Página inicial AméricaMéxico O que fazer no México: 12 atrações que você não pode perder

O que fazer no México: 12 atrações que você não pode perder

por Escolha Viajar
O que fazer no México - Ruínas de Chichén Itzá

Normalmente, quando o Escolha Viajar escreve sobre as atrações de uma cidade ou país, limita o número a 10 ou menos. Mas abrimos uma exceção para o que fazer no México, pois são tantas coisas para conhecer que não conseguimos reduzir a menos de 12! E algumas atrações bem legais ainda ficaram de fora… O México é realmente um país maravilhoso para se conhecer, e não apenas por abrigar uma grande variedade de pontos turísticos, mas também por ter uma ótima infraestrutura turística e precinhos super camaradas. A moeda local, o peso mexicano, vale ainda menos o que o real, o que significa que você pode fazer uma viagem longa pelo país sem abrir um rombo no seu cofrinho.

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E é bom se preparam para passar pelo menos 15 dias viajando se quiser conhecer todas as coisas o que fazer no México. O país pode não ter as dimensões continentais do Brasil mas há grandes distâncias a percorrer para visitar pontos turísticos tão variados. Há atrações desde o coração do território, a capital Cidade do México, até a paradisíaca costa do Mar do Caribe. E se você pensa que isso significa que vamos falar apenas de praias está muito enganado. A diversidade cultural e de beleza naturais do México permite ir muito além de areias brancas e águas azuis. Há um cânion, uma cascata de pedra, cavernas submersas, cidades coloniais e inúmeras ruínas pré-colombianas.

Entre elas, é claro, a cidade maia de Chichén Itzá, eleita uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno e a mais imperdível de todas as coisas o que fazer no México. Confira uma seleção de 12 delas:

O que fazer no México 1 – Ruínas de Teotihuacán

Teotihuacán foi a maior cidade da América pré-colombiana e a sexta maior do mundo, tendo existido entre o ano 100 AC até por volta de 550 DC. Embora tenha iniciado como um centro religioso, ao longo do tempo ela se tornou também o lar de uma população que chegou a 125 mil pessoas. Por isso, foram construídos ao longo dos quatro quilômetros da Avenida dos Mortos templos, palácios e casas. Embora tenham sido impressionantemente bem preservados, assim como suas decorações, eles com certeza não são o motivo que levam milhares de visitantes até as ruínas.

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O que mais impressiona no sítio arqueológico e o que o torna uma das coisas imperdíveis o que fazer no México são suas duas gigantescas pirâmides: a do Sol (65 metros) e a da Lua (45 metros). Na primeira, é possível escalar até o topo, enquanto na segunda a vista está limitada à primeira plataforma. Localizadas a cerca de 50 quilômetros da Cidade do México, estas ruínas não devem ser dispensadas de nenhum roteiro pelo México, pois são realmente impressionantes e muito fáceis de visitar. A maioria dos turistas contrata um tour que vai pela manhã à Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe e percorre as ruínas durante a tarde.

Para quem quiser fazer o caminho contrário das multidões e ainda economizar uma grana, baste se dirigir de metrô ao Terminal Central de Autobuses del Norte (Terminal Norte). É de lá que partem de hora em hora os ônibus da Autobuses Teotihuacán para as ruínas. A viagem leva cerca de uma hora e custa US$ 5 ida e volta. A entrada no sítio sai por US$ 3,50. Para voltar, há pontos de ônibus do lado de fora dos portões 1 e 2, basta perguntar a qualquer vendedor ou funcionário do parque que ele lhe mostra. As ruínas abrem todos os dias do ano, das 9h às 17h.

O que fazer no México - Ruínas de Teotihuacán

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 2 – Praia de Akumal

Akumal é um pequeno balneário localizado na famosa Riviera Maia, a 35 quilômetros de Playa del Carmen e a menos de 30 de Tulum. Antigamente fechado para uso exclusivo dos resorts, como a maioria das faixas de areia da região, hoje ele foi transformada em área de preservação natural e é aberta ao público em geral. A praia é uma lindeza só, de areias brancas espalhadas por uma pequena baía arredondada adornada por palmeiras e que contrasta com o mar muito verde. Há restaurantes, beach clubs e minimercado para garantir o conforto para quem quiser morrer nas suas areias por um dia inteiro. Mas a verdade é que ninguém vai até Akumal para ficar na areia, e sim no mar!

