Página inicial ÁsiaTurquia Balões, praias, palácios e mesquitas: as melhores atrações na Turquia

Balões, praias, palácios e mesquitas: as melhores atrações na Turquia

por Escolha Viajar
O balneário de Bodrum não pode ficar de fora da lista de o que fazer na Turquia

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Quem nunca sonhou em conhecer um harém de verdade, como aqueles que vemos nos filmes antigos ou que imaginamos nos contos das ‘Mil e Uma Noites’? É possível visitar um deles na Turquia. E se, depois, você for conhecer uma das mesquitas mais belas do mundo? E uma cidade greco-romana? E um ‘castelo de algodão’? E praias de tirar o fôlego??? Tem, tem, tem e tem ainda mais.  Tem MUITO o que fazer na Turquia, um país cheio de atrações variadas e imperdíveis.

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Dizer que este país dividido entre dois continentes reúne o melhor de dois mundo não só seria clichê como não faria jus à verdade. Ele reúne o melhor de vários mundos, religiões e épocas, pelo menos em termos de turismo. As atrações da Turquia são tantas que seu número de visitantes quadruplicou em 15 anos, passando de apenas 9,6 milhões em 2000 para 39,3 milhões em 2015.

Distantes da atribulada fronteira com a Síria, as atrações da Turquia estão concentradas no centro e oeste do território, entre a região da Capadócia e o litoral do Mar Egeu. Para montar um roteiro de viagem que inclua o melhor do país, é bom reservar pelo menos 16 dias para visitar Istambul, Capadócia, Pamukkale, Ephesus e, por fim, escolher um dos charmosos balneários turcos para relaxar admirando as águas muito azuis (confira nossa sugestão de itinerário aqui).

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Os deslocamentos são grandes, mas o sistema de transporte turístico do país é bastante eficiente, seja por terra, seja por ar. Além disso, mesmo sendo longa, uma viagem ideal pela Turquia costuma caber em todos os bolsos, pois o país tem preços bem acessíveis, especialmente fora da alta temporada. Gostou da ideia? Quer começar a montar o seu roteiro de viagem agora? Então confira o que fazer na Turquia: 10 atrações que você não pode perder!

O que fazer na Turquia 1 – Balneário de Bodrum

Localizada na costa oeste da Turquia, a 460 quilômetros de Istambul, Bodrum é uma cidade litorânea de 30 mil habitantes banhada pelo Mar Egeu. Embora ainda desconhecido dos turistas brasileiros, o balneário é muito popular entre europeus, que buscam os ares mais quentes e os preços mais agradáveis do litoral da Turquia. A cidade de hoje foi construída sobre as ruínas da antiga Halicarnasso, famosa por abrigar uma das Sete Maravilhas do Mundo: o Mausoléu de Halicarnasso.

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Mas nada restou dele para contar a história, já que foi destruído durante as Cruzadas e usado como material para que os cavaleiros da Ordem de São João erguessem o castelo que até hoje vigia Bodrum. Você pode visitar tanto o castelo como o sítio arqueológico do mausoléu – uma pequena área onde foram encontrados vestígios das fundações do túmulo -, mas a ‘vibe’ em Bodrum não é o turismo histórico.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Quem visita o balneário está em busca dos seus dezenas de restaurantes e bares à beira-mar, caminhar sem pressa pelas ruas charmosas e ladeadas por construções brancas, que lembram as ilhas gregas; namorar as vitrines das centenas de lojinhas, relaxar nos hotéis e spas a preços acessíveis, subir a colina dos moinhos para ter uma vista panorâmica da cidade branca encontrando o azul do Egeu.

Mas nem tudo em Bodrum é apenas ‘dolce far niente’, o balneário também é muito popular por suas baladas e vida noturna. Confira aqui nossa sugestão de hospedagem econômica. Para chegar à cidade, você pode voar até o aeroporto internacional de Milas–Bodrum ou pegar um ônibus de outras cidades turísticas próximas, como Selçuk – onde ficam as ruínas de Ephesus -, a 170 quilômetros de distância; e Fethiye, outro belíssimo balneário localizado 230 quilômetros ao sul.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 2 – Palácio Topkapi (Istambul)

Construído nos anos 1400, logo após a conquista de Constantinopla pelos otomanos, este palácio foi a residência dos sultões governantes do império turco por mais de três séculos. Localizado sobre uma colina no hoje bairro turístico de Sultanahmet, ele se debruça sobre o estreito de Bósforo, logo atrás da Hagia Sofia.

