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10 dicas da Alemanha que você precisa saber antes de viajar

por Escolha Viajar
Dicas da Alemanha - Berlim é uma cidade moderna e cosmopolita, mas sem o charme tradicional europeu

Existe alguma dificuldade em viajar para a Alemanha? É claro que não! Afinal, estamos falando de um dos países mais ricos, abertos e turísticos do mundo. Mas sempre surgem dúvidas na hora do planejamento: quanto vai custar? Quantos dias ficar? Qual a melhor época para viajar? Como vou me comunicar se não sei falar alemão? Para responder estas e outras perguntas, listamos 10 dicas da Alemanha que você precisa saber antes de viajar.

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Não são apenas recomendações gerais, mas também percepções que apenas quem já viajou para lá pode te passar. Você já pensou em acelerar nas autoestradas supervelozes? Pois deveria! Já imaginou que a cerveja da terra da cerveja poderia ser decepcionante? Pois pode! Já pensou em conhecer o Castelo da Cinderela? Pois pode começar a sonhar! Confira 10 dicas da Alemanha e aproveite mais e melhor suas férias neste país tão delicioso.

Dicas da Alemanha 1 – História

Uma viagem à Alemanha é uma grande oportunidade de aprender sobre episódios da nossa história recente que convulsionaram o mundo e que influenciam nossas vidas até hoje. Os mais emblemáticos são o nazismo e suas trágicas consequências – a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto – e a Guerra Fria, simbolizada pela divisão do país pelo Muro de Berlim. Por isso, aproveite para fazer tours temáticos guiados quando estiver por lá.

Nós sempre fazemos e recomendamos os passeios guiados da Sandeman’s, a empresa que criou os ‘free walking tours’. Mas, no caso da Alemanha, o tour gratuito só vai te dar uma pincelada de toda a história. Aconselhamos que você escolha um dos passeios temáticos com base na sua preferência pelos temas. Ou mais de um. No centro da capital, há tours sobre o III Reich e sobre a Alemanha comunista e Muro de Berlim.

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Nos arredores de Berlim, há visitas guiadas ao campo de concentração de Sachsenhausen e a Postdam, a antiga cidade imperial. Também é possível fazer passeios históricos em Munique, onde estão disponíveis, além do tradicional ‘free walking tour’, o sobre o III Reich e visitas ao campo de concentração de Daschau. Além de muito interessantes, eles são baratos, pois são feitos a pé ou usando transporte público. Para saber mais, consulte o site da  Sandeman’s.

Dicas da Alemanha - Faça tours guiados para aprender mais a fundo sobre a história conturbada do país

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 2 – Berlim

Quando escrevi isso pela primeira vez, lá na nossa conta no Instagram (@escolha_viajar), quase fui apedrejada. Mas vou escrever de novo porque é verdade. Berlim não é uma cidade tão bonita e apaixonante como outras da Europa. Você não ficará nas nuvens andando em bulevares charmosos como os de Paris, nem fascinado em meio a ruínas históricas como em Roma. É claro que há coisas muito interessantes a ver e fazer, principalmente em termos de história.

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Podemos citar a visita aos trechos preservados do Muro de Berlim como a principal delas. Mas em termos de beleza e charme, não. A cidade histórica foi quase totalmente destruída durante os bombardeios da Segunda Guerra, o que ajuda a explicar essa ‘vibe’ diferente. A única coisa que ficou em pé foi o Portão de Brandemburgo. Berlim é uma cidade mais moderna, vibrante e cosmopolita, com uma noite tida como a melhor do continente.

Há restaurantes sensacionais onde comer, bares onde beber, museus a visitar, cafés, exposições, festas, tours, atrações. Mas falta aquele encantamento de um ponto turístico marcante, como a Torre Eiffel; de uma arquitetura icônica, como em Praga; de prédios imponentes como os edifícios imperiais de Viena; de um passado milenar preservado, como em Atenas ou Roma. É difícil explicar em um texto, mas se você for a Berlim depois de já conhecer parte da Europa, vai entender.