Isso porque nela é possível fazer snorkel acompanhado de arraias e tartarugas de todos os tamanhos bem no rasinho. A área de banho permitida é demarcada por um cercado e nela não se pode tocar com os pés no fundo para não destruir a vegetação da qual os animais se alimentam. Por isso, é recomendado que você faça snorkel de colete salva-vidas. E nem precisa se preocupar em levar, pois há todo o equipamento necessário para alugar na beira da praia (máscara, tubo, pé de pato etc). Falando em pagar, assim que você chegar a Akumal será abordado por vendedores dizendo que você deve fazer um tour para ver as tartarugas, seja de barco ou só ali no cercadinho mesmo. Mas NÃO PRECISA, a não ser que você sinta necessidade. É só ficar flutuando na água que elas aparecem mais cedo ou mais tarde.

Chegar a Akumal é muito fácil. Se você estiver de carro alugado, basta dirigir pela rodovia México 307, que é muito bem sinalizada. Se não tiver veículo próprio, é possível fazer uma curta viagem de van – que é o transporte do mexicano comum – até a praia saindo tanto de Playa del Carmen quanto de Tulum, sendo que esta se localiza mais próxima. Pergunte no seu seu hotel de onde partem as vans e avise ao motorista que vai descer em Akumal. Para voltar, sempre há veículos parados esperando na rótula de saída do balneário. A passagem vai custar menos de US$ 3 ida e volta. Já o aluguel de equipamento é um pouco mais salgado: cerca de US$ 17 por colete, máscara e tubo. Mas as tartarugas de Akumal valem cada centavo!

O que fazer no México - Praia de Akumal

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 3 – Ruínas de Chichén Itzá

Mais imperdível das coisas imperdíveis o que fazer no México, as ruínas de Chichén Itzá foram eleitas uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno! A cidade foi capital de um amplo território dominado pela civilização maia na Península de Yucatán de 987 até o ano de 1200. Ela se destaca entre tantos outros sítios arqueológicos pré-colombianos mexicanos por seu estado de preservação e grande variedade arquitetônica. Ao visitar Chichén Itzá, você percorrerá a pirâmide chamada de El Castillo – imagem símbolo da cidade -, o Templo dos Guerreiros, adornado por dezenas de colunas; Templo das Mesas, Templo das Mesitas, o observatório conhecido como Caracol, o Cenote Sagrado, mercado, plataformas, uma quadra de ‘juego de pelota’, o futebol maia; e uma infinidade de outros edifícios.

Tudo decorado com relevos refinados ou esculturas gigantescas, como a cobra que adorna a escadaria do Castillo, que tem 30 metros de altura. Ou seja, Chichén Itzá é passeio para um dia inteira o milhares de fotos. O sítio arqueológico está localizado no coração da Península de Yucatán, a 80 quilômetros da costa do Caribe. Há três formas de visitá-lo. A primeira é em veículo próprio, dirigindo desde centros turísticos próximos como Valladolid (53 km), Cancún (197 km), Playa del Carmen (182 km) e Tulum (153 km). Quem quiser ver as ruínas com calma, antes ou depois das multidões que chegam com os tours, pode optar por se hospedar em um dos hotéis que ficam dentro das ruínas e passar a noite, em vez de fazer um bate-volta.

A segunda opção é contratando um dos inúmeros tours que partem diariamente de qualquer uma das cidades acima. Normalmente, o passeio às ruínas é combinado com uma parada no belo Cenote Ik Kil, que fica nas redondezas. A terceira é pegando um ônibus intermunicipal da empresa ADO, que vai e volta do sítio todos os dias partindo da rodoviária de Tulum. O coletivo sai às 9h, leva cerca de uma hora e meia para chegar às ruínas e retorna às 16h. É tempo suficiente para fazer o passeio com ou sem guia (você pode contratar um na estrada ou visitar tudo por conta própria, com um bom e velho Lonely Planet na mão). A passagem custa US$ 21 por pessoa para ida e volta. A entrada em Chichén Itzá sai por menos de US$ 13. As ruínas abrem todos os dias do ano, das 8h às 17h.

