total. A visitação pode ser feita todos os dias, das 9h às 18h de 1º de abril a 31 de outubro; e das 9h às 17h de 1º de novembro a 30 de março. Os ingressos custam 13 euros, sendo que menores de 18 anos não pagam. Para mais informações, acesse o site do palácio.

O que fazer na França - Château de Chambord

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 9 – Rio Sena

O Rio Sena nasce na região de Côte-d’Or e deságua no Canal da Mancha, mas praticamente ninguém sabe ou se importa com isso. O que se sabe e lembra é que, em uma de suas ilhas nasceu a tribo celta dos parisii, os fundadores da cidade de Paris. E até hoje suas águas cortam a cidade mais linda do mundo, tornando-se um dos seus maiores símbolos e uma das coisas imperdíveis o que fazer em Paris. Tanto que a capital da França é tradicionalmente dividida entre a ‘rive gauche’, ou margem esquerda; e a ‘rive droite’, ou margem direita.

Todas as principais atrações turísticas de Paris estão localizadas a poucos metros de distância do rio, entre elas a Torre Eiffle, o Museu do Louvre, o Museu d’Orsay, os Jardins des Tuileries e a Place de la Concorde, entre muitos outros; ou mesmo dentro do próprio rio, na Île de la Cité, como a Catedral de Notre-Dame e a Saint Chapelle. O Sena estará sempre por perto durante sua visita a Paris e comporá o eixo central do roteiro pela Cidade Luz. Durante o verão, aproveite a praia artificial que é montada em suas margens. Fora da estação mais quente do ano, aproveite para passear sem pressa pelas suas margens, apreciando os inúmeros barcos que cruzam o Sena carregados de produção agrícola, produtos ou turistas.

Falando neles, fazer um cruzeiro pelo rio é um dos passeios mais populares da cidade. Há desde tours simples com uma hora de duração até jantares requintados, que entram a noite acompanhados de muita champanhe e shows musicais. Para os mais econômicos, uma voltinha no Batobus – o barco que funciona como um ônibus e para em várias estações ao longo do curso d’água – deve bastar. De cima ou de baixo, não deixe de admirar as famosas pontes que ligam as margens do Sena, sendo as mais bonitas a Neuf (na foto) e a Alexandre III.

O que fazer na França - Rio Sena

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 10 – Cidade de Saint-Émillion

Localizada próxima a Bordeaux, no sul da França, Saint-Émilion costuma ser procurada pelos apaixonados por vinhos. É dos vinhedos desta minúscula cidade medieval que saem algumas das garrafas mais valiosas do famoso vinho Bordeaux e todas as suas variantes. Não dispense a visita a um château produtor, mesmo se não for fã de vinho, pois as degustações podem ser feitas a preços acessíveis, e o visual dos campos lotados de uvas vale a pena. Não bastasse abrigar o precioso líquido, Saint-Émilion é uma cidade medieval tombada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco e, por isso, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França.

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Coloque um sapato confortável e reserve pelo menos um dia para se perder pelas ladeiras de pedra, visitar a Torre do Rei – de onde se descortina uma bela visa da vila – e a inusitada Igreja Monolítica (na foto). A minúscula cidade está localizada na região francesa de Aquitaine, 480 quilômetros ao sul de Paris e a 35 de Bordeaux. É desta última que a grande maioria dos turistas costuma fazer viagens de bate-volta, já que está a apenas 40 minutos de trem de Saint-Émilion e, sendo uma cidade grande, oferece inúmeras opções de hospedagem. Também é em Bordeaux que está localizado o aeroporto mais próximo e de onde parte a única linha de ônibus para Saint-Émilion, na rota até Libourne.

O que fazer na França - Cidade de Saint-Émillion

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 11 – Sainte-Chapelle

A Sainte-Chapelle é uma capela gótica construída no século XIII pelo Rei Luís IX (mais tarde São Luís) para servir o palácio real. Nada restou daquela residência dos monarcas da França e, hoje, a capela está localizada no pátio interno do Palácio da Justiça de Paris, na Île de la Cité. O templo tem dois andares, sendo que a parte inferior era reservada aos funcionários e moradores do palácio, e a superior para a família real. Mas o motivo pelo qual a Saint-Chapelle não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França são seus 1.113 vitrais.

