Página inicial EuropaGrécia O que fazer na Grécia: 15 atrações que você não pode perder

O que fazer na Grécia: 15 atrações que você não pode perder

por Escolha Viajar
Mulher de costas admira a vista da Acrópole de Atenas desde a Colina Philopappos

Vai viajar e não sabe o que fazer na Grécia? Não se preocupe, essa é uma dúvida bastante comum. Não é à toa que este país na divisa da Europa com a Ásia é o destino desejo de viajantes há várias gerações. Fazer um cruzeiro pelas ilhas gregas já era moda entre os ricos e nobres no século XVIII. Mas as atrações do país são inúmeras e vão muito além de suas famosas ilhas – e praias. Afinal, estamos falando do lugar onde nasceu a civilização ocidental moderna!

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A civilização grega viveu seu apogeu por cerca de 1.000 anos antes do nascimento de Cristo. Os gregos davam grande importância ao conhecimento e produziram muitos avanços nas artes, arquitetura, matemática, filosofia, literatura e ciência. Sua religião adorava deuses e heróis que viviam no Monte Olimpo e cujas aventuras foram eternizadas por poetas como Homero. Toda essa efervescência se espalhou pelo mundo graças a Alexandre, o Grande.

O imperador macedônico levou a língua, a cultura e a religião gregas a todos os cantos do seu vasto território, que se estendia até a África e boa parte da Ásia. Não é à toa que ainda hoje estudamos e admiramos nomes como Platão, Sócrates e Aristóteles. Depois da morte de Alexandre, a Grécia caiu sob o domínio romano, passou pelas mãos do Império Bizantino, do Império Otomano e dos venezianos. Todos deixaram seus vestígios espalhados pelo país.

Mar é visto através de um dos portões da cidade medieval de Rhodes, na Grécia

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

É por isso que há tanto o que fazer na Grécia! Ela reúne um conjunto impressionante de ruínas do mundo antigo, cidades medievais, vilarejos coloridos de azul e branco e mosteiros pendurados em penhascos. Algumas dessas atrações não estão localizadas no continente, mas espalhadas pelas mais de 6.000 ilhas gregas. Assim, fica ainda mais fácil ainda unir atrações históricas com praias belíssimas, como as das ilhas de Mykonos, Santorini, Rhodes e Zakynthos.

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Por isso, não se limite a fazer a popular dobradinha entre a capital, Atenas, e Santorini. Há muito mais para ver por lá! Recomendamos fazer um roteiro de pelo menos 15 dias pela Grécia – confira nossa sugestão aqui -, para conseguir ver tudo o que o país tem de melhor. E temos certeza que você vai concordar após ler nossa seleção de 15 coisas imperdíveis o que fazer na Grécia. Tudo acompanhado de preços, horários, como chegar, como comprar ingressos e passeios 🙂

1 – Acrópole de Atenas
2 – Anthony Quinn’s Bay (Ilha de Rhodes)
3 – Cidade de Mykonos (Ilha de Mykonos)
4 – Templo de Zeus (Atenas)
5 – Mosteiros de Meteora (Kalambaka)
6 – Ágora Antiga (Atenas)
7 – Praia de Paraga (Ilha de Mykonos)
8 – Vilarejo de Oía (Ilha de Santorini)
9 – Praia de Navagio (Ilha de Zakynthos)
10 – Cidade de Rhodes (Ilha de Rhodes)
11 – Ruínas de Delos (Ilha de Mykonos)
12 – Estádio Panathinaikos (Atenas)
13 – Ruínas de Delphi
14 – Acrópole de Lindos (Ilha de Rhodes)
15 – Colina Philopappos (Atenas)


O que fazer na Grécia 1 – Acrópole de Atenas

O maior e mais belo santuário da Grécia antiga está localizado sobre um penhasco rochoso conhecido como Acrópole, em pleno coração da capital do país. A Acrópole de Atenas foi construída entre os séculos V e IV a.C. como parte de um grande programa de obras promovido por Péricles. Foram erguidos sobre o rochedo três templos, um anfiteatro e um monumental portão de entrada que refletiam o esplendor, poder e riqueza de Atenas em seu auge.

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Localizada 150 metros acima do nível do mar, a Acrópole de Atenas é um dos melhores exemplares da arquitetura clássica que ainda podem ser vistos em pé. O Partenon é o mais conhecido e visitado dos templos. A Wikipedia o descreve como ‘um símbolo duradouro da Grécia e da democracia, visto como um dos maiores monumentos culturais da história da humanidade’. O santuário era dedicado principalmente à padroeira da cidade, a deusa Atena.