O que fazer no México - Ruínas de Chichén Itzá

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 4 – Zócalo de Oaxaca

Famosa pela festa do Dia de los Muertos, a cidade de Oaxaca também atrai muitos turistas no restante do ano graças ao seu centro histórico, ou ‘zócalo’, além de outras atrações da região. O conjunto de prédios coloniais em estilo espanhol é Patrimônio Mundial da Unesco desde 1987. Construídos para suportar os terremotos da região, eles chegaram muito bem preservados desde o século XVIII aos dias de hoje. O conjunto todo de casinhas baixas coloridas e sobrados de dois ou três andares com varandas tem tanto charme que dá vontade de engarrafar e vender! Destaque para a Catedral de Oaxaca e para a Igreja de Santo Domingo de Guzmán, que merece ser admirada tanto por fora como por dentro.

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Outro programa obrigatório no centro histórico é visitar o Mercado 20 de Novembro, a poucas quadras da praça central. Nele, você encontra diversos produtos típicos locais a preço de banana, como queijos, mezcal – tequila caseira feita de frutas – e chocolate. A região de Oaxaca é grande produtora de cacau, o que originou um molho típico chamado ‘mole negro’ que você precisa degustar. Apesar de adocicado, ele é normalmente servido com frango ou carne bovina. Uma delícia! Você encontra pratos com o ‘mole’ em qualquer um dos restaurantes que cercam a praça central. Aproveite para sentar nas mesas ao ar livre, beber uma cerveja gelada e ver a vida passar nesta cidade tão encantadora.

Oaxaca fica 465 quilômetros ao sul da capital, a Cidade do México, e pode ser alcançada tanto através de voos domésticos até seu próprio aeroporto, quanto de ônibus. A empresa ADO faz o trajeto em pouco menos de sete horas, com vários horários de saída diários. Os preços variam conforme o tipo de ônibus, mas giram na casa dos US$ 30 para os coletivos de classe turística (ADO GL e Platino).

O que fazer no México - Zócalo de Oaxaca

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 5 – Ruínas de Palenque

Embora não sejam as maiores ou melhor preservadas das ruínas maias mexicanas, as de Palenque com certeza são as mais fascinantes. Localizadas em plena floresta tropical, foram descobertas apenas em 1773 e continuam sendo exploradas até hoje. Palenque foi, junto com Tikal e Calakmul, uma das cidades mais poderosas do período clássico maia, tendo sido habitada entre os anos 500 e 900. As ruínas são formadas por um conjunto de cerca de 500 edifícios que ocupam uma extensão de mais de 15 km e exibem alguns dos melhores exemplos de arquitetura, escultura e baixos-relevos produzidos pelos maias.

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É impossível não se sentir meio Indiana Jones em um lugar assim, o que o torna uma das coisas imperdíveis o que fazer no México! Entre tantas construções, destacam-se o Templo de La Reina Roja – onde está localizada a tumba da rainha e de onde foi retirada sua ossada -, o Templo de La Cruz, o Templo de Las Inscripciones e El Palacio. As ruínas abrem todos os dias do ano, das 8h às 17h. Para chegar até elas, você pode contratar um tour em qualquer hotel de Palenque. Normalmente, esse passeio é combinado com visitas às cachoeira Misol-Há e Agua Azul. Ou por conta própria, pegando uma das vans que partem do centro de Palenque e percorrem os oito quilômetros de distância da cidade por US$ 2,25 ida e volta.

A entrada no sítio sai por US$ 3,50. Palenque está localizada a 895 quilômetros aos sul da capital, a Cidade do México. Você pode chegar via voo doméstico para o próprio aeroporto da cidade, ou percorrer a rota normalmente feita por turistas, que é vindo ou indo para a cidade de San Cristóbal de las Casas (a 220 quilômetros de distância). A empresa ADO faz o trajeto em cerca de oito horas, com vários horários de saída diários. Os preços variam conforme o tipo de ônibus, mas giram na casa dos US$ 15 para os coletivos de classe turística (ADO GL e Platino).