Eles estão espalhados por 15 janelas com 15 metros de altura, emoldurados por um delicado trabalho em pedra e que retratam histórias bíblicas do Velho e do Novo Testamento. Uma rosácea foi acrescentada ao conjunto no século XV. Durante a Revolução Francesa, a capela foi transformada em escritório administrativo. Os vitrais acabaram tapados com enormes armários, sendo assim preservados do vandalismo que se cometia contra o antigo patrimônio da coroa. A Sainte-Chapelle fica a apenas 500 metros de distância da Catedral de Notre-Dame e exatamente ao lado da Conciergerie.

A maioria dos turistas aproveita o ingresso combinado com esta que foi a prisão da Revolução Francesa e de onde Maria Antonieta saiu para a guilhotina. Via transporte público, o acesso pode ser feito pela linha 4 do metrô, Estação Cité; ou pelos ônibus de número 21, 27, 38, 85, 96 e Balabus. Os ingressos custam 10 euros, ou 15 se combinados com a Conciergerie (ambos aceitam o Paris Museum Pass). O horário de visitação é das 9h às 17h de 1º de outubro a 31 de março; e das 9h às 19h de 1º de abril a 30 de setembro. Para mais informações, consulte o site da capela.

O que fazer na França - Sainte-Chapelle

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 12 – Mont Saint-Michel

O Mont Saint-Michel é uma incrível obra da engenharia medieval que recebe nada menos do que 2,5 milhões de turistas por ano e que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Trata-se de uma ilhota rochosa na foz do Rio Couesnon, no departamento da Mancha, onde foi construído uma abadia. Sua história remonta ao longínquo ano de 708, quando o bispo de Avranches teve uma visão e, seguindo-a, mandou construir na ilhota um santuário em honra a São Miguel Arcanjo. No século XI, o pequeno santuário foi substituído por uma colossal abadia, erguida sobre um conjunto de criptas que dão sustentação ao edifício sobre as rochas e se projeta a 170 metros de altura.

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A abadia tornou-se um importante centro de peregrinação e, ao redor dela, desenvolveram-se o mosteiro e também um vilarejo. Este mosteiro foi fortificado no século XIII e, durante a Guerra dos Cem Anos, resistiu a todas as tentativas de invasão inglesa. Depois da extinção das ordens religiosas determinada pela Revolução Francesa, o Mont Saint-Michel passou a funcionar como prisão, tendo sido tombado como Patrimônio Mundial da UNESCO em 1979. Além de ser uma construção assombrosa para a época, outra peculiaridade que leva tantos visitantes ao local é o fato de a ilhota ser ligada ao continente através de um istmo natural que é coberto pela maré alta e descoberto na baixa. Assim, é possível ver apenas um monte ou uma ilha completa dependendo da altura da água.

Para ver o fenômeno da subida ou descida, é preciso estar em Saint-Michel duas horas antes do horário previsto para a maré (você pode consultar o calendário aqui). A visitação ao Mont Saint Michel é livre e gratuita. Quem for conhecer o ponto turístico de carro, deve deixá-lo estacionado no centro de visitantes e seguir até a ilhota a pé (cerca de 50 minutos de caminhada), ou a bordo do shuttle gratuito que opera entre os dois pontos das 7h30 à meia-noite. Além de estacionamento, o local oferece serviço de toiletes e internet wifi livre. Não há depósito de bagagens. Quem for passar a noite hospedado em um dos hotéis que ficam na ilhota deve solicitar ao estabelecimento seu código de acesso ao estacionamento, deixar o carro lá e seguir para o monte no shuttle.

Quem chegar de trem deve desembarcar na estação de Pontorson, de onde também parte um shuttle até Saint-Michel por 2,80 euros o trecho (consulte os horários aqui). Saindo de Paris via Estação Saint-Lazare, é preciso pegar um comboio comum até Caen e fazer uma conexão com um trem regional que vai para Pontorson. Via Estação Montparnasse, você sobe a bordo do ‘train à grande vitesse’ – ou TGV – até Rennes ou Dol de Bretagne e depois faz a mesma conexão local até Pontorson. Embora um tanto mais cara, a viagem no TGV dura apenas 2h45, o que torna o passeio um agradável bate-volta desde a capital da França. Mas se você quiser o monte todo iluminado, recomendamos que durma pelo menos uma noite na cidade.