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Transformado em museu, o palácio abriga diversas salas com exposições de relíquias religiosas, móveis, roupas, cerâmicas, pratarias e outros objetos de uso da família real. Mas o que torna o Topkapi uma atração imperdível é a sala do tesouro imperial e o harém. A primeira, onde não é permitido tirar fotos, abriga joias fabulosas, adereços de roupa e cabelo, adagas e espadas em ouro, prata e cravejados de pedras preciosas.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Imensos rubis, esmeraldas e um diamante gigantesco reluzem nas vitrines forradas de veludo negro. Já para visitar o harém é preciso pagar um ingresso separado, mas o lugar vale cada centavo. São nada menos do que 400 aposentos onde viviam as esposas, parentes e amantes do sultão, além de todo um batalhão de servos. Além de uma infinidade de salas, quartos e salões belamente decorados no estilo árabe, o harém dispunha de sua própria mesquita e de um pátio interno com jardins floridos e fontes.

O Palácio Topkapi abre todos os dias, menos nas terças, entre 9h e 16h45 (de 30 de outubro a 15 de abril) ou 9h e 18h45 (15 de aril a 30 de outubro). O ingresso para o palácio custa 60 liras turcas (US$ 9,85), e o do harém, 35 (US$ 5,75). As entradas podem ser compradas na hora ou com antecedência, através do site oficial do palácio.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 3 – Região da Capadócia

Localizada no coração da Turquia, essa região de delimitações geográficas incertas se situa ao redor da cidade de Goreme, a mais de 700 quilômetros e 10 horas de ônibus de Istambul. A área, formada por uma rocha vulcânica porosa na superfície e dura na base, foi esculpida durante milhares de anos pela ação do vento e da chuva. O resultado são as incríveis formações de pedra que caraterizam a Capadócia.

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Entre elas estão as chamadas ‘fairy chimneys’ (que parecem ter um chapéu na parte superior) e as que lembram falos humanos. Foram estas últimas que deram nome a um dos lugares mais visitados pelos turistas: o Vale do Amor. Outras atrações muito procuradas são as vilas subterrâneas, o voo de balão ao amanhecer e as igrejas e capelas cavadas na rocha durante o período Bizantino, sendo que muitas delas exibem belíssimos afrescos.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Passear por todos esses lugares é muito fácil, seja alugando um carro, seja contratando os tradicionais tours verde e vermelho (o azul é dispensável). Reserve um terceiro dia para voar de balão, caminhar pelas ruas da cidade ou fazer trekking pelo Vale do Amor ou o Vale Rosa. A maioria dos visitantes completa essa experiência surreal se hospedando em um hotel-caverna. Se você não tem orçamento disponível para isso, confira aqui nossa sugestão de hospedagem econômica.

Para chegar a Goreme, você pode pegar um avião até o aeroporto da cidade vizinha de Nevsehir (a 40 quilômetros de distância) ou um ônibus desde Istambul ou outras cidades da rota turística turca, como Pamukkale e a capital, Ancara. Apesar da longa duração da viagem, os ônibus que operam a rota são muito confortáveis e bem equipados. Além disso, você será deixado no centro de Goreme, sem necessidade de pagar um táxi ou transfer desde Nevsehir.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 4 – Mesquita Azul (Istambul)

Os seis minaretes deste belíssimo templo recortados contra o céu são um dos símbolos da Turquia. Localizada no bairro turístico de Sultanahmet, logo em frente à Hagia Sofia, a Mesquita Azul, ou Mesquita do Sultão Ahmed, foi construída pelo Império Otomano nos anos 1600 para rivalizar com a imensidão da Hagia Sofia, que foi durante muito tempo a maior igreja cristã do mundo.

Além dos seis minaretes, a arquitetura do templo chama a atenção por suas inúmeras cúpulas, que podem ser melhor apreciadas dos terraços panorâmicos dos inúmeros restaurantes nos arredores. O ‘apelido’ de Mesquita Azul veio da cor dos azulejos e vitrais com os quais ela foi decorada. Por dentro, no entanto, predominam os tons de vermelho e dourado em meio ao gigantesco salão de orações, ornado com candelabros de tamanho monumental.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A visitação à mesquita é gratuita, mas não pode ser feita no horário das cinco preces diárias dos muçulmanos. Na porta de entrada do templo há uma placa que sinaliza quando as orações ocorrem a cada dia (a hora muda conforme a posição do sol), sendo que o prédio fecha para o turismo de meia hora antes a meia hora depois.