O que fazer no México - Ruínas de Palenque

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 6 – Hierve el Agua

Se você pensa que já viu um lugar parecido com esse da foto abaixo em algum outro ponto do planeta, não está enganado. A formação de terraços de pedra calcária mais famosa do mundo é Pamukkale, que fica na cidade turca do mesmo nome. Embora seja de dimensões bem menores, a versão mexicana do fenômeno – chamado de Hierve el Agua – não perde nada em beleza para o longínquo concorrente. Hierve el Agua é um sistema de cascatas petrificadas, formadas por fontes termais que escorrem pelas rochas há milhares de anos ricas em bicarbonato de cálcio, que adere às pedras e dá a impressão de que a água está congelada no ar.

Além disso, a água que brota de fontes no chão com temperatura de 24 graus formou terraços naturais onde é possível se banhar com vista para a cascata de pedra e para os verdes vales mexicanos da região de Oaxaca. Hierve el Agua está localizado no pequeno povoado de San Isidro Roaguía, a 70 quilômetros de Oaxaca. Você pode chegar de carro alugado, embora o lugar seja um tanto ermo; ou fechar o preço com um táxi para ir e voltar à cidade no fim do dia. Mas o modo mais comum de visitar as piscinas é a bordo de um dos inúmeros tours que percorrem esta e outras atrações da região todos os dias. Normalmente também estão incliuídos no passeio as ruínas de Mitla, o Harbol de Tule – árvore com o tronco mais largo do mundo – e uma tradicional destilaria de mezcal.

O custo do tour gira em torno dos US$ 11 mais entradas (em Hierve a comunidade local cobra uma taxa de US$ 2,50 por pessoa). Não esqueça de levar roupa de banho! Oaxaca fica 465 quilômetros ao sul da capital, a Cidade do México, e pode ser alcançada tanto através de voos domésticos até seu próprio aeroporto, quanto de ônibus. A empresa ADO faz o trajeto em pouco menos de sete horas, com vários horários de saída diários. Os preços variam conforme o tipo de ônibus, mas giram na casa dos US$ 30 para os coletivos de classe turística (ADO GL e Platino).

O que fazer no México - Hierve el Agua

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 7 – Ruínas de Monte Albán

Declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1987, Monte Albán é uma das mais antigas cidades pré-hispânicas do México. Ela foi construída e habitada entre os anos 500 AC e 800, tendo sido capital da civilização zapoteca e atingindo uma população de 35.000 habitantes. Erguida obre uma colina cujo topo foi aplanado, a cidade se encontra 400 metros acima do vale de Oaxaca. Entre as construções remanescentes no sítio arqueológico destacam-se as plataformas norte e sul, de onde se tem uma vista espetacular da praça principal, a quadra de ‘juego de pelota’ – o futebol dos povos pré-colombianos – e as chamadas ‘estelas’, placas de rochas esculpidas em baix-relevo. Algumas retratam pessoas dançando.

Situadas a cerca de 10 quilômetros do centro da cidade de Oaxaca, as ruínas de Monte Albán são muito fáceis de se visitar. A primeira opção é contratando um dos vários tours diários em qualquer hotel da região. A segunda, é subir e descer o monte de táxi. A terceira e mais econômica é pegar uma das vans da Lescas, que percorrem o trajeto de hora em hora. O ponto de saída – e chegada – é em frente ao Hotel Rivera de Angel, na rua Fransisco Mina 518. As passagens custam US$ 3 ida e volta. As vans partem a partir das 8h30 para subir até Monte Albán e partir das 12h para descer. O sítio não é tão grande ou impressionante como Chichén Itzá e Palenque, devendo consumir no máximo uma manhã ou tarde da sua viagem.

