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O que fazer na Itália: 10 atrações que você não pode perder

por Escolha Viajar
A Torre de Pisa é o principal cartão-postal da Itália e não pode ficar da sua lista de atrações imperdíveis

É verdade que a Itália tem tantas atrações que seria possível viajar pelo país por pelo menos três meses sem parar? É verdade. Como escolher então o que fazer na Itália em apenas 30 dias (ou menos) de férias? É uma tarefa difícil. Para complicar ainda mais, o país que oferece turismo de todos os tipos – histórico, natural, cultural, gastronômico, religioso etc etc etc.  Mas nós encaramos a tarefa e fizemos uma seleção de 10 coisas no país que são imperdíveis!

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Alguns itens envolvem apenas um ponto turístico, outros, uma região inteira. Mas todos têm uma ligação lógica de proximidade. Não há atrações dos extremos sul e norte do país, por exemplo. Assim, você conseguirá organizar um roteiro pela Itália que caiba nas suas férias, sem perder algumas das visões mais lindas que ela tem a oferecer aos olhos dos viajantes. Aliás, você pode conferir a nossa sugestão de roteiro de viagem aqui.

Não há como não se encantar com tantas igrejas e catedrais, museus e galerias, ruínas e construções milenares, praias e vales, massas e vinhos… Confira 10 atrações da Itália que você não pode perder!

O que fazer na Itália 1 – Veneza

Não bastasse ser uma cidade medieval, Veneza ainda é uma cidade medieval erguida sobre 117 pequenas ilhas separadas por canais e ligadas por centenas de pontes. Some a isso o fato de Veneza ter sido uma República independente do restante da Itália, muito rica e com altíssimo desenvolvimento cultural e arquitetônico. ‘Voilá’! Está completa a fórmula para a criação de um lugar único no mundo.

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Você vai se encantar até o âmago da alma com as ruelas diminutas (e de perder muito por elas), com as dezenas de igrejas, com as icônicas gôndolas singrando os canais e com os casarões medievais adornados com sacadas e janelas no estilo veneziano. Para se ter uma ideia, nenhum prédio em Veneza tem menos de 300 anos!

Veneza não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer na Itália

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Veneza está situada no nordeste da Itália, na região do Vêneto, e, sendo um dos destinos turísticos mais populares do mundo, é de fácil acesso por navio, carro, ônibus, trem ou avião. Reserve pelo menos três dias de viagem para conhecê-la como ela merece. Se quiser visitar cada pedacinho, cinco.

O grande charme de Veneza é que ela é uma atração por si só e caminhar por suas ruas e ruelas já é um tour. Mas claro que há pontos turísticos de destaque na cidade. Não perca Praça de São Marcos, onde estão a basílica e o campanário do mesmo nome (na foto abaixo), além do Palazzo Ducale e da Ponte dos Suspiros; o Canal Grande e a Ponte di Rialto, a Basílica de Santa Maria della Salute e a Punta della Dogana; o tradicional passeio de gôndola e a colorida ilha de Burano.

Praça de São Marcos com a basílica e o campanário ao fundo, em Veneza

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 2 – Visitar uma vinícola

Mesmo que você não seja um grande apreciador de vinhos, é menos pecaminoso ir ao Vaticano e não ver o papa do que ir à Itália e não visitar uma vinícola. As mais populares do país ficam na região central da Toscana, famosa pela produção de denominações únicas no mundo todo, como o Brunello de Montalcino e o Chianti. Há centenas de vinícolas espalhadas por esta parte do país, desde pequenas casas familiares até impérios vinícolas, como o Castelo Banfi.

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Nós o visitamos apenas para degustação e recomendamos, os vinhos são ótimos. Ele fica nas proximidades da cidade de Montalcino, mundialmente famosa pelos seus ‘brunellos’ e ‘rossos’. Se ficou interessado em visita o Castelo Banfi confira o site aqui. Se quiser visitar Montalcino, confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata! Voltando às vinícolas, as mais estruturadas oferecem degustação, almoços ou jantares e tours para conhecer o processo de fabricação do vinho.