O que fazer na França - Mont Saint-Michel

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 13 – Basílica do Sacré-Coeur

A Basílica do Sacré-Coeur – ou Sagrado Coração – é uma atração relativamente jovem na capital francesa, já que foi aberta ao público apenas após a Primeira Guerra. O que não significa que não seja um dos pontos turísticos mais procurados de Paris e que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Ela está localizada no ponto mais alto da cidade, no coração do bairro boêmio de Montmartre, e do topo de suas famosas escadarias é possível descortinar belas vistas. Construída em mármore travertino, a basílica reluz como uma joia branca.

O templo tem o formato de uma cruz grega e é adornado por quatro cúpulas que chegam aos oitenta metros de altura. Sua construção ocorreu entre 1875 e 1914 como fruto de uma promessa feita por Alexandre Legentil e Hubert Rohault de Fleury de erguer uma igreja caso a França sobrevivesse à Guerra Franco-Prussiana. A visitação ao interior da igreja é livre e gratuita, podendo ser feita das 6h30 às 22h30. Os horários das missas e demais celebrações religiosas podem ser consultados no site oficial da basílica. Já para conhecer a cúpula, é necessário pagar um ingresso – nenhum site deixa claro o valor oficial, mas deve girar em torno de 6 euros – e encarar os 300 degraus da subida.

A entrada ocorre das 8h30 às 20h de maio a setembro, e das 9h às 17h de outubro a abril. O Sacré-Coeur é acessível via transporte público desde as estações de metrô de Anvers – linha 2, a duas quadras da igreja – e Abesses – linha 12, a três quadras -, além dos ônibus de número 30, 31, 80 e 85, que deixam você aos pés da escadaria. Você pode subir até a basílica com o funicular ao custo de uma passagem de metrô, ou a pé. Neste caso, fique atento aos seus pertences e não se deixe parar nas escadarias por estranhos, já pequenos golpistas e ‘pick pockets’ rondam os turistas.

O que fazer na França - Basílica do Sacré-Coeur

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 14 – Château de Amboise

Mesmo não sendo tão imponente quanto Chambord, nem tão romântico quanto Chenonceau, o Castelo Real de Amboise é um dos mais interessantes de se vistar no Vale do Loire e não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Estrategicamente posicionado do outro lado do rio, o edifício erguido no século XI chegou às mãos da Coroa Francesa em 1434, tendo sido escolhido como uma das residências dos monarcas na região que concentrava a nobreza do reino até a construção de Versailles. O castelo passou por muitas ampliações e melhorias, tendo atingido seu auge sob Francisco I.

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O estilo gótico domina o edifício, com destaque para a ala Carlos VIII, que compreende os alojamentos do rei e da rainha; e a capela de Saint-Hubert. É nela que está enterrado o gênio italiano Leonardo da Vinci, amante de Francisco I e que viveu até a morte no vizinho Château du Clos Lucé. Amboise abre para visitação todos os dias da semana, das 9h às 12h30 e das 14h às 16h45 em janeiro, dezembro e segunda quinzena de novembro; das 9h às 12h30 e das 13h30 às 17h em fevereiro; das 9h às 17h30 em março e na primeira quinzena de novembro; das 9h às 18h30 em abril, maio e junho; das 9h às 19h em julho e agosto; das 9h às 18h em setembro e outubro.

Os ingressos custam 11,70 euros. O castelo está situado na cidade de Amboise, a 25 quilômetros de Tours e a 35 de Blois – que são as duas cidades mais usadas como base pelos turistas para visitar o Vale do Loire. Para chegar usando transporte público, basta pegar um trem regional desde Blois (7,90 euros o trecho, 20 minutos de viagem), Tours (5,70 euros, 25 minutos) ou Paris – Gare d’Austerlitz (a partir de 15 euros, 1h55). Da estação de trem de Amboise até o castelo, no centro da cidade, são menos de 20 minuto de caminhada.