Oaxaca fica 465 quilômetros ao sul da capital, a Cidade do México, e pode ser alcançada tanto através de voos domésticos até seu próprio aeroporto, quanto de ônibus. A empresa ADO faz o trajeto em pouco menos de sete horas, com vários horários de saída diários. Os preços variam conforme o tipo de ônibus, mas giram na casa dos US$ 30 para os coletivos de classe turística (ADO GL e Platino).

O que fazer no México - Ruínas de Monte Albán

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 8 – Zócalo da Cidade do México

Zócalo é a nomeação que se usa para designar o centro histórico das cidades mexicanas, mas normalmente se refere especificamente ao da Cidade do México. Este era o coração da cidade desde os tempos pré-hispânicos, quando o lugar se chamava Tenochtitlan e era a capital da civilização asteca. Ali, eles construíram seu Templo Mayor, que foi quase totalmente destruído durante o processo de dominação espanhola. Hoje, suas ruínas são apenas uma das inúmeras atrações turísticas do zócalo. Dominado pela gigantesca Plaza de la Constitución – a segundo maior do mundo – o centro histórico da Cidade do México abriga ainda o Palácio Nacional, que é a sede do governo do país, e a Catedral Metropolitana.

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Primeiro, faça algumas fotos na praça, que é dominada por uma gigantesca bandeira mexicana. Depois, conheça a catedral, fundada em 1571 e consagrada à Assunção da Santíssima Virgem Maria, por dentro e por fora (a entrada é franca). Não perca também a pintura mural de Diego Rivera chamada A História do México, que se estende por uma das escadarias duplas do Palácio Nacional. Uma das obras mais famosas do artista, ela mostra uma visão nada ortodoxa da história do país na qual glorifica as culturas indígenas A técnica do afresco também foi inspirada na arte dos povos mexicanos pré-hispânicos, com destaque para as cores intensas.

A visitação aos murais é gratuita, com entrada por uma rua lateral à esquerda da fachada principal do prédio. O palácio abre de terça a domingo, das 9h às 17h. Por fim, vá até as ruínas do Templo Mayor, que abre de terça a domingo, das 9h às 17h (entradas a US$ 3,50). Não há muito para ver, uma vez que os espanhóis se esforçaram para destruir tudo o que remetesse às culturas pagãs pré-colombianas, mas as bases da pirâmide estão lá, assim como algumas esculturas e alto-relevos. Além da visita aos locais históricos – que ficam todos ao redor da praça, a poucos metros uns dos outros, não deixe de aproveitar para se perder um pouco pelas ruas do zócalo, apreciar a arquitetura colonial, o comércio local mexicano e a culinária típica em qualquer um dos inúmeros restaurantes pelo caminho.

O que fazer no México - Zócalo da Cidade do México

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 9 – Cenote Dos Ojos

Cenotes são cavernas inundadas muito comuns na região da Península de Yucatán, próximo às cidades turísticas de Cancún, Tulum e Playa del Carmen, além do sítio arqueológico de Chichén Itzá. Considerado um dos mais bonitos e mais procurados pelos turistas, o Cenote Dos Ojos é um sistema de cavernas submersas que chega aos 60 quilômetros de extensão. Ele está localizado 17 quilômetros ao norte de Tulum e é de fácil acesso via carro ou a bordo das vans de transporte que percorrem a rodovia entre Tulum e Playa del Carmen a todo momento. Basta chamar uma e dizer ao motorista que você vai descer no cenote. O preço da passagem depende da distância percorrida, sendo que desde Tulum sai por US$ 2,75 (ida e volta).

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O Dos Ojos abre todos os dias, das 8h às 17h. Há três maneiras de visitá-lo. A primeira é comprar um pacote na entrada que inclui o transporte até os ‘ojos’ – que são as duas lagoas que dão nome ao cenote – e snorkel guiado em grupo por US$ 28. A segunda é comprar um pacote de mergulho por US$ 130 (duas sessões, equipamento incluso). A terceira e mais barata, é pagar apenas a taxa de entrada de US$ 12 e encarar os quase 30 minutos de caminhada até os ‘ojos’ por conta prórpia (leve repelente e água). Chegando nas lagoas, você pode alugar equipamento de snorkel se precisar. Seja como for chegar até o Dos Ojos, suas águas azuis fluorescentes vão provar a você porque essa é uma das coisas imperdíveis o que fazer no México!