Na região da Toscana é possível visitar muitas vinícolas que são cartão-postal da Itália

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Algumas abrigam hotéis de luxo e SPAs para receber hóspedes que queiram uma verdadeira imersão no mundo enólogo. Os estabelecimentos maiores oferecem também transfer aos vistantes, o que é essencial para quem não está com um carro alugado. Se estiver interessado em fazer um passeio completo, ou ficar hospedado em uma vinícola, é melhor fazer a reserva com antecedência, pois os lugares são disputados, principalmente na alta temporada de verão (julho-agosto).

Se quiser apenas conhecer qualquer vinícola, não importa o tamanho, e fazer uma degustação básica, basta pedir uma indicação no hotel ou pesquisar na internet. A época da ‘vindima’, ou colheira, é o mês de setembro, quando muitos turistas interessados em vinho se dirigem para a região da Toscana para assisti-la. Mas, se quiser ver as parreiras lotadas de uvas, é bom chegar nos meses imediatamente anteriores, como agosto e julho.

Degustação de vinhos no Castelo Banfi, em Montalcino

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 3 – Viajar de carro pela Toscana

Como dissemos acima, visitar uma vinícola é uma das atrações da Itália que você não pode perder, e a melhor região do país para fazer isso é a Toscana, localizada no centro do país e próxima da costa oeste. Além da bebida mais simbólica da Itália, a Toscana oferece inúmeras atrações, mas um sistema de transporte bastante básico e que não permite que se conheçam suas maiores belezas: os vinhedos, campos floridos de girassóis, estradas ladeadas por ciprestes e cidades medievais.

Para ver tudo isso, você precisa alugar um carro e reservar pelo menos três dias de viagem (sem contar a visita aos grandes centos turísticos, como Florença, Siena ou Pisa). Alugar um carro na Itália não é caro e as estradas e sinalização são razoáveis – faça sua cotação de preços aqui. Você pode partir de Siena – onde o preço do aluguel é bem mais em conta do que em Florença, por exemplo -, passar por Montalcino, Pienza, San Gimignano, Volterra e chegar até Lucca.

Dessa forma, você garante que passará por quase todos os grandes atrativos turísticos da região, como as galerias degli Uffizi e dell’Accademia, as catedrais de Siena e Florença, as cidades medievais de Pienza, San Gimignano, Volterra e, é claro, a imperdível Torre de Pisa, que pode ser visitada a partir de Lucca. Mas é claro que as possibilidade de roteiro pela Toscana são infinitas. Se está na dúvida, você pode conferir a nossa sugestão aqui.

As paisagens da Toscana não podem ficar fora da sua lista de o que fazer na Itália

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 4 – Cinque Terre

Cinque Terre é o nome dado a um conjunto de cinco cidades italianas localizadas na costa oeste e norte da Itália, na região de Ligure e próximo de Gênova. Monterosso al Mare, Vernazza, Corniglia, Manarola e Riomaggiore são vilarejos coloridos construídos em rochedos sobre o mar, em uma das visões mais pitorescas da Itália. Aqui não existem pontos turísticos a se visitar, apenas saltitar de uma cidade para outra, descansar nas praias, ver o pôr do sol e aproveitar a culinária local.

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Você pode se hospedar em qualquer um das cinco cidades ou em La Spezia, que fica logo ao lado e é bem maior, proporcionando mais opções de hospedagem e refeições econômicas. De uma forma ou de outra, você vai ter que se locomover de trem entre elas, sendo possível comprar tickets individuais ou um passe turístico especial de 24 ou 48 horas. Recomendamos reservar ao menos dois dias para conhecer o lugar como ele merece e apreciar belos pôr do sol.