Dicas da Alemanha - Portão de Brandemburgo foi uma das poucas coisas que ficou em pé em Berlim após a II Guerra

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 3 – Neuschwanstein

Faça o que fizer na Alemanha, fique quanto tempo ficar, mas não deixe de conhecer o Castelo de Neuschwanstein. Esse lugar de contos de fadas está localizado na região dos Alpes da Baviera, quase na fronteira com a Áustria, e pode ser visitado junto com as cidades medievais da Rota Romântica (confira nossa sugestão de roteiro completo) ou mesmo num bate-volta desde Munique. O que faz dele um local tão fascinante?

Neuschwanstein é um dos castelos mais famosos e visitados do mundo todo, tendo sido  construído pelo rei Ludwig II da Baviera, conhecido como ‘Fairytale King’ (Rei dos Contos de Fadas).  Apaixonado por música e pelas óperas de Richard Wagner, ele vivia, para usar uma expressão moderna, no mundo das nuvens. Tanto que decidiu transformar seus devaneios em realidade e, em 1868, mandou construir um castelo no estilo medieval romântico.

Ele se ergue como uma joia branca em meio às montanhas verdejantes. É uma visão tão linda e inspiradora que Walt Disney usou Neuschwanstein como base para desenhar o seu castelo da Cinderela, que aparece na animação homônima de 1950 e que virou realidade no parque temático Epcot Center (Estados Unidos). Por isso, muitas vezes, as pessoas se referem a Neuschwanstein como o Castelo da Cinderela. Veja aqui tudo sobre como visitar Neuschwanstein.

Dicas da Alemanha - Não deixe de visitar o mágico Castelo de Neuschwanstein

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 4 – Carro

Muita gente decide alugar um carro quando viaja para a Alemanha (faça cotação de preços aqui). Não só porque facilita o deslocamento para visitar pequenas cidades medievais, como também por causa da fama das rodovias do país. Dizem por aí que são as melhores do planeta e, pelo que vimos dele até aqui, é a mais pura verdade. As autoestradas, ou ‘autobahns’, são verdadeiros tapetes de asfalto onde você pode dirigir em altíssima velocidade sem que o carro sofra qualquer oscilação.

Tanto que não existe velocidade máxima estipulada para esse tipo de estrada. Aconselha-se a permanecer na casa dos 130 km/h, mas se você fizer isso será ultrapassado por todo mundo, hehe. Muitos dos carros que passaram por nós estavam tranquilamente a mais de 200 km/h. Não é preciso exagerar assim. Além disso, você deve ficar atento à sinalização, pois trechos das autoestradas podem ter um limite de velocidade entre 80 e 130 km/h.

Nas rodovias comuns, o máximo é de 100 km/h. Dentro das zonas urbanas, 50 km/h. Falando em zonas urbanas, fique atento às placas de estacionamento. Nos centros históricos das cidades, especialmente as pequenas, não é permitido parar o carro na rua a não ser que você tenha um selo de morador. Isso vale mesmo para vagas pagas. Na dúvida, pergunte na recepção do hotel onde é permitido estacionar. E prepare-se para nem sempre haver local de graça por perto.

Dicas da Alemanha - Não há limite de velocidade máxima nas autoestradas

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 5 – Custos

Essa é uma das dicas da Alemanha que mais gostamos de dar: é possível sim conhecer a terra da cerveja sem abrir um rombo no orçamento. No geral, os custos de hospedagem no país não são exorbitantes, só um pouco acima da média. Em Berlim, por exemplo, é possível encontrar acomodações em áreas turísticas por menos de US$ 30 a noite. Isso se você estiver disposto a abrir mão de localização central e de um quarto privado, é claro.

Aliás, os dormitórios compartilhados com outros turistas são a salvação de quem tem um orçamento limitado (ou prefere usar seu dinheiro para coisas mais importantes, como beber cerveja alemã, hehe). Confira aqui nossas sugestões de hospedagem econômica na Alemanha. Se locomover dentro das cidades alemãs também não é caro e, como na maior parte da Europa, o sistema de transporte público é muito amplo e eficiente.

Você pode se deslocar pelas principais cidades do país usando apenas as linhas de trem e metrô, que chegam a quase todos os pontos turísticos. A passagem unitária do metrô de Berlim e Munique custa só 2,80 euros. Mas a melhor parte é que se pode percorrer a maior parte dos pontos turísticos a pé mesmo e economizar ainda mais. Para se locomover entre as cidades grandes, há opções de trem e ônibus.