O que fazer no México - Cenote Dos Ojos

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 10 – Ruínas de Tulum

Embora seja um sítio arqueológico relativamente pequeno e que servia como porto para as muito maiores ruínas de Cobá, os prédios remanescentes da cidade maia de Tulum são uma das coisas imperdíveis o que fazer no México devido a sua localização. Este é o único conjunto de ruínas que tem vista para o Mar do Caribe! E não só vista, existe uma praia dentro do sítio arqueológico, onde você pode aproveitar para se refrescar depois do passeio e aproveitar parte do dia. Voltando à parte histórica, Tulum é uma cidade do período tardio maia, quando esta civilização pré-colombiana já não erguia prédios gigantescos como os vistos em Palenque e Chichén Itzá. Em Tulum, tudo parece ter sido feito em miniatura.

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Além da vista deslumbrante do azul do Caribe, destacam-se entre as ruínas a pirâmide chamada de El Castillo – o edifício mais alto do sítio -, o Templo del Dios Descendente, o Templo de los Frescos, o Templo del Dios del Viento, a Casa de las Columnas e a Casa del Halach Uinik. Além disso, a cidade é cercada por uma muralha que lhe defendeu por 70 anos após a chegadas dos espanhóis ao México. Por isso mesmo, são ruínas muito bem preservadas. O sítio arqueológico abre todos os dias, das 8h às 17h. A entrada custa US$ 3,50 e guias podem ser contratados na recepção por valores adicionais. A forma de visitação depende do local onde você está hospedado.

Se for na própria Tulum, basta pegar um táxi desde o centro da cidade ou uma das vans que percorrem a rodovia até Playa del Carmen e pedir para descer nas ruínas. Desde Playa del Carmen, você pode pegar a mesma van no sentido oposto ou um ônibus até a rodoviária de Tulum e, de lá, um táxi. De Cancún – distante quase 130 quilômetros ao norte -, a opção mais popular é contratar um tour, mas pode-se também fazer o roteiro por conta própria pegando um coletivo até a rodoviária de Playa del Carmen e dali seguir os passos anteriores. Todas as três cidades são acessíveis via aeroporto de Cancún ou via ônibus desde outras cidades turísticas mexicanas.  A empresa ADO faz o trajeto desde Palenque em cerca de 11 horas (US$ 40) e desde Mérida em quatro horas (US$ 12).

O que fazer no México - Ruínas de Tulum

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 11 – Cânion del Sumidero

O Cânion del Sumidero começou a se formar há 70 milhões de anos, sendo mais velho do que seu vizinho famoso, o Grand Canyon. E seus incríveis paredões de pedra, que se erguem a mais de 1.000 metros de altura sobre o Rio Grijalva, são mais coloridos que os americanos. A luxuriante vegetação local é dominada por bromélias e por ela vivem diversas espécies de aves, além de muitos crocodilos. Um dos pontos altos do cânion – com o perdão do trocadilho – é uma ‘cascata’ de limo formada por uma pequena queda d’água que jorra do paredão. Uma paisagem tão incrível não poderia ficar de fora da nossa seleção de coisas imperdíveis o que fazer no México! O ‘Parque Nacional Cañón del Sumidero’ abre todos os dias, das 8h às 16h.

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Ele está localizado a 100 quilômetros da cidade colonial de San Cristóbal de las Casas, que serve como base para o passeio. Para visitá-lo, você pode usar um carro alugado ou contratar um dos inúmeros tours diários que podem ser reservados em qualquer hotel da cidade por menos de US$ 15. Veículos só chegam até o ancoradouro de Chiapa de Corzo, de onde apenas barcos com autorização do governo podem partir para percorrer o Rio Grijalva. O passeio dura cerca de duas horas. Quem estiver em veículo próprio ainda pode complementar o tour percorrendo os cinco mirantes que ficam no topo do cânion. O acesso é feito pela cidade de Tuxtla Gutierrez.