O que fazer na França - Château de Amboise

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 15 – Jardin des Tuileries

O Jardin des Tuileries – ou Jardim das Tulherias em bom português – é um dos parques mais populares e visitados de Paris e não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Contribui muito para isso sua localização privilegiada, na margem direita do Rio Sena e entre o Museu do Louvre e a Place de la Concorde. O espaço verde surgiu no século XVI por ordem da Rainha Catarina de Médicis para decorar o entorno do Palácio das Tulherias, onde ela passava seu tempo livre. Em 1664, o arquiteto André Le Nôtre, autor do projeto dos famosos jardins que rodeiam o Palácio de Versalhes, transformou-o num parque no estilo francês, formal e simétrico. O ponto alto do Tuileries são os dois grandes lagos artificiais, onde crianças costumam pilotar barcos a motor.

Entre as alamedas sombreadas, espalham-se dezenas de estátuas ornamentais e os pavilhões do Musée de l’Orangerie e o Jeu de Paume, sedes de importantes exposições de arte contemporânea. O Tuileres abriga ainda cafés, restaurantes, mesas e cadeiras ao ar livre que o tornam um passeio ideal para os ensolarados dias de verão e primavera. O acesso ao jardim é livre e gratuito, podendo ser feito das 7h30 às 19h30 do último domingo de setembro ao último sábado de março; das 7h às 21h do último domingo de março até 31 de maio; e das 7h às 23h de 1º de junho até 31 de agosto. O acesso via transporte público é farto, sendo feito principalmente pelas estações de metrô Concorde – linhas 1, 8 e 12 – ou Palais Royal-Louvre – linhas 1 e 7.

O que fazer na França - Jardin des Tuileries

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 16 – Place de la Concorde

A Place de la Concorde – ou Praça da Concórdia em bom português -, localizada no coração de Paris, é a segunda maior da França. Mas ela no pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França mais pelo seu simbolismo e história do que pela arquitetura do local. Uma história banhada a sangue. Em 1770, dois anos antes de ser formalmente inaugurada, a praça foi palco da morte de 133 pessoas pisoteadas durante as comemorações do casamento do futuro Rei Luís XVI com Maria Antonieta. Mas o horror maior ainda estava por vir. Em 1792, foi instalada ali a guilhotina que se tornaria símbolo da Revolução Francesa.

Das 2.498 pessoas decapitadas na capital naquele período, nada menos do que 1.119 perderam suas vidas diante das multidões que lotavam a Place de la Concorde. Entre elas estavam justamente Luís XVI e Maria Antonieta. Com o fim da Revolução, alguns projetos foram elaborados para deixar no passado a história sombria da praça, que foi rebatizada de Concorde em 1830. No ano seguinte, o governo do Egito ofereceu à França como presente um obelisco de 3.300 anos e 30 metros de altura. Decidiu-se por ergue-lo no centro da praça por não representar ou lembrar nenhum acontecimento político, o que acabou levando a uma arriscada operação de engenharia realizada em 1836.

As duas fontes monumentais – Fontaine des Mers and Fontaine des Fleuves – foram acrescentadas em 1840. Localizada entre o Jardin des Tuileries e o início da Avenida dos Champs-Élysées, na margem direita do Rio Sena, a praça é amplamente servida por serviços de transporte público. Os mais indicados são a Estação Concorde do metrô – linhas 1, 8 e 12 – e os ônibus 42, 73, N11 e N24 – desembarque na parada Concorde-Cours la Reine. À noite, o conjunto fica lindamente iluminado.

O que fazer na França - Place de la Concorde

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 17 – Palácio de Versailles

Não existe a menor dúvida de que Versailles é o maior, mais suntuoso e belo palácio que existe para se conhecer no mundo todo e com certeza não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Construído pelo Rei Luís XIV a partir de 1664, foi, até a prisão da família real pela Revolução Francesa em 1789, o centro da monarquia absolutista iniciada pelo Rei Sol. Um lugar que abrigava alguém tão poderoso a ponto de dizer ‘o Estado sou eu’ tinha que fazer jus ao seu governante. O Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas, 352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque que abrigam os famosos jardins formais franceses do arquiteto André Le Nôtre, além do Grand e do Petit Trianon.