Construído todo em mármore por volta de 450 a.C., ele abrigava  uma estátua de Atena de 12 metros de altura toda feita em marfim e ouro. Infelizmente ela não sobreviveu até os nossos tempos, mas há detalhes da arquitetura original que podem ser observados in loco. Entre eles, as dezenas de colunas dóricas que sustentavam o templo e uma parte das esculturas e frisos que circundavam todo o perímetro externo do templo. Uma visão impressionante!

Ruínas do Partenon, o principal templo da Acrópole de Atenas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Além do Partenon, também ficam na Acrópole outros edifícios de cunho cerimonial religioso como o Propileu, o portal para a parte sagrada da Acrópole; o Erecteu, templo dos deuses do campo; e o Templo de Atena Nice, símbolo da harmonia da antiga cidade-estado de Atenas. Há ainda o Teatro de Dionísio, que fica na encosta sul do penhasco. Na subida, você passa também pelo Teatro de Herodes Ático, que foi acrescentado ao complexo tardiamente, no século II.

Para acessar a bilheteria da Acrópole, basta pegar a linha 2 do metrô de Atenas e descer na Estação Akropoli. É só sair do subterrâneo pela Rua Dionysiou Areopagitou e você vai dar de cara com ela. O ticket custa 20 euros no verão (1º de abril a 31 de outubro) e 10 no inverno (1º de novembro a 31 de março). Você pode comprar o seu aqui. Para quem quer fazer a visita acompanhado de um guia, o tour com duas horas de duração sai por 49 euros já com o ingresso incluso.

Colunas sustentam as ruínas do Erecteion, na Acrópole de Atenas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Reserve o seu passeio aqui! É possível também adquirir um ingresso combinado com os demais sítios arqueológicos da cidade: Ágora Antiga, Ágora Romana, Templo de Zeus, Biblioteca de Adriano etc. O custo é de 30 euros o ano todo e ele vale por cinco dias – reserve o seu aqui. O horário de visitação da Acrópole é das 8h às 17h – última entrada às 16h30. Em frente à bilheteria fica o novo e moderno Museu da Acrópole, que exibe o material recolhido no sítio arqueológico.

O museu funciona em vários horários diferenciados. No verão, abre às 8h e fecha às 16h nas segundas, às 20h nas terças, quartas, quintas, sábados e domingos; e às 22h nas sextas. No inverno, abre às 9h e fecha às 17h de segunda a quinta, às 20h nos sábados e domingos; e às 22h nas sextas. A entrada custa 5 euros no inverno e 10 no verão – compre a sua aqui. O ingresso combinado com a Acrópole sai por 20 euros – reserve o seu com antecedência aqui.

Esculturas decoram a fachada do Erecteion, na Acrópole de Atenas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 2 – Anthony Quinn’s Bay

Anthony Quinn’s Bay é uma baía belíssima localizada na Ilha de Rhodes, no arquipélago grego do Dodecaneso e quase na fronteira com a Turquia. Antigamente chamada de Vagies Beach, a baía mudou de nome quando foi oferecida de presente ao ator Anthony Quinn por sua premiada interpretação no filme Zorba, o Grego. Mas o astro, educadamente, nunca tomou posse do presente e quem ganhou fomos nós, viajantes, que hoje podemos frequentá-la livremente.

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A pequena faixa de areia dourada é adornada por flores e vegetação. Rochas emergem por todos os lados, formando praticamente uma piscina, de tão fechada que é a baía. Arremata tudo isso o mar cristalino de um azul fluorescente que chega a doer os olhos. A praia tem espreguiçadeiras para alugar, mas os lugares são disputados porque o espaço é restrito. Na entrada da baía, um barzinho com vista panorâmica serve pizzas, sanduíches, sorvetes e saladas.

Barcos ancoram para turistas nadarem na Baía de Ladiko, na Ilha de Rhodes

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Há três formas de chegar a Anthony Quinn’s, que fica a 18 quilômetros da capital de Rhodes. A primeira e melhor delas é alugar um carro. Saindo da cidade pela rodovia EO95, você segue as placas para Lindos até que apareça a sinalização para Cape Ladiko, à esquerda. São 10 minutos de estrada até Ladiko e mais cinco até o estacionamento de Anthony Quinn’s. Se você não pode ou não quer dirigir em Rhodes, recomendamos então que faça um passeio de barco.

O tour de três horas de duração vai te levar para visitar as Grutas de Traganou, a Baía de Ladiko e, finalmente, a famosa Anthony Quinn’s Bay. A excursão com bebidas liberadas custa 50 euros e você pode reservar a sua aqui. A terceira forma de se locomover até lá é pegando um ônibus urbano que vai da cidade de Rhodes até Cape Ladiko. O custo é de 2,40 euros, mas há poucos horários por dia. Se for sua opção, pergunte na sua hospedagem qual a parada mais próxima.