Também é preciso se vestir de forma adequada ao recinto. Mulheres não podem usar roupas justas, curtas, decotadas ou sem manga e precisam cobrir a cabeça. Já os homens devem ter cuidado com ombros de fora ou bermudas que não cubram os joelhos. Não deixe de dar uma passadinha pela praça de Sultanahmet à noite, para vê-la toda iluminada.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 5 – Terraços de Pamukkale

Lugar mais visitado entre todas as atrações da Turquia, seu nome significa ‘Castelo de Algodão’ e não poderia ser mais adequado. Embora pareça uma montanha nevada, Pamukkale é, na verdade, uma grande formação de rocha calcária que está localizada na cidade do mesmo nome, 650 quilômetros ao sul de Istambul. O ‘castelo’ se formou a partir de um evento geológico raro – há outro exemplar bem menor no México, chamado ‘Hierve el Agua’.

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Nele, o calor no subsolo provoca a saída de água com bicarbonato de cálcio, que depois se solidifica na forma de ‘piscinas’.  Na medida em que elas vão enchendo, a água cai de uma para a outra, construindo assim uma série de terraços onde o líquido azul contrasta com o calcário branco. Os terraços baixos, que se encontram ao longo da subida desde a entrada até o topo de Pamukkale, podem ser frequentados por turistas e banhistas.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Muitos locais usam as piscinas como ‘praia’ nos finais de semana. Já os terraços superiores são fechados ao público, podendo ser admirados apenas através dos mirantes que se debruçam sobre a montanha. Para entrar em Pamukkale é preciso estar descalço, então considere levar uma sacola para os seus sapatos e algo para abrigar os pés caso seja inverno (como um saco plástico), pois a água que escorre morro abaixo estará congelante.

O ingresso também dá direito a visitar as ruínas da cidade romana de Hierápolis, construída no local para abrigar um centro de banhos termais. Pamukkale fica aberto diariamente, das 6h às 18h30 de novembro a março, e das 6h às 0h de abril a outubro. O ingresso custa 50 liras turcas (US$ 8,20). Quem quiser nadar na antiga piscina termal de Hierápolis precisa pagar uma taxa extra que era de 32 liras (US$ 5,25) em 2015 – não conseguimos encontrar preços atualizados na internet.

Você pode chegar a Pamukkale de avião, via aeroporto de Denizli; de trem, também por lá; ou de ônibus que partem de diversas cidades da Turquia. A rota mais comum entre os turistas é tomar o coletivo noturno que sai da Capadócia, passa a noite na estrada e chega a Pamukkale às 6h. Confira aqui nossa sugestão de hospedagem econômica na cidade.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 6 – Palácio Dolmabahçe (Istambul)

Embora não seja tão popular entre os turistas como o Palácio Topkapi, definitivamente é uma das atrações da Turquia que você não pode perder! Depois que o Topkapi foi aposentado, nos anos 1800, iniciou-se a construção de uma nova sede para o Império Otomano, desta vez no bairro de Besiktas, também às margens do Estreito de Bósforo mas bem distante do antecessor.

Para se deslocar do bairro de Sultanahmet, onde a maioria dos turistas costuma de hospedar, até o palácio, basta pegar o tram Bagcilar – Kabatas. Considerado um dos palácios mais belos e luxuosos do mundo, o Dolmabahçe foi erguido todo em estilo europeu e custou aos cofres do sultão Abdulmecid I nada menos do que 35 toneladas de ouro. Outras 14 toneladas do precioso metal foram usadas para ornamentar o teto do palácio.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Além de visitar alguns dos 285 quartos e 43 salões ricamente decorados, o ponto alto do Dolmabahçe é o lustre de cristal da Boêmia que decora o salão central com suas 750 lâmpadas e 4,5 toneladas. Quando ele é aceso, ao fim do tour, é uma visão de tirar o fôlego! Assim como no Topkapi, é possível visitar o harém imperial mediante a compra de um ingresso separado, mas este é muito menos impressionante do que o do palácio antecessor, sendo totalmente em estilo europeu.