Dicas da Alemanha - Quartos compartilhados são uma boa saída para economizar na viagem

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

O trajeto de Berlim a Frankfurt, a 545 quilômetros de distância, é muito percorrido por turistas e custa a partir de 19,90 euros de trem e de 23 euros de ônibus. Um aluguel de carro + estacionamentos + gasolina sai por pouco mais de 20 euros por pessoa a cada dia. Comida pode ser encontrada por preços muito bons no país. Tanto o que se compra nos supermercados para cozinhar no hostel ou preparar lanches é barato, como comer fora também não vai falir você.

Isso se você souber pesquisar e escolher restaurantes, lancherias e barracas de rua fora do vuco-vuco turístico, é claro. Almoçar em uma das inúmeras barracas de comida espalhadas por Berlim sai por apenas US$ 13 com ‘currywurst’ – linguiça alemã coberta por katchup e curry -, acompanhado de batata-frita e cerveja para duas pessoas. Por fim, há pouquíssimas atrações turísticas na qual é necessário pagar entrada e nas que precisam, muitas vezes, os valores são bem baixos.

Em Berlim, por exemplo, você vai gastar US$ 18,75 para subir na Fernsehturm – a torre de TV, na foto abaixo – e US$ 20,45 pelo ingresso nos cinco museus da Ilha dos Museus. E só. Quem for percorrer a Rota Romântica, vai ter que desembolsar US$ 8,50 para visitar o espetacular Palácio de Würzburg e US$ 26,10 pela entrada combinada para os castelos de Neuschwanstein e Hohenschwangau. Confira ainda nosso relato completo de quanto custa viajar para Alemanha.

Dicas da Alemanha - São poucas as atrações que cobram entrada, entre elas a Fernsehturm

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 6 – Respeito

Assim que começar a passear pela Alemanha, você vai notar o quanto o país procura expressar o arrependimento por todos os erros cometidos por seu povo durante a Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria. Espalhados por Berlim, Munique e muitas outras cidades, há esculturas, placas, fontes, museus e todo tipo de memorial em honra dos que perderam a vida durante este período que manchou tanto a história da Alemanha.

Apenas em Berlim podemos citar o impressionante Memorial aos Judeus Assassinados da Europa, mais conhecido como Memorial do Holocausto; o Sowjetisches Ehrenmal, ou Memorial de Guerra Soviético; a Kaiser-Wilhelm Gedächtniskirche, ou Igreja Memorial do Imperador Guilherme; o Gedenkstätte Berliner Mauer, ou Memorial do Muro de Berlim; entre outros. Estes são locais de luto e de homenagem, e você deve respeitar isso.

Não faça como a maioria dos turistas, que sai falando alto, gargalhando e mesmo gritando pelo meio dos monumentos como se estivesse num bar, e não num memorial. Não suba nos monumentos para tirar fotos, nem fique fazendo gracinhas ou poses ridículas. Você não está na Torre Eiffel. Conhecer locais assim é uma maneira de se conscientizar de coisas horríveis que ocorreram e que não devem se repetir. Mostre o devido respeito aos que se foram.

Dicas da Alemanha - Demonstre o devido respeito em locais como o Memorial do Holocausto

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 7 – Idioma

O alemão não é uma das línguas mais amigáveis para quem é nativo em um idioma latino, como é o caso do português. Além da inversão de frases, como vemos no inglês, eles ainda emendam as palavras umas nas outras, resultando em expressões quase indecifráveis para nós. Mesmo assim, idioma não será um problema para você na Alemanha, desde que fale inglês. A maioria dos alemães, mesmo nas menores e mais remotas cidades, são bilíngues fluentes.

A única dificuldade que se pode vir a ter é com as nomenclaturas de comidas e bebidas. Nos locais frequentados por muitos turistas, os cardápios normalmente tem uma tradução em baixo. Mas isso não é regra. Nos ‘biergartens’, por exemplo, as opções de refeição e de cervejas são escritas em grandes quadros ou placas e não tem tradução. Afinal, por mais cheios de estrangeiros que estejam, são locais de tradição alemã. Nas festas típicas, também.