Vista da praia de Anthony Quinn's Bay, na Ilha de Rhodes (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 3 – Cidade de Mykonos

A cidade de Mykonos, capital da ilha do mesmo nome, é um daqueles vilarejos gregos de sonhos, cheio de flores e charme para dar e vender. Prédios caiados de branco e azul, onde funcionam lojas coloridas e restaurantes cheirosos, se espalham por ruelas minúsculas à beira de uma praia paradisíaca. No centro histórico de Mykonos, cada esquina é um flash e há cantinhos fotogênicos para onde quer que se olhe! Mas destacamos o charme da Rua Matoyianni.

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A cidade é minúscula e pode ser toda visitada a pé. Não deixe de admirar a Igreja Ortodoxa de Paraportiani, toda feita de pedra branca. É a mais famosa e mais antiga da ilha, datando de 1600. Na beira do mar, se encontra o local conhecido como ‘Little Venice’, ou Pequena Veneza. Ela engloba uma dúzia de construções coloridas na linha da água, que foram erguidas durante a ocupação dos venezianos na ilha. Hoje, abrigam restaurantes e lojas.

Do outro lado da Baía de Alefkandra, de frente para a Pequena Veneza, ficam seis dos famosos moinhos de vento de Mykonos. Principal cartão-postal da cidade, este conjunto de moinhos data de 1600 e foi preservado junto com outras unidades espalhadas pela ilha. Durante 400 anos, eles foram o motor propulsor da economia local, moendo o trigo que era exportado mundo afora. Em um deles, há um pequeno museu. Lugar perfeito para ver o pôr do sol!

Lojas expõem suas mercadorias nas ruelas da capital da Ilha de Mykonos

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Mykonos faz parte do popular arquipélago das Cíclades, um grupo de ilhas do Mar Egeu muito procurado pelos turistas. A ilha está localizada a 180 quilômetros da capital, Atenas, e a 150 da vizinha mais famosa, a Ilha de Santorini. Para chegar até ela, é muito fácil. Mykonos tem seu próprio aeroporto e você pode voar desde Atenas em apenas 40 minutos! Mas o principal meio de locomoção é o ferry, embora vários só funcionem na alta temporada – junho a agosto.

Linhas marítimas conectam Mykonos aos portos de Piraeus, Lavrio e Rafina (em Atenas) e às ilhas de Syros, Tinos, Paros, Naxos, Santorini, Creta, Serifos, Sifnos, Milos, Folegandros, Ios, Amorgos, Koufonissi, Kea, Kythnos, Andros, Anafi, Thirassia, Sikinos, Donoussa, Schinoussa e Iraklia. O custo da passagem e a duração da viagem variam muito. Para consultar os destinos, horários e preços disponíveis na época da sua viagem, acesse o site de ferries da Grécia aqui.

Casal de turistas fotografa os moinhos de Mykonos com o pôr do sol ao fundo

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 4 – Templo de Zeus

Outra construção do mundo antigo a integrar nossa lista de coisas imperdíveis o que fazer na Grécia é o Templo de Zeus Olímpico, em Atenas. Localizado em uma área chamada de Olympieio, suas ruínas ainda em parte eretas contra o céu são o resquício da mais famosa edificação de mármore já construída pelo homem. E não poderia ser diferente, já que o templo foi erguido para honrar o rei de todos os deuses do Olimpo. Sua construção começou no século VI a.C.

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Quando foi concluída, seis séculos depois, o templo tinha 110 metros e era sustentado por nada menos do que 104 colunas de 17 metros de altura e 2 metros de diâmetro nos estilos dórico e jônico. Dezesseis delas ainda podem ser vistas em pé. Também é possível observar do local uma bela vista da Acrópole de Atenas ao fundo. O templo está localizado próximo da Acrópole e se chega até ele pela mesma Estação Akropoli do metrô de Atenas – servida pela linha M2.

Vá para o lado direito, passe pelo Arco de Adriano e siga pela Avenida Vassilisis Olgas até encontrar a bilheteria. O Templo de Zeus pode ser visitado das 8h às 17h. A entrada custa 8 euros no verão (01/04 a 31/10) e 4 no inverno (01/11 a 31/03). É possível também adquirir um ingresso combinado com os demais sítios arqueológicos da cidade: Ágora Antiga, Ágora Romana, Acrópole etc. O custo é de 30 euros o ano todo e ele vale por cinco dias – reserve o seu aqui.