Não é a toa que é um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebendo em média oito milhões de turistas por ano! Devido a todo esse tamanho, visitar Versailles pode ser um programa para um dia inteiro, dependendo do seu interesse pelo lugar e tempo de viagem disponível. Cada parte do imenso parque possui um horário de funcionamento e um ticket de entrada diferenciado. Os jardins são de visitação livre e gratuita todos os dias de 1º de novembro a 26 de março, das 8h às 18h. Note que, nesse período, as famosas fontes ficam sempre desligadas. De 27 de março a 31 de outubro, a entrada é livre e gratuita das 8h às 20h30 nas segundas e de quarta a sexta. Nas terças, sábados e domingos, os jardins são fechados para a realização de espetáculos de luzes e música nas fontes do parque.

Para assisti-los é preciso comprar o passaporte que dá acesso total ao parque por 27 euros ou um ticket apenas para o jardim, que custa a partir de 8,50 dependendo do show. Confira todos as apresentações disponíveis, datas e horários exatos no site oficial do palácio. Ingressos custam mais barato quando comprados online e podem ser adquiridos através do site da bilheteria de espetáculos de Versailles. Já para visitar o Trianon, que são os palacetes privados do rei (Grand Trianon) e da rainha (Petit Trianon), é preciso ter o passaporte que custa 20 euros sem acesso ao show de fontes e 27 euros com, ou ainda comprar um ticket separado de tudo que sai por 12 euros. O acesso ao Trianon pode ser feito todos os dias MENOS nas segundas, das 12h às 17h30 de 1º de novembro a 31 de março; e das 12h às 18h30 de 1º de abril a 31 de outubro.

Mas a cereja deste imenso bolo decorado é mesmo a visita ao interior do palácio. O ingresso pode ser feito com o passaporte, com um ticket separado que custa 18 euros ou ainda com o Paris Museum Pass. O acesso pode ser feito todos os dias MENOS nas segundas, das 9h às 17h30 de 1º de novembro a 31 de março; e das 9h às 18h30 de 1º de abril a 31 de outubro. Todos os passaportes e ingressos podem ser adquiridos na bilheteria online de Versailles. Para se deslocar por toda a extensão do parque também estão disponíveis serviços de aluguel de bicicleta, carrinhos elétricos, segway, barcos (no Grande Canal) e até mesmo um mini-trem. Chegar a Versailles, que é uma cidade da região metropolitana de Paris, é muito fácil. Há várias opções de transporte público para fazer a viagem de cerca de 30 minutos saindo do centro.

A primeira é pegar a linha C do trem RER e descer na Estação Versailles Château-Rive Gauche, que fica a 10 minutos de caminhada do palácio. A segunda é o trem comum que sai da Gare Montparnasse, descer na Estação Versailles Chantiers e caminhar mais 18 minutos. A terceira é o trem comum que sai da Gare Saint Lazare, descer na estação Versailles Rive Droite e caminhar mais 17 minutos. A quarta é pegar a linha 9 do metrô até a estação final, Pont de Sèvres, de onde sai o ônibus número 171 para Versailles. A quinta e última opção via transporte público é o Versailles Express, um shuttle que parte do estacionamento Bateaux Parisiens, aos pés da Torre Eiffel, nas margens do Rio Sena. Ele sai às 14h e retorna às 18h o ano todo, com uma viagem extra às 8h (retorno 12h30) de abril a outubro, e e pode ser reservado online.

O que fazer na França - Palácio de Versailles

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 18 – Jardin du Luxembourg

Localizado na divisa entre os bairros de Saint-Germain-des-Prés e Quartier Latin, o Jardin du Luxemburgo é um grande parque situado na margem esquerda do Rio Sena e que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Sua história começou em 1611, quando a Rainha Maria de Médicis decidiu construir na capital francesa uma réplica dos famosos Jardins Boboli, que ela conhecera quando criança em Florença (Itália). Da mãos da realeza, o parque passou à propriedade do Senado da França, que está sediado no famoso Palácio do Luxemburgo.