As Cinque Terre são muito próximas umas das outras, sendo que o trajeto mais longo – de Spezia até Monterosso – é de apenas 25 minutos. Quem gosta de caminhadas pode percorrer a pé o caminho entre elas, sendo mais popular e cênico o trecho entre Corniglia e Manarola. Mas atenção: a famosa Via dell’Amore, que é a ligação entre Manarola e Riomaggiore, está fechada há alguns anos por conta de deslizamentos de terra. Não há nenhuma previsão de quando ele seja reaberto.

As Cinque Terre não podem ficar fora da sua lista de o que fazer na Itália

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 5 – Torre de Pisa

A cidade de Pisa está localizada na já aqui citada região da Toscana, muito próxima da costa oeste da Itália. Sua maior – e única – atração dispensa grandes apresentações: é a mundialmente famosa e muito procurada Torre de Pisa. Para visitá-la, você não precisa de mais do que uma manhã ou tarde, então considere a possibilidade de se hospedar na cidade de Lucca, que é muito próxima e acessível de carro ou trem e que abriga inúmeros outros pontos turísticos para ver.

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Confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Lucca! A Torre de Pisa na verdade não é uma torre, como se popularizou, mas o campanário de uma igreja medieval. Na arquitetura toscana daquela época, o campanário era construído separadamente do corpo do edifício principal. Foi exatamente um erro no projeto de construção que deixou a torre de quase 57 metros inclinada em 4 graus e a tornou um dos pontos turísticos mais famosos do mundo.

A Catedral de Pisa fica no Campo dei Miracoli, onde você pode circular à vontade e tirar todas as fotos que quiser, inclusive aquelas divertidas ‘segurando’ a torre. Entrar na igreja também é de graça, basta retirar um ‘free ticket’ na bilheteria no local. Já para subir na torre pelo lado de dentro é preciso pagar 18 euros pelo ingresso e mais 24 pelo ticket combinado para visitar os demais prédios que compõem o conjunto – batistério, camposanto e museu (leia mais no site da catedral).

Inclinação de 4 graus da Torre de Pisa fica mais evidente ao lado da estátua

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 6 – Catedral de Siena

A Catedral de Siena, ou ‘Duomo di Siena’, é uma entre dezenas de belíssimas construções religiosas medievais da região da Toscana. Mas com certeza guarda uma visão especial aos visitantes, sendo mais linda do que a vizinha famosa, a Catedral de Florença. Contemplar sua fachada cheia de detalhes, suas portas gigantescas e o painel de vidro que reflete o céu já seria de bom tamanho, mas o prédio construído lá pelos idos de 1200 é uma atração que vale a pena conhecer por dentro.

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Os ingressos custam 9 euros. Todo o interior da igreja é decorado com mármore preto e branco, as cores símbolo da antiga República de Siena, que era uma cidade independente do Reino da Itália, assim como Veneza e Florença. As gigantescas colunas impressionam, assim como a magnífica cúpula e o piso todo decorado com ilustrações. Inúmeras obras de arte decoram o ambiente, entre elas peças de Michelangelo e Donatello.

As gigantescas colunas da Catedral de Siena impressionam

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Uma vez dentro da catedral, você pode ver também a incrível Libreria Piccolomini, uma pequena sala com belas pinturas e gigantescos livros medievais, mas é preciso pagar um ingresso extra de 2 euros. Para visitar os demais prédios que compõem o complexo da catedral, como a cripta e o museus, você pode comprar ingressos individuais ou passes que dão direito a certas entradas ou total. Todos os horários de funcionamento e preços podem ser consultados no site da catedral.

Siena está localizada a apenas uma hora de ônibus de Florença, e você pode fazer apenas um passeio de bate-volta até a cidade ou passar um ou dois dias por lá para curtir o clima medieval. Siena não tem um conjunto arquitetônico tão belo quanto Florença, mas é infinitamente mais barata! Aproveite e confira aqui nossa sugestão de hospedagem boa e econômica na cidade.