Mulher admira as ruínas do Templo de Zeus, em Atenas (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 5 – Mosteiros de Meteora

Meteora é hoje o maior sítio arqueológico da Grécia e também Patrimônio Mundial da UNESCO desde 1989. A noroeste da cidade de Kalambaka, um complexo de pilares de rocha de arenito gigantes se ergue a quase 600 metros de altura nas planícies da Tessália. Em meio a essa paisagem espetacular, mosteiros bizantinos foram construídos no topo das rochas íngremes, criando uma visão surreal e que não tem igual no planeta!

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Os primeiros que chegaram à área foram monges eremitas ortodoxos, entre os séculos IX e X. No século XVI, o centro monástico de Meteora atingiu seu auge, com 24 mosteiros em atividade. Hoje, seis permanecem ativos e podem ser visitados a pé ou de ônibus. São eles Grande Meteoro, Varlaam, Agios Stefanos (Santo Estevão), Agia Triada (Santíssima Trindade), Agios Nikolaos Anapausas (São Nicolau) e Roussanou. Cada entrada custa 3 euros.

O mais alto está em uma rocha de 549 metros e o mais baixo, a 305 metros. Por sorte, o acesso não é mais feito por escalada ou guindastes, como nos séculos passados. Em 1920, foram construídas escadas! Meteora fica na cidade de Kalambaka – às vezes grafada como Kalabaka ou Kalampaka -, na região central da Grécia e a 360 quilômetros de Atenas. A forma mais fácil e rápida de chegar é alugando um carro e dirigindo até lá – consulte preços aqui.

Panorama visto desde o primeiro mirante da rodovia dos Mosteiros de Meteora

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Quem não dispõe de orçamento ou simplesmente não quer dirigir em um país estrangeiro pode optar entre ir de trem, ônibus ou excursão. Existe um trem por dia que vai e volta diretamente de Atenas para Kalambaka. A viagem dura quatro horas e parte da Estação Larissa da capital grega às 7h20, com retorno às 17h15. O custo é de 30 euros o trecho ou 48 ida e volta. Há outros vagões que fazem viagens com baldeação em Paleofarsalos ao longo do dia.

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Para quem não está em Atenas, mas no norte da Grécia, a opção é pegar um trem desde Tessalônica, a 230 quilômetros de Kalambaka. As viagens duram entre 3 e 4 horas. Para consultar todos os horários e preços de trens, clique aqui. Outra opção é viajar de ônibus. Os coletivos da empresa KTEL fazem o trajeto desde Atenas, Tessalônica e Delphi, entre outras cidades menos turísticas. Você pode consultar todos os horários e preços de ônibus aqui.

Se você prefere contratar uma excursão em vez viajar até Meteora por conta própria, não tem problema. Saindo de Atenas, o tour de um dia com viagem de trem sai por 85 euros e você pode reservar o seu aqui. Se quiser incluir Delphi no pacote, o passeio de dois dias custa 185 euros com hospedagem inclusa (reserve aqui). Saindo de Tessalônica, o trajeto é feito de ônibus por 55 euros e você pode reservar o seu passeio de um dia aqui.

Vista do Monastério da Santíssima Trindade, na Grécia

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 6 – Ágora Antiga

Outro sítio arqueológico do mundo antigo a integrar nossa lista de coisas imperdíveis o que fazer na Grécia é a Ágora Antiga, em Atenas. Localizada na descida sul da Acrópole, é uma boa pedida de passeio para fazer depois de ver o Partenon e as outras construções no alto da colina. O acesso também é possível desde a Estação Monastiraki do metrô, que fica a apenas cinco minutos de caminhada da bilheteria e é servida pelas linhas M1 e M3.

Outras atrações muito próximas são a Biblioteca de Adriano, a Ágora Romana, a Torre dos Ventos e a movimentada Praça Monastiraki. A Ágora Antiga – também chamada de Ágora de Atenas – era o centro administrativo, político, comercial e social da cidade-estado. Era nesta área aberta que transcorria a vida cotidiana na Antiguidade, com os habitantes movimentando-se entre escolas, pórticos cheio de lojas e moinhos de azeite.

Ruínas do Templo de Hefesto se destacam na Ágora de Atenas (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Também funcionavam no local a casa da moeda e a prisão estatal, onde o filósofo Sócrates foi preso e executado. A área é extensa e abriga inúmeros vestígios arqueológicos, programa para pelo menos uma ou duas horas batendo perna pelas ruínas. Entre elas, destacam-se a igreja bizantina de Aghioi Apostoloi – que data do ano 1000 -; as figuras da fachada do Odeon de Agripa e o Templo de Hefesto, cujas colunas e fachada permanecem intactas.