Hoje, o parque se estende por 25 hectares divididos em jardins franceses e jardins ingleses. Entre os dois, encontra-se uma floresta geométrica e uma grande lagoa, onde as crianças costumam pilotar barcos a motor nos dias ensolarados de verão. Há também um pomar de maçãs, um apiário, estufas de orquídeas e um jardim de rosas. Ao longo do parque, espalha-se uma coleção de 106 estátuas decorativas, canteiros floridos, mesas e cadeiras para o lazer ao ar livre. Destaque ainda para a monumental Fonte Medici, localizada no lado direito de quem olha de frente para o palácio.

O Jardin du Luxembourg tem acesso livre e gratuito. A abertura varia conforme a estação do ano, ocorrendo entre 7h30 e 8h15; assim como o fechamento, entre 16h30 e 21h30 (consulte aqui o horário exato). O parque está localizado a poucos minutos de caminhada de outras atrações de Paris, como o Panteão (7 minutos), Museu Cluny (8 minutos) e Igreja de Saint-Sulpice (4 minutos). Também é amplamente servido por transporte público, sendo os acessos mais indicados através das estações de metrô Mabillon – linha 10 – e Saint-Sulpice – linha 4 -, além da Estação Luxembourg da linha B do trem RER.

O que fazer na França - Jardin du Luxembourg

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 19 – Château de Cheverny

O Château de Cheverny é um dos palácios mais populares e procurados por turistas que visitam a belíssima região do Vale do Loire, não podendo ficar fora da sua lista de o que fazer na França. Embora não seja majestoso, nem tenha sido habitado por reis e rainhas com outros chateaux próximos, Cheverny tem a seu favor outro aliado famoso: o personagem de histórias em quadrinhos Tintim. Foi neste palácio que o desenhista belga Hergé se inspirou para criar o Château de Moulinsart, onde vive o personagem quando não está em uma de suas aventuras pelo mundo. Além disso, Cheverny é uma fofura, mais lembrando uma casa de bonecas do que um palácio de verdade. Ele foi construído em 1630 em estilo clássico e aberto ao público em 1914. A família proprietária, os marqueses de Vibraye, ainda vive no château.

Você pode visitar tanto o interior do palácio quanto o parque e jardins que o cercam. Nas salas que estão abertas ao público, é possível admirar os belíssimos e muito bem conservados mobiliário e decoração do século XVII. Do lado de fora, a grande atração são os canis. Cheverny é uma propriedade onde se pratica a caça com cães, e uma matilha com nada menos do que 50 animais é criada no local. Quem quiser pode vê-los sendo alimentados – às 11h30 em qualquer dia de 1º de abril a 14 de setembro; e nas segundas, quartas, quintas e sextas de 15 de setembro a 31 de março. Falando em horários, o château abre todos os dias do ano: das 10h às 17h de 1º de novembro até 31 de março; e das 9h15 às 18h30 de 1º de abril a 31 de outubro. Os ingressos custam 11,50 euros.

Barcos e carros elétricos estão disponíveis para aluguel por preços adicionais, assim como a entrada em eventuais exposições que aconteçam no palácio. Visitas guiadas são oferecidas em dias alternados do mês pela taxa extra de 4 euros (confira aqui o calendário). O estacionamento é gratuito. Aliás, alugar um carro é a melhor maneira de chegar a Cheverny e também de visitar os outros chateaux do Vale do Loire. Cheverny está localizado a 15 quilômetros de Blois e a 80 quilômetros de Tours, que são as duas cidades mais usadas pelos turistas como base para conhecer a região. Quem optar pelo transporte público, deve o ônibus Navette Route 41, que parte do lado de fora da estação ferroviária de Blois em direção a Cheverny às 11h30 (retorno às 14h30, 16h10 e 18h30).