Dicas da Alemanha - Se você fala inglês, não terá problemas para se comunicar

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

O mesmo vale para restaurantes e bares de cidades pequenas, onde viajantes são coisa um pouco mais rara de se ver. Pesquisar sobre a culinária local antes da viagem pode ser de grande ajuda nessas horas. Assim, você já vai chegar sabendo que ‘eisbein’ é o famoso joelho de porco, e que ‘kartoffelsalat’ não é um palavrão, mas apenas uma salada de batatas. Só que tem muita coisa que foge do nosso alcance, como por exemplo os diferentes tipo de linguiças e de cervejas alemãs.

Impossível pesquisar e decorar tudo. Ajuda um pouco o fato de a grafia de certas palavras ser semelhante ao inglês. Padaria é ‘bäckerei’ em alemão, bem parecido com ‘bakery’. E para todas as situações de comunicação existe a boa e velha mímica – ou o santo Google Tradutor para quem viaja com internet no celular. Basta apontar para o prato que você deseja na mesa ou na mão de outra pessoa e vai conseguir a refeição que deseja.

Dicas da Alemanha - Se não conseguir decifrar o cardápio, aponte para o que você quer comer

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 8 – Cerveja

Como vocês já devem estar cansados de saber, nós somos dois apaixonados por cervejas. Provamos de todos os tipos, de todos os países do mundo pelos quais já passamos. Por isso, nossa expectativa sobre a Alemanha era muito alta. Afinal, estamos falando da terra da cerveja, onde é realizada a maior festa do mundo dedicada à bebida: a Oktoberfest de Munique. Mas temos que confessar que a loira (não tão) gelada do país nos decepcionou um bocado.

Primeiro, porque esperávamos encontrar muitos tipos diferentes de cerveja para provar por bons preços nos ‘biergartens’, bares e barracas de comida de rua. Mas descobrimos que na Alemanha se bebe massivamente cerveja clara e bem leve, do tipo pilsen ou weiss (de trigo). Sem grandes variedades, nem grande sabor. As marcas também nada tinham de diferente das que costumamos encontrar nos supermercados aqui do Brasil, como Paulaner e Augustiner.

Para encontrar a variedade que procurávamos e também cervejas artesanais locais, tivemos que ir a bares e restaurantes especializados. Como a cervejaria Hops & Barley, em Berlim, e o super discreto pub Till Eulenspiegel, em Würzburg. O preço também não é tão atrativo quanto esperávamos de um país que bebe tanta cerveja. O custo de um pint (caneco de 473 ml) gira em torno dos US$ 4,20. Nos ‘biergartens’, os canecões são sempre de litro e custam cerca de US$ 9.

Dicas da Alemanha - As boas cervejas alemãs estão escondidas em pequenas cervejarias e pubs discretos

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Mas o que mais nos incomodou na nossa experiência cervejeira na Alemanha é o fato de a loira nunca estar gelada. Para piorar, nos ‘biergartens’ os canecões de litro que ficam tão legais nas fotos dos turistas viram sopa de cevada nos 500 ml finais. Na famosa Hofbräuhaus de Munique, nenhum de nós dois conseguiu encarar o último terço do líquido no copo. Mas é claro que nada disso invalida a incrível experiência que é beber cerveja na terra da cerveja.

Ir a um ‘biergarten’ e pedir o seu caneco é obrigatório. Os ‘jardins da cerveja’ são espaços abertos onde as pessoas podem se reunir para beber e comer comida típica alemã. Normalmente funcionam em meio a árvores frondosas de um parque ou praça, onde dezenas de mesas de madeira são compartilhadas pelos visitantes. Normalmente, apenas uma marca de cerveja é vendida em cada jardim. O aperitivo mais popular para acompanhar o chope é o pretzel.

Na modalidade alemã ele é gigante e bem salgado. Outra boa pedida é o tradicional joelho de porco, acompanhado de salada de batatas. Não se surpreenda ao ver muitos alemães usando trajes típicos nos ‘biergartens’, pois são locais de tradição. Toda essa convivência e diversão – com direito a brinde coletivo nas mesas e cantoria – é sensacional e vale cada gole de cerveja quente e aguada que você possa vir a beber na Alemanha.