Já a Estoa de Átalo foi totalmente restaurada para abrigar o museu da Ágora. O local abre para visitação todos os dias, das 8h às 17h. A entrada custa 10 euros no verão (1º de abril a 3 de outubro) e 5 no inverno (1º de novembro a 31 de março). É possível também adquirir um ingresso combinado com os demais sítios arqueológicos da cidade: Ágora Antiga, Ágora Romana, Acrópole etc. O custo é de 30 euros o ano todo e ele vale por cinco dias – reserve o seu aqui.

Esculturas da fachada do Odeon de Agripa, na Ágora de Atenas (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 7 – Praia de Paraga

Já falamos de todo o charme da cidade de Mykonos lá no item 3 e agora vamos detalhar as belezas da nossa praia favorita nessa ilha que está cheia delas! Mykonos oferece opções de faixas de areia paradisíacas para todos os gostos e bolsos. Enquanto os jovens e baladeiros encontram seu lugar em Super Paradise, Psarou é a faixa de areia dos ricos e refinados. Mas quem curte sossego e um mar daqueles lindos de morrer vai para Paraga.

⇒ GUIA DE MYKONOS: o que fazer em 3 dias, onde ficar e quando ir ⇐

Embora seja uma praia pequena, Paraga oferece infraestrutura completa, incluindo bares, restaurantes, ‘beach clubs’, aluguel de espreguiçadeiras e minimercado. Os preços são honestos, o que a torna uma das praias mais frequentadas por jovens casais e mochileiros. O ponto forte de Paraga é a cor do mar, que não se consegue decidir se é azul ou verde, mas que com certeza é lindo de deixar a gente sentado horas nas rochas da praia, só olhando…

Para melhorar, a praia é de areia, e não as tradicionais pedrinhas europeias que deixam a retaguarda dolorida. Gostamos tanto do lugar que voltamos lá dois dias seguidos! Para visitar Paraga, basta alugar um carro, quadriciclo ou scooter para dirigir pouco mais de seis quilômetros de estradinhas sinuosas desde a cidade de Mykonos. Outra opção é se hospedar na própria praia. Recomendamos o Maganos Apartments (reservas aqui) e o Apart-hotel Zephyros (aqui).

Mulher posa para foto nas rochas da Praia de Paraga, Ilha de Mykonos

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 8 – Vilarejo de Oía

O vilarejo de Oía, na Ilha de Santorini, é um dos locais mais procurados por casais apaixonados ou em lua de mel no mundo todo. A minúscula cidade é o lar de alguns dos mais famosos cartões-postais da Grécia. A ilha vulcânica sofreu uma erupção há mais de 3.000 anos e ganhou o formato de uma lua crescente cujo interior foi preenchido pela água do mar – a famosa ‘caldeira’ de Santorini. Encarapitada no alto dos penhascos de 300 metros, fica Oía.

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Seu charme reside nas casas de pedra caiadas de branco ou tons pastel e nas igrejas com domos azuis e sinos à vista. Neste cenário da mais típica arquitetura grega, se instalaram dezenas de bares, lojas, restaurantes e hotéis luxuosos com piscinas de borda infinita debruçadas sobre a caldeira. No meio do emaranhado de ruelas lotadas de turistas, emergem as ruínas de um castelo veneziano. É dele que se pode visualizar o pôr do sol de Oía, um dos mais famosos do mundo!

O vilarejo, localizado no noroeste da ilha, é muito procurado por turistas e extremamente acessível. A melhor opção para visitá-lo é se hospedando nele. Mas essa é uma alternativa um pouco cara e que exige planejamento prévio, pois o lugar fica lotado nas férias de verão europeias – junho/agosto. Se esta é sua preferência, recomendamos o Alexander’s Suites, que tem piscina e vista para a caldeira por apenas 200 euros a diária – faça sua reserva aqui.

Igreja branca com domos azuis sobre os penhascos da vila de Oía, em Santorini (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Já se você prefere economizar um pouco, recomendamos ficar na cidade de Fira, a capital da ilha e que está localizada a apenas 11 quilômetros de distância. De Fira, você pode pegar um ônibus público para ir e voltar de Oía, basta perguntar no seu local de hospedagem qual a parada mais próxima e o número da linha. Outra alternativa é ir andando por uma trilha na borda da caldeira e, depois, voltar de ônibus. São cerca de duas horas de caminhada.

Outra alternativa é alugar um carro, quadriciclo ou scooter para poder percorrer a ilha com mais liberdade. Além de Oía, você pode aproveitar para visitar outros pontos de interesse de Santorini, como a Red Beach. E quem não quer fazer a visita por conta própria pode contratar um tour. O passeio de um dia inteiro percorre praias, vistas, degustação de vinho e termina com o famoso pôr do sol em Oía. A excursão custa 65 euros e você pode reservar a sua aqui.