Mas atenção, porque este coletivo só opera de 1º de abril a 5 de novembro e apenas nas quartas, finais de semana, feriados ou durante as férias escolares francesas. Nos outros dias e meses do ano, a opção é buscar pela linha regular de ônibus número 4. Saindo de Tours, é preciso primeiro percorrer de trem o trajeto até Blois (diversos horários por dia, viagem de 30 minutos, custo de 11,20 euros o trecho) e, depois, pegar a navette. Já quem quiser fazer o trajeto desde Paris (a 200 quilômetros) sem carro, deve embarcar no trem que sai da Estação Austerlitz e descer na Estação Blois-Chambord, de onde se pode pegar um táxi até o palácio ou a navette. A viagem dura cerca de 2 horas no total. Para maiores informações, consulte o site oficial do palácio.

O que fazer na França - Château de Cheverny

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na França 20 – Museu do Louvre

O Louvre de Paris é nada mais nada menos do que o mais importante e conceituado museu do mundo. Portanto, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na França! Construído originalmente para ser uma simples fortaleza, em 1190, acabou sendo transformado em residência da família real francesa. O palácio foi transformado em museu em 1793 e, hoje, ocupa mais de 73 mil m² onde estão em exposição nada menos do que 35.000 obras de arte! A mais antiga tem sete mil anos de idade e as mais recentes datam de 1848. As coleções do museu são agrupadas em oito departamentos: antiguidades egípcias, antiguidades gregas, etruscas e romanas; antiguidades do Oriente Médio, arte islâmica, pinturas, esculturas, artes decorativas, e impressões e desenhos.

Como ver tudo seria impossível, é melhor pesquisar previamente as obras que você tem interesse em conhecer. As peças mais famosas do Louvre são: os quadros Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, e As Bodas de Caná, de Paolo Veronese (ambos estão no 1° andar, ala Denon, sala 711); a escultura Vênus de Milo (térreo, ala Sully, sala 345); a Esfinge de Tanis (térreo, ala Sully, sala 338); as esculturas Escravo Morrendo e Escravo Rebelde, de Michelangelo (térreo, ala Denon, sala 403); a escultura Vitória de Samotrácia (1° andar, ala Denon, sala 703); o quadro A Rendeira, de Johannes Vermeer (2° andar, ala Richelieu, sala 837); o quadro A Liberdade Guiando o Povo, de Eugène Delacroix (1º andar, ala Denon, sala 700); a escultura Psiqué Reanimada pelo Beijo de Eros, de Canova (térreo, ala Richelieu, sala 403); e a escultura Os Cavalos de Marly (1º subsolo, ala Richelieu, sala 102).

O Museu do Louvre está localizado no coração de Paris, na margem direita do Rio Sena – ou ‘rive droite’ – e muito perto de diversas outras atrações turísticas da cidade. A mais próxima e o Jardin des Tuilleres, que fica logo em frente ao prédio do museu. Logo além dele, está a famosa Place de la Concorde, com seu obelisco (20 minutos de caminhada). E, dela, você desemboca no início da Avenida dos Champs-Élysées, que pode ser toda percorrida a pé até se chegar ao Arco do Triunfo (45 minutos andando no total, desde o museu). Se caminhar na direção oposta, pela beira do rio, você avistará a Ile de la Cité. São apenas 20 minutos andando até chegar à Catedral de Notre Dame de Paris. Para chegar ao Louvre usando transporte público também são muitas as opções.

A mais popular e prática é claro que é o metrô. Você deve pegar as linhas 1 ou 7 e descer na Estação Palais Royal–Musée du Louvre. De ônibus, todas as seguintes linhas param em frente à pirâmide: 21, 24, 27, 39, 48, 68, 69, 72, 81 e 95. Quem chegar a bordo do Batobus – o barco que funciona como um ônibus no Rio Sena -, deve desembarcar na Estação Louvre. O museu abre todos os dias, MENOS NAS TERÇAS-FEIRAS. O horário de funcionamento é das 9h às 18h, sendo estendido até as 21h45 nas quartas e sextas-feiras. Os ingressos custam 15 euros e podem ser adquiridos com antecedência no site oficial do museu. A entrada é gratuita no primeiro domingo de cada mês, mas apenas de outubro a março. Gostou? Confira aqui tudo o que você precisa saber para programar sua visita ao Louvre!

O que fazer na França - Museu do Louvre (Paris)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve na França em julho/2011, agosto/2015 e outubro/2017 ***

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