Dicas da Alemanha - Canecão de cerveja de litro = cerveja quente antes de chegar na metade

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 9 – Clima (quando viajar)

A Alemanha está localizada no centro-norte da Europa e seu clima tem como principais características quatro estações do ano bem demarcadas e invernos abaixo de zero. Por isso, sem dúvidas, a melhor época do ano para conhecer o país são os meses de primavera e verão – abril a agosto. A não ser, é claro, que você tenha predileção por neve e não se importe em fazer turismo debaixo de muitas camadas de roupa.

A chuva é bem distribuída ao longo do ano em todo o território alemão. Na região nordeste do país, onde fica Berlim, e na sudoeste, onde fica o Vale do Rio Reno, a precipitação é mais intensa no inverno, enquanto os verões são secos. No extremo norte, onde está localizada Hamburgo, e no extremo sul, onde ficam Munique os Alpes da Baviera, chove tanto no inverno quanto no verão. Com sol ou chuva, o verão é a melhor época para passeios ao ar livre.

Dicas da Alemanha - O verão e a primavera são as melhores épocas do ano para passeios ao ar livre

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Os dias da estação são longos e o calor não chega a incomodar. As temperaturas médias mínimas e máximas em Berlim, por exemplo, ficam entre 12ºC e 24ºC nos meses de junho, julho e agosto. Na estação oposta, os termômetros vão de -2ºC a 4,5ºC nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro. Sendo que estes também são os meses em que mais chove na capital alemã ao longo do ano. Bem mais complicado para fazer turismo, não é mesmo?

Em Hamburgo, a amplitude térmica é menor, com invernos menos frios e verões menos quentes. Na estação mais quente, as médias ficam entre 10ºC e 22ºC. Na mais fria, entre -1,5ºC e 5ºC. Os meses de mais chuva são dezembro, janeiro e fevereiro. Em Munique, a capital da Baviera, os termômetros oscilam entre 10,5ºC e 23ºC no verão e de -3,5ºC a 4,5ºC no rigoroso inverno da região dos Alpes. Os meses de mais chuva são junho, julho e agosto.

Dicas da Alemanha - No verão alemão os dias são mais longos, mas sem calor excessivo

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


Dicas da Alemanha 10 – Visto e vacinas

Brasileiros não precisam de visto para viagens a turismo, por até 90 dias, nos 26 países europeus que fazem parte do chamado Espaço Schengen, entre eles a Alemanha. Esta é uma zona de livre circulação nas fronteiras, o que quer dizer que você só carimba o passaporte no primeiro e no último país pelo qual for passar.

Mas, para entrar no Schengen como turista, é preciso ter em mãos uma série de documentos para comprovar que você não está imigrando ou planejando passar mais tempo que os 90 dias permitidos. Não é necessário nenhum tipo de vacina para entrar na Alemanha, então seu Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) pode ficar em casa.

Leve com você um passaporte válido por pelo menos seis meses, a passagem de saída do Espaço Schengen, reservas de hotéis (quem se hospeda em casa de família ou amigos deve preencher uma carta-convite própria de cada país), comprovantes de que possui renda para pagar a viagem (dinheiro, extrato dos cartões de débito ou carta do banco especificando o limite do cartão de crédito) e comprovante de que tem emprego fixo no Brasil, se for possível.

Além disso, é obrigatório contratar um seguro de saúde internacional no valor de 30 mil euros (faça cotação de preços aqui). Além de conferir a documentação do viajante, as autoridades poderão fazer uma entrevista para confirmar as informações prestadas.

Dicas da Alemanha - Visto e vacinas

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve na Alemanha em julho de 2015 ***

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2 comentários

HELENO MARTINS DA SILVA JUNIOR 24 de julho de 2020 - 17:14

Adorei as informacoes
voces sao demais
grande abraco!!!!!!

Responder
Escolha Viajar 25 de julho de 2020 - 14:15

Olá, Heleno!
Obrigada por compartilhar sua opinião conosco.
Um abraço,
Tici&Marquinhos

Responder

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