Pôr do sol visto do castelo de Oía, na Ilha de Santorini (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 9 – Praia de Navagio

Considerada a praia mais linda do mundo, Navagio não poderia ficar de fora de nenhuma lista de coisas imperdíveis o que fazer na Grécia. Sua paisagem surreal é uma combinação de falésias de rocha calcária branca, vegetação dourada, mar azul celeste e uma minúscula baía, onde descansa a carcaça do MV Panagiotis, navio de carga que encalhou naquelas águas durante uma tempestade nos anos 1980. Por isso o nome de Praia do Naufrágio.

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A praia está localizada no noroeste da ilha grega de Zakynthos, ou Zantes. Ela fica a 35 quilômetros da capital da ilha, chamada de Zakynthos Town. Navagio fica em uma enseada isolada, sem acesso por terra ou qualquer hospedagem. Mas Zakynthos é um lugar pequeno e você pode chegar até ela se hospedando em qualquer ponto da ilha. Sugerimos o elogiado Tzante Hotel, com diárias a partir de 85 euros para duas pessoas (mais informações e reservas aqui).

Definitivamente, o melhor ângulo para admirar a beleza de Navagio é o do alto. O acesso ao mirante da praia é feito por terra, o que significa que você pode alugar uma scooter, carro ou quadriciclo para ir até ele por conta própria. Se você não quer ou não pode alugar um veículo, a solução é embarcar em um tour de ônibus. O passeio de um dia inteiro com a parte marítima inclusa sai por 45 euros. Você pode reservar o seu com antecedência aqui.

Praia de Navagio vista do alto dos rochedos, na Ilha de Zakynthos (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Para colocar os pés em suas areias, é preciso ir de barco. Existem dois modos de fazer isso. O primeiro é embarcar em um dos inúmeros tours que partem do porto de Zakynthos Town, passam pelas Blue Caves – cavernas que parecem azuis por se situarem sobre as águas do mar – e param em Navagio por cerca de uma hora. Esse passeio custa 35 euros e pode ser reservado aqui. Para quem está com um veículo alugado, sair de Porto Vromi é a melhor opção.

Esta é a localidade mais próxima da Praia de Navagio, a apenas 15 minutos de navegação de distância. O custo é de 25 euros e você pode reservar o tour aqui. Se preferir alugar um barco particular no mesmo porto, o passeio custa 180 euros e leva até cinco pessoas – reservas aqui. Veja estas e outras informações detalhadas sobre a praia e a ilha no nosso texto especialmente dedicado a elas: confira tudo o que você precisa saber sobre como visitar Navagio aqui.

Casal posa para foto nos rochedos sobre a Praia de Navagio, em Zakynthos (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 10 – Cidade de Rhodes

Nada de casas brancas e azuis, capelinhas ou penhascos como nas famosas Santorini e Mykonos. Rhodes é a mais surpreendente das ilhas gregas e não pode ficar fora da sua lista do que fazer na Grécia! A capital da ilha – que também se chama Rhodes – foi tombada como Patrimônio da Unesco. Em suas ruelas de pedras irregulares envoltas por 4 quilômetros de muralhas guardam um tesouro que não pode ser visto em nenhum outro lugar do mundo.

Nela, convivem a herança cultural e arquitetônica da Grécia Antiga, do Império Romano-Bizantino, do Império Otomano, da Ordem dos Cavaleiros de Malta, da presença do povo judeu e da ocupação italiana. Entre os ‘highlights’ do passeio, estão visitar o Palácio do Grão-Mestre, caminhar pela Rua dos Cavaleiros e se perder pelas fascinantes ruelas protegidas por torres e portões construídos na Idade Média. E há ainda mais saindo para fora das muralhas.

Mulher posa para foto na Rua dos Cavaleiros, em Rhodes

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

No Porto de Mandraki estão a Fortaleza de Agios Nikolaos e os antigos moinhos de vento de Rhodes. Na extremidade esquerda da baía formada pelo porto, estão dois pilares que marcam o local onde ficariam as duas pernas do lendário Colosso de Rhodes, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Chegar até Rhodes é muito fácil. O aeroporto internacional da ilha fica a 15 quilômetros de distância. Há voos diretos desde Atenas ou Creta em apenas 1 hora.

Mas o principal meio de locomoção é o ferry. Linhas marítimas conectam Rhodes aos portos de Bodrum, Fethiye e Marmaris, na Turquia. Dentro da Grécia, pode-se navegar entre Rhodes e o Porto de Piraeus (em Atenas) e as famosas ilhas de Creta e  Santorini. Note que nem todos os trajetos estão disponíveis o ano inteiro, alguns só funcionam na alta temporada de férias de verão na Europa – junho/agosto. Para mais informações, acesse o site de ferries da Grécia aqui.