A fechada da Catedral de Siena impressiona com seus detalhes e painel de vidro

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 7 – Galleria degli Uffizi

Abrigado em um palácio da Idade Média, a Galleria degli Uffizi, ou ‘Galeria dos Ofícios’, é um dos mais antigos e importantes museus do mundo. Localizado na cidade medieval de Florença, na Toscana, é de fácil acesso desde Roma por carro, ônibus ou trem. A Uffizi é um dos símbolos do poder das repúblicas italianas na Idade Média, quando seus ricos senhores patrocinavam o desenvolvimento cultural e apadrinhavam artistas como Michelangelo, Donatello e Da Vinci.

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O museu nasceu da coleção pessoal de objetos artísticos do duque Cosme I de Médici e, hoje, abriga um acervo de peças distribuídas em 50 salas. Para não passar o dia inteiro lá dentro, é bom você fazer um roteirinho das obras que realmente quer ver. Entre os destaques do museu estão O Nascimento de Vênus, de Botticelli; Tondo Doni, de Michelangelo; Baco, de Caravaggio; e as obras iniciais de Da Vinci no campo da pintura: Batismo de Cristo, Anunciação e doração dos Magos.

O ingresso para entrar na Uffizi custa de 12 a 20 euros e as filas costumam ser longas, chegando a demorar mais de uma hora durante a alta temporada de verão (julho-agosto). Se não estiver disposto a esperar, você pode comprar tickets ‘corta-fila’ pelo site da galeria (acesse aqui). Eles são mais caros do que os tradicionais, mas você não só não enfrentará a multidão na porta como ainda poderá escolher em qual horário do dia quer fazer a visita.

O Nascimento de Vênus é a principal obra da Uffizi

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 8 – Coliseu

De dia, de noite, por dentro, por fora, você não vai cansar de admirar esse monumento tão impressionante que foi eleito umas das Sete Maravilhas do Mundo Moderno. Localizado no centro histórico de Roma, a capital do país, é, de longe a maior entre todas as atrações da Itália. O Coliseu foi um anfiteatro construído pelo imperador romano Vespasiano no ano 72 para abrigar combates de gladiadores, encenações de batalhas, caças de animais selvagens, execuções e peças dramáticas.

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O lugar abrigava nada menos do que 80 mil espectadores! Infelizmente, o prédio foi muito afetado com o passar dos anos por saques e terremotos. Mesmo assim, sua fachada conserva parte do mármore branco original e se ergue, luminosa a 48 metros de altura! Para ter a melhores vistas externas do Coliseu, você pode ir ao gramado logo em frente, subir a escadaria próxima à entrada do metrô ou ainda entrar nas ruínas do Foro Romano, cujo acesso é permitido com o mesmo ticket.

Por dentro, o visual do Coliseu é bastante decepcionante, já que não sobrou muito da estrutura original para contar a história além do esqueleto de pedra e de um emaranhado de escavações arqueológicas. Se achar que vale a pena, você pode encarar a longa fila de espera – uma hora na alta temporada (julho a agosto) – ou comprar ingressos ‘corta-fila’ pela internet (acesse aqui). O ticket custa 12 euros. Confira ainda nossa sugestão de hospedagem econômica em Roma aqui!

A fachada de mármore do Coliseu fica mais impressionante sob a iluminação noturna

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 9 – Basílicas papais

Dentro da complexa hierarquia da Igreja Católica, existem quatro igrejas muito especiais. São as quatro basílicas maiores, ou basílicas papais, e todas estão localizadas em Roma, é claro. Visitar as basílicas papais foi uma condição imposta na Idade Média para peregrinos em busca de indulgência, ou o perdão dos pecados. Inicialmente eram apenas duas – São Pedro e São Paulo, que abrigam o túmulo dos respectivos apóstolos.

Mas, depois, o número foi elevado para quatro com a inclusão de San Giovanni in Laterano e Santa Maria Maggiore. Essas quatro basílicas são joias da arquitetura religiosa e merecem uma visita quando viajar à Itália, mesmo que você seja ateu. Todas ficam próximas a estações do metrô de Roma e são de fácil acesso, além de terem entrada gratuita. Mas, para poder ingressar nos recintos sagrados sem problemas, lembre-se de vestir roupas discretas.