San Cristóbal de las Casas está localizada 900 quilômetros ao sul da capital, a Cidade do México, e atrai turistas tanto pelo seu centro histórico e o cânion como pela proximidade com a fronteira da Guatemala, para onde muitos viajantes cruzam em seus mochilões pela América Central. Para chegar à cidade, você pode voar para o aeroporto de Tuxtla Gutierrez, a 60 quilômetros de distância, ou pegar um ônibus intermunicipal desde outras cidades turísticas que normalmente fazem parte do roteiro de turistas pela região. A empresa ADO faz o trajeto desde Palenque em cerca de oito horas (US$ 15) e desde Oaxaca entre 10 e 12 horas (US$ 40).

O que fazer no México - Cânion del Sumidero

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer no México 12 – Museu Nacional de Antropologia

É muito difícil encontrar um museu entre as atrações imperdíveis de qualquer lugar da América Latina, visto o quanto sofrem com abandono e descaso. Mas o Museu Nacional de Antropologia com certeza é uma das coisas imperdíveis o que fazer no México e talvez o melhor de todo o continente. Simplesmente gigantesco, o complexo moderno e muito bem organizado pode levar horas para ser percorrido, tal é quantidade de peças fascinantes disponibilizadas. O museu tem 23 salas de exposição e cobre uma área de 79.700 m². A grande estrela é a famosa a Pedra do Sol asteca, um imenso monolito com um calendário esculpido em baixo-relevo. A riqueza dos entalhes é impressionante!

Destacam-se também as cabeças de pedra gigantes da civilização olmeca e os ‘atlantes’ do sítio arqueológico de Tula – estátuas muito altas que lembram os moais da Ilha de Páscoa. Sem falar no sem número de artefatos recolhidos de todas as ruínas espalhadas pelo país e que você provavelmente vai visitar, como Chichén Itzá, Palenque, Monte Albán  e Teotihuacán. Situado entre o Paseo de la Reforma e a rua Mahatma Gandhi, dentro do Parque de Chapultepec, na Cidade do México, o museu pode ser facilmente acessado viam metrô. As estação mais próximas são Auditorio (linha 7) e Chapultepec (linha 1). O complexo abre de terça a domingo, inclusive feriados, das 9h às 19h. Os ingressos custam US$ 3,50.

O que fazer no México - Museu Nacional de Antropologia

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve no México em outubro de 2015 ***

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4 comentários

Jefferson A. 28 de julho de 2021 - 17:03

Olá! Parabéns pelo post! Há poucos dias definiram as (a segunda parte das) nossas férias (docentes) e, devido às questões pandêmicas, gostaria de ir ao México, para conhecer a capital federal e sítios arqueológicos. Portanto e por favor, ao longo de uma semana, quais, dentre as atrações acima, poderia visitar de modo tranquilo (ainda que ágil)?
Obrigado!

Responder
Escolha Viajar 31 de julho de 2021 - 19:37

Olá, Jefferson!
Neste texto aqui você encontra nossa sugestão de roteiro na capital e outras localidades do México: https://www.escolhaviajar.com/roteiro-no-mexico/. Ele é mais longo que uma semana, mas acho que vai servir como uma boa base para que você elabore o seu!
Um grande abraço,
Tici&Marquinhos

Responder
Gabi 26 de janeiro de 2019 - 02:48

Olá, há alguma exigência de que seja necessário utilizar colete no mar da praia de Akumal ou somente levando snorkel ou nadando sem nenhum equipamento (vendo a olho nú basta)?

Responder
Escolha Viajar 27 de janeiro de 2019 - 13:50

Olá, Gabi!
O uso de colete não é obrigatório, mas os órgãos que preservam a praia pedem que se use para evitar pisar nas plantas subaquáticas. Além disso, é muito mais fácil de flutuar para ficar procurando as tartarugas com o colete do que sem ele. Acho complicado também fazer sem máscara e snorkel porque você tem que ficar com a cabeça dentro da água para procurar os animais. Se tiver que levantar a cabeça para respirar toda vez, você vai cansar rapidinho. E seus olhos ficarão ardendo por causa do sal da água do mar sem a máscara.
Um abraço,
Tici&Marquinhos

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