Fortaleza de Agios Nikolaos iluminada pelo pôr do sol, na Ilha de Rhodes

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 11 – Ilha de Delos

Outro sítio arqueológico do mundo antigo a integrar nossa lista de o que fazer na Grécia é a Ilha de Delos. Segundo a mitologia grega, foi nesta minúscula e rochosa porção de terra que nasceram os deuses gêmeos Apolo e Ártemis. Por isso, o local era considerado sagrado e se tornou um dos complexos religiosos de maior importância da Grécia Antiga. Graças à peregrinação ao local, desenvolveu-se na ilha uma rica e próspera cidade hoje em ruínas.

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O extenso sítio arqueológico abrange templos, portos, mercados, ginásios, um teatro, praças e residências adornadas com colunas de mármore e mosaicos coloridos. O ponto alto do passeio é o Terraço dos Leões, onde estátuas dos animais seguem eretas contra o céu azul da ilha e nos lembram seu passado glorioso. Delos é de fácil acesso de barco desde a ilha vizinha de Mykonos. Os ferries partem do porto velho às 9h, 10h e 11h e retornam às 12h15, 13h30 e 15h.

O preço é de 23 euros para ida e volta e a viagem dura cerca de 30 minutos. Você pode comprar o seu ticket aqui. Assim que desembarcar no Porto de Delos, verá a bilheteria e entrada logo em frente. O ingresso custa 12 euros. Se preferir fazer o passeio com um guia, o custo é de 55 euros já com o barco incluso. O tour dura quatro horas e você pode reservar o seu aqui. O sítio arqueológico funciona das 8h às 20h no verão e das 8h às 15h no inverno, fechando nas segundas.

Ruínas de casa no sítio arqueológico da Ilha de Delos, na Grécia

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 12 – Estádio Panathinaikos

O Estádio Panathinaikos, em Atenas, pode ser considerado uma relíquia arquitetônica moderna se comparado aos sítios arqueológicos da Antiguidade. A estrutura data de 1896, ano em que os Jogos Olímpicos voltaram a ser disputados na cidade onde nasceram. Para receber a grande festa do esporte, a capital grega ergueu um estádio de 80.000 lugares todo feito em imaculado mármore branco do Monte Pentélico. A beleza do Panathinaikos assombrou o mundo.

De centro esportivo, o local passou a ponto turístico e recebe muito mais visitante do que atletas. Você pode subir nas arquibancadas, correr pela pista oval, andar pelos corredores subterrâneos e tirar uma foto no topo do primeiro pódio olímpico da era moderna. Há também uma pequena exposição sobre as Olimpíadas de 1896. O estádio está localizado a cerca de 1 quilômetro da Estação Akropoli do metrô de Atenas – servida pela linha M2.

Basta pegar a direita na Rua Dionysiou Areopagitou, passar pelo Arco de Adriano, seguir pela Avenida Vassilisis Olgas – onde fica o Templo de Zeus – e dobrar à esquerda na Avenida Vasileos Konstantinou para encontrar a bilheteria alguns metros adiante. O estádio funciona das 8h às 19h de março a outubro e das 8h às 17h de novembro a fevereiro. O ingresso custa 5 euros com áudio guia incluso. Note que, da arquibancada, tem-se uma bela vista da Acrópole!

Mulher posa para foto no pódio do Estádio Panathinaikos, em Atenas

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 13 – Ruínas de Delphi

Aos pés do Monte Parnassos, ergue-se mais um sítio arqueológico do mundo antigo a integrar nossa lista de o que fazer na Grécia: as ruínas de Delphi. Este santuário dedicado aos deuses Apolo e Atena era considerado como o centro do mundo na mitologia grega e se tornou lar do mais famoso e procurado oráculo da Antiguidade. Tal era sua importância que ele foi, por vários séculos, o centro cultural e religioso de toda a Grécia Antiga.

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Hoje, os visitante ainda podem admirar sua grandiosidade nas ruínas do Templo de Apolo e vários outros edifícios, além de um museu com artefatos arqueológicos das escavações. O único contra desse sítio é que ele fica montanha acima, sendo um tanto cansativo chegar até o ginásio, que é a última construção a se visitar. A pequena cidade de Delphi está localizada a 170 quilômetros de Atenas e pode ser visitada em um bate-volta de ônibus desde a capital.

Ruína do Templo de Apolo, em Delphi (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A viagem dura cerca de duas horas e meia e os coletivos da empresa KTEL saem da rodoviária de Atenas. Há de dois a quatro horários de partida, dependendo do dia da semana e da estação do ano – melhor consultar aqui o site da companhia quando souber a data do seu passeio. Para quem está seguindo viagem para outras localidades da Grécia continental, como Meteora, Delphi pode ser uma gostosa parada para uma noite de sono entre as montanhas.