Santa Maria Maggiore é uma das quatro basílicas papais de Roma

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Isso quer dizer saia ou bermuda até os joelhos e ombros cobertos. Peças muito justas ou decotadas também não costumam ser aceitas. Na dúvida, leve uma echarpe na bolsa, assim você pode se cobrir caso o fiscal lhe torça o nariz. Sem dúvidas a mais importante e bonita das basílicas papais é a de São Pedro, tecnicamente localizada no Vaticano, e não na Itália. A magnífica construção domina a praça de São Pedro, onde ocorrem as audiências do papa todas as quartas-feiras.

Como dissemos, você não precisa pagar para entrar, apenas se quiser subir até a cúpula. As filas costumam ser longas, com mais de uma hora de espera durante a alta temporada de verão (julho-agosto). Para evitá-las, chegue no comecinho ou no fim do dia. Dentro da basílica, não perca a Pietá, obras máxima de Michelangelo;  a estátua em bronze de São Pedro e o altar também dedicado a ele. Evite fazer a visita no horário das missas, pois a área do altar fica fechada para o turismo.

São Pedro é uma das quatro basílicas papais de Roma

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer na Itália 10 – Fontes de Roma

Existem nada menos do que 2.500 fontes em Roma, desde as simples bocas d’água que abastecem nossas sedentas garrafinhas no tórrido calor do verão italiano até as grandes obras de arte, como a Fontana di Trevi. Isso quer dizer que é impossível conhecer todas, a não ser que você mude para Cidade Eterna, mas guardar um tempo da sua viagem ao país para percorrer as mais bonitas vale a pena e permitirá que você guarde lembranças de uma das mais pitorescas atrações da Itália.

Afinal, quem não gosta de fontes??? Aparentemente, o povo do antigo Império Romano era fascinado por água, dado o grande número de pontes, aquedutos, fontes e termas que foi construído naquela época. Nada menos do que onze grandes aquedutos foram erguidos para garantir o fornecimento de água para a capital do vasto império. Naquela época, aquedutos terminavam em um ‘ninfeu’, um pequeno templo dedicado a uma ninfa.

Mesmo lotada, a Fontana di Trevi não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Itália

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

Daí o grande número de fontes que se espalham por toda Roma. Você vai encontrar fontes por todas as equinas, o que é uma grande benção para os pés queimando, o rosto vermelho e a garganta seca nos dias de verão. Sim, a água das fontes romanas continua sendo limpa e potável, como nos tempos do império, e você pode beber sem nenhum medo. Mas é claro que existem algumas fontes que são imperdíveis.

A maior de todas é, claro, a Fontana di trevi, que deve ser visitada de manhã cedinho se você quiser evitar o grande aglomerado de turistas como pode ser visto na foto acima. Outras que valem muito a visita são a Fontana della Barcaccia, na Piazza di Spagna; a Fontana dei Quattro Fiumi, na Piazza Navona (foto abaixo); e as fontes da Piazza del Popolo e da Praça São Pedro, no Vaticano, que não têm um nome específico.

Fontana dei Quattro Fiumi é uma das fontes mais bonitas de Roma

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve na Itália entre julho e agosto de 2015 ***

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2 comentários

mirte cioci 12 de dezembro de 2017 - 16:03

…..Filha de Italianos , só posso dizer que a Itália é maravilhosa ,lugares incríveis ,belíssimos ,impossível náo se emociar ao entrar na Praça de San Marco ao som de piano e violino!!! Passear pela Toscana (minha família é de Lucca,dento das muralhas) …e Roma ? só estando lá para entender e sentir ,Cinque Terre é puro charme , as águas azuis transparentes .Itália de Norte a Sul é incrível! Baci a tutti

Responder
Escolha Viajar 15 de dezembro de 2017 - 17:03

Olá, Mirte!
Obrigada por compartilhar sua experiência conosco.
Um abraço,
Tici&Marquinhos

Responder

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