O Dolmabahçe abre para visitação das 9h às 16h, com exceção de segundas e quintas, quando permanece fechado. Não e possível caminhar pelo seu interior livremente, sendo que todos os visitantes são levados em tours guiados que duram cerca de 45 minutos no prédio principal (reserve tempo extra se for ao harém). Por isso, a fila de espera para entrar no Dolmabahçe costuma ser longa e demorada.

Além disso, existe um limite de visitantes por dia, que pode ser atingido muito cedo durante a alta temporada de férias. Também não é permitido tirar fotos no interior do palácio, apenas da fachada, portões, torre do relógio e jardins. A entrada custa 60 liras turcas (US$ 9,85), mais 40 (US$ 6,55) para quem quiser visitar também o harém. Para mais informações, visite o site oficial do palácio.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 7 – Balneário de Oludeniz

Muito popular entre quem salta de paraglider, este balneário da cidade de Fethiye é uma joia cercada de montanhas e banhada pelo Mar Egeu que poucos turistas já descobriram. Seus visitantes são, em sua maioria, jovens em busca da emoção de ver o mundo do alto ou casais de meia idade ingleses, atraídos não só pela beleza do lugar como pelos preços acessíveis (principalmente para quem ganha em libra).

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Além da praia principal, que é muito bonita e com água azul azul, existe uma segunda faixa litorânea em Oludeniz. Ela se chama Blue Lagoon e fica dentro da reserva nacional Oludeniz Tabiat Park, a apenas 10 minutos de caminhada do balneário. É preciso pagar uma entrada simbólica de 6 liras (US$ 1), um preço é irrisório diante da beleza do lugar. O parque é uma península, sendo que a ‘lagoon’ é a praia da direita, que fica voltada para o continente.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A água praticamente inerte é uma grande atração para famílias com crianças. Na ponta ou no lado esquerdo da península, o mar é cercado por montanhas e ilhas, formando um visual deslumbrante. O parque conta com restaurante, banheiros, chuveiros, vestiários e aluguel de cadeiras e guarda-sóis. Tirando o mar e o céu, Oludeniz é um minúsculo aglomerado de hotéis, restaurantes, bares e uma rua central de comércio.

Um lugar perfeito para aproveitar o verão europeu sem ter que desembolsar uma fortuna comprando euros (embora os preços por lá sejam mais altos do que a média para a Turquia). Para economizar um pouco, confira aqui nossa sugestão de hospedagem com ótimo custo-benefício. Para chegar ao balneário, você pode pegar um ônibus até a cidade de Fethiye desde outros pontos turísticos do litoral turco, como Bodrum ou Marmaris.

Se o seu ponto de partida for as longínquas Istambul ou Ancara, voar até o aeroporto de Dalaman e, de lá, pegar um coletivo para completar os 45 quilômetros de distância até Fethiye pode ser a melhor opção. É possível ainda chegar desde a Grécia, pois na alta temporada de verão um ferry circula três vezes por semana entre Fethiye e a Ilha de Rhodes.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 8 – Ruínas de Ephesus (Selçuk)

Ou ‘Efes’, em turco, é não apenas uma das atrações da Turquia que você não pode perder como uma das cidades greco-romanas mais bem preservadas no mundo todo. Grande centro de comércio da Antiguidade devido à importância do seu porto, Ephesus chegou a ser a segunda maior cidade do Império Romano, abrigando uma população de 250 mil pessoas. Marco Antônio e Cleópatra viveram no local durante um inverno, enquanto aguardavam para atacar a armada de Otaviano.

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Mas a grande estrela de Ephesus era o Templo de Ártemis, o maior da Antiguidade e uma das Sete Maravilhas do Mundo originais. O local dedicado à deusa da caça atraía peregrinos de todas as partes com a imponência de suas 120 colunas de mármore com mais de 20 metros de altura. Infelizmente, quase nada restou dele para ser visto (primeiro destruído por uma revolta cristã e, depois, por um terremoto), mas Ephesus está cheia de outras ruínas para admirar.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Os destaques são a Biblioteca de Celso e um anfiteatro muito bem preservado. O sítio arqueológico fica em Selçuk, no oeste do país e já próximo do litoral do Mar Egeu. Para chegar à cidade de avião é preciso voar para o aeroporto de Izmir, 55 quilômetros ao norte. De ônibus, é possível partir da mesma Izmir, Kusadasi, Istambul ou Pamukkale, sendo esta última a rota mais comum entre os visitantes.