Quem prefere visitar Delphi no conforto de uma excursão desde Atenas pode reservar a sua aqui por 70 euros. O sítio fica a cerca de 15 minutos de caminhada da rua central da cidade, basta seguir pela rodovia até encontrar a bilheteria. Além das ruínas centrais, há ainda uma escavação secundária que fica a mais 10 minutos de caminhada pela rodovia, mas que é muito bonita e vale a pena visitar. O sítio abre diariamente das 8h às 18h e os ingresso custam 12 euros.

Ruínas do Templo de Atena Pronaia, em Delphi (Grécia)

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 14 – Acrópole de Lindos

A Acrópole de Lindos é o ponto turístico mais procurado da Ilha de Rhodes. Com o perdão do trocadilho, o nome Lindos faz jus a uma das paisagens mais bonitas da Europa. Assim que sair do carro, você vai entender o motivo. Na sua esquerda, duas belas praias de areias douradas. Na sua direita, uma ‘piscina natural’ de águas azuis em meio às rochas. No centro, dominando a paisagem, a Acrópole, onde há ruínas da Grécia Antiga e de fortificações medievais.

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Lindos é uma das cidades mais antigas de Rhodes e já era rica e poderosa antes mesmo da construção da capital, ao norte. Tanto que sua beleza foi cantada por Homero. Por tudo isso, vale a pena encarar a subida do penhasco de 116 metros onde fica o sítio arqueológico, cercado pelo mar azul. Os destaques são o Templo de Athena, com suas colunas dóricas se erguendo contra o céu azul, e o Castelo de Lindos, construído por cavaleiros na Idade Média.

Mas o que mais encanta sem dúvida é a vista lá do alto. Seus olhos abarcam as casinhas brancas da cidade de Lindos colina abaixo, as praias douradas do lado esquerdo e a Saint Paul’s Bay à direita. É impossível não se encantar com ela: as rochas parecem ‘fechar’ a baía, formando uma piscina natural de águas cristalinas e muito azuis! Na base da Acrópole, a cidade antiga de Lindos faz a alegria dos turistas em busca dos típicos cenários das ilhas gregas.

Saint Paul's Bay vista do alto da Acrópole de Lindos

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

As praias para se curtir em Lindos são três. Para a esquerda da Acrópole ficam a faixa de areia principal – que se chama Praia de Lindos – e a Praia de Pallas, que fica na curva da baía à direita. Ambas dispõem de bares e espreguiçadeiras a bons preços. Para a direita da Acrópole está a praia de Saint Paul’s Bay: Agios Pavlos. Deste ângulo, você consegue ver a abertura nas rochas que formam a baía, acabando com a ilusão da ‘piscina’ azul. Mas a beleza segue estonteante.

Para visitar Lindos, recomendamos que você alugue um carro e saia da capital pela rodovia EO95, dirigindo 50 quilômetros para o sul. Quem não pode ou não quer dirigir, tem a opção de fazer o passeio de barco ou de ônibus. O tour de ônibus custa 25 euros e você pode reservar o seu aqui. Ele leva você até Lindos e te deixa livre para fazer o que quiser por quatro horas. O tour de barco faz paradas para mergulho e deixa três horas livres. O custo é de 30 euros (reserve aqui).

Saint Paul's Bay vista desde a Praia de Agios Pavlos, em Lindos

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Grécia 15 – Colina Philopappos

Muita gente acha que a melhor vista da Acrópole de Atenas é a que se tem desde o mirante do Monte Licabeto, mas isso não é verdade. O Licabeto é um bom ponto para se admirar o pôr do sol e as luzes se acenderem sobre a cidade, mas fica muito longe do Partenon e demais edifícios do alto da colina. Para ter uma visão mais próxima, você deve subir a Colina Philopappos, que fica a apenas 15 minutos de caminhada desde a bilheteria da Acrópole.

Para chegar até ela, basta setar no GPS do seu celular o Monumento de Philopappos, pois o mesmo se encontra no topo da colina. Saindo da Estação Akropoli do metrô – servida pela linha M2 -, basta dobrar à direita na Rua Chatzichristou. Ela vai mudar de nome para Rovertou Galli, e você segue reto até encontrar uma área verde. Entre no parque e pegue qualquer trilha que vá para cima, não tem como errar. Junto ao monumento fica o mirante natural de rochas.

Mulher posa para foto na Colina Philopappos, com a Acrópole de Atenas ao fundo

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve na Grécia em junho de 2015 ***

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