Existem vans que percorrem o trajeto de quatro quilômetros entre a cidade e as ruínas, assim como táxis, que costumam fechar um ‘pacote’ incluindo o transporte até a casa da Virgem Maria, que fica na mesma estrada. Ephesus abre das 8h às 17h no inverno (novembro a março), e das 8h às 19h no verão (abril a outubro). A entrada custa 60 liras turcas (US$ 9,85). Não deixe de conferir aqui nossa sugestão de hospedagem econômica na cidade

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 9 – Hagia Sofia (Istambul)

A antiga Basílica de Santa Sofia foi, durante quase mil anos, o maior templo cristão em todo o mundo. Construída por volta do ano 500 para ser a catedral de Constantinopla, é considerada o auge da arquitetura do Império Bizantino, sendo que sua gigantesca cúpula segue impressionante mesmo nos dias de hoje. Com a queda de Constantinopla diante do Império Otomano, a Hagia Sofia foi decorada com minaretes e convertida em uma mesquita.

Muitos dos mosaicos com figuras cristãs foram escondidos por pinturas e outros elementos de decoração islâmicos. Mas, no início do século XX, a Hagia Sofia deixou de ser um local consagrado a qualquer religião e foi transformada em museu. Alguns mosaicos já puderam ser recuperados e, hoje, a basílica é uma mescla única de símbolos cristãos e muçulmanos. No lugar do antigo altar há um nicho voltado para Meca e em seu topo existe um mosaico da Virgem com o Menino.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Os painéis de sete metros de altura com inscrições em árabe estão ao lado de mosaicos de anjos celestiais. Destaque também para o gigantesco candelabro que ilumina a nave. Atualmente passando por obras de restauração, a Hagia Sofia não deixa de ser uma das atrações da Turquia que você não pode perder. Localizado no bairro turístico de Sultanahmet, bem em frente à Mesquita Azul, o museu abre todos dos dias da semana desde abril de 2019.

Antes, ele ficava fechado nas segundas-feiras. Os ingressos custam 60 liras turcas (US$ 9,85). O horário de visitação é das 9h às 17h de 25 de outubro a 15 de abril; e das 9h às 19h de 15 de abril a 25 de outubro. Para mais informações, acesse o site oficial da Hagia Sofia. Não deixe de dar uma passadinha pela Praça de Sultanahmet à noite, para vera a antiga igreja toda iluminada.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Turquia 10 – Cisterna da Basílica (Istambul)

Muitos turistas devem achar estranho ver entre a lista de atrações da Turquia que você não pode perder um local como um depósito de água. Mas, como tudo que foi construído nos anos de ouro do Império Bizantino, este não é um reservatório qualquer. Embora esteja localizada logo ao lado da Basílica de Santa Sofia, ou Hagia Sofia, não é por isso que ela é chamada de ‘Cisterna da Basílica’.

O ‘apelido’ veio das gigantescas colunas que sustentam o reservatório, exatamente como se via nas igrejas dos primórdios do cristianismo. São nada menos do que 336 colunas de mármore retiradas de templos romanos, cujos nove metros de altura são a base de sustentação do teto em forma de arcos. O reservatório de água tem área de 10.000 metros quadrados e capacidade para 30 milhões de litros.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Além do seu gigantismo, chamam a atenção no local duas colunas em cujas bases foram esculpidas cabeças de Medusa, uma figura da mitologia com cabelos de serpente e que transformava em pedra quem ousasse encará-la nos olhos. Não há certeza sobre o que levou os construtores da cisterna a colocarem as colunas com as cabeças viradas para baixo, mas é possível que tenha sido a crença pagã de que, nessa posição, a Medusa não poderia olhá-los diretamente.

Localizada no bairro turístico de Sultanahmet, logo ao lado da Hagia Sofia, a cisterna abre todos os dias com ingressos a 20 liras turcas (US$ 3,30). O horário de visitação é das 9h às 17h30 no período de inverno (novembro a março); e das 9h às 18h30 na temporada de verão (abril a outubro). Para mais informações, acesse o site oficial da Cisterna da Basílica.

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

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