Página inicial EuropaAlemanha O que fazer na Alemanha: 10 atrações que você não pode perder

O que fazer na Alemanha: 10 atrações que você não pode perder

por Escolha Viajar
Portão de Brandemburgo, em Berlim, iluminado à noite

Vai viajar e não sabe o que fazer na Alemanha? Não se preocupe, vamos ajudar você a decidir. Há muito para ver, sentir, conhecer, admirar e o que fazer na Alemanha, por isso a escolha é complicada. Não é à toa que o país é um dos mais procurados por brasileiros para fazer turismo na Europa. Sua história ancestral se mistura com os episódios da história moderna que moldaram o mundo como o conhecemos hoje.

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No mesmo país onde você pode visitar vilas medievais quase intocadas, é possível ver de perto o que restou do Muro de Berlim. No mesmo país em que reluzem alguns dos castelos mais belos e românticos do mundo, é possível vislumbrar os horrores do Holocausto e a destruição da Segunda Guerra Mundial. O caleidoscópio cultural da Alemanha se espalha por grandes cidades modernas, como Berlim; e minúsculas cidades que parecem perdidas no tempo, como Rothenburg.

Fora das cidade, pequenas ou grandes, desfilam paisagens de campos bucólicos, como os da Rota Romântica; e de tirar o fôlego, como os Alpes da Baviera. Há tanto para ver – e de tantas épocas – que pode ser difícil para um viajante definir uma lista de o que fazer na Alemanha e montar seu roteiro de viagem. Para ajudar você nisso, listamos abaixo 10 atrações que você não pode perder em uma viagem até este país sensacional!

1 – Muro de Berlim
2 – Marienplatz de Munique
3 – Palácio de Würzburg
4 – Portão de Brandemburgo
5 – Rothenburg ob der Tauber
6 – Biergartens de Munique
7 – Catedral de Berlim
8 –  Wieskirche de Steingaden
9 – Memorial do Holocausto
10 – Castelo de Neuschwanstein

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Turista tira foto com os pés sobre a linha onde se erguia o Muro de Berlim

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 1 – Muro de Berlim

Chega a soar engraçado, mas o primeiro item em qualquer lista de o que fazer na Alemanha é algo que não existe mais. Depois da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida entre quatro países, que comandariam sua reconstrução. Mas a União Soviética acabou divergindo dos demais integrantes do grupo, e o território acabou rachado entre capitalistas e socialistas.

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Apesar das regras rígidas para evitar a imigração, a Alemanha socialista não conseguia conter as fugas de moradores para o outro lado e estava à beira da falência econômica. Para sanar o problema, na madrugada do dia 13 de agosto de 1961, o governo soviético ergueu uma cerca de arame farpado bem no meio da capital alemã. Assim nasceu o Muro de Berlim, que durante 28 anos dividiu não só o país como o mundo.

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Ele se tornou o símbolo máximo da Guerra Fria entre os Estados Unidos e a União Soviética. Estima-se que centenas de pessoas tenham morrido tentando atravessar de um lado para o outro da barreira, que foi fortificada com duas fileiras de muros, trincheiras, patrulhas, cães farejadores, cerca elétrica e todo tipo de aparato de segurança. Em 9 de novembro de 1989, após uma série de protestos que levaram milhões às ruas de Berlim, o muro foi finalmente derrubado.

Turista posa para foto na East Side Gallery, antigo trecho do Muro de Berlim

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Hoje, restam cerca de apenas 2 quilômetros em pé e que podem ser vistos em pequenos pontos isolados pela cidade, mas que foram especialmente conservados em dois lugares. O mais procurado pelos turistas é a East Side Gallery, um trecho de 1,3 quilômetro localizado na Rua Mühlenstrasse, às margens do Rio Spree, em Friedrichshain.  Nos anos 1990, dúzias de artistas internacionais coloriram o muro com mais de 100 pinturas.

O local antes sombrio se tornou a maior e mais colorida coleção de murais a céu aberto do mundo. O acesso à East Side Gallery é livre a qualquer hora do dia e da noite, sem nenhum tipo de ingresso. O metrô mais próximo é o Warschauer Strasse (linhas U1 e U3), mesma estação onde você pode chegar via trem (linhas S3, S5, S7, S9 e S75). Saindo dele, é só seguir pela rua de mesmo nome até a Ponte Oberbaumbrücke, de tijolos vermelhos.

Criança brinca na East Side Gallery, antigo trecho do Muro de Berlim

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A East Side Gallery começa logo ali e segue para a direita, até a Rua Mariane-von-Rantzau. Para mais informações, acesse o site oficial aqui. O outro ponto chave para conhecer o que restou da barreira é o Gedenkstätte Berliner Mauer, ou Memorial do Muro de Berlim. Ele abriga um trecho de 1 quilômetro do muro original, além de vestígios da alfândega, túneis de fuga, uma capela e um monumento.

Esse é o único lugar onde ainda se pode ver como todos os elementos do muro formavam um conjunto mortal de segurança, que cresceu e se tornou intransponível com o passar dos anos. A entrada é franca. A exposição pode ser visitada de terça a domingo, das 10h às 18h; enquanto a área externa fica aberta todos os dias, das 8h às 22h.

O acesso é pela estação de metrô Bernauer Strasse (linha U8), que fica na mesma rua do memorial, a apenas 500 metros. Outra forma de você chegar lá é de trem, descendo na Estação Nordbahnhof (S1, S2, S25 e S26). Para mais informações, visite o site oficial aqui.

Memorial do Muro de Berlim não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Wikimedia Commons


O que fazer na Alemanha 2 – Marienplatz de Munique

A Marienplatz, ou Praça de Maria em bom alemão, é o coração e popular ponto de encontro do centro histórico de Munique, também conhecido como Altstadt. Este espaço cercado por construções marcantes é a praça principal da cidade desde, nada menos, do que 1158. Em seu centro, está a Mariensäule, uma coluna construída em 1638 para comemorar a vitória das forças alemãs sobre as suecas durante a Guerra dos 30 Anos.

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Em seu topo, há uma bela estátua dourada da Virgem Maria sobre uma lua crescente. O lado leste da Marienplatz é dominado pela Altes Rathaus, ou Antiga Prefeitura, cujo prédio mais lembra uma igreja branca. Trata-se da terceira reconstrução do edifício histórico, erguido em 1460 e destruído primeiro por um raio e, depois, pelos bombardeios da Segunda Guerra. Hoje, abriga o Museu do Brinquedo (10h às 17h30, 4 euros).

Mas a grande atração da Marienplatz é, sem dúvidas, a imponente Neues Rathaus, ou Nova Prefeitura. Ironicamente, ela foi construída em 1874, mas em estilo neogótico e parece muito mais velha do que a Antiga Prefeitura. Sua fachada escura de 100 metros de comprimento é decorada com gárgulas, estátuas e um dragão escalando uma das torres. A principal delas é a torre do relógio, que tem 85 metros de altura e pode ser visitada de elevador (9h às 19h, 2 euros).

Bonequinhos saem do Glockenspiel, o relógio da Prefeitura Nova de Munique

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

E este não é um relógio qualquer. Trata-se do Glockenspiel, considerado a segunda atração turística mais decepcionante do mundo. Todos os dias, às 11h e às 12h (também às 17h de março a outubro), centenas de viajantes param em frente ao prédio para ver o mecanismo em funcionamento. São 43 sinos e 32 estátuas de madeira que ilustram um torneio de cavaleiros realizado em 1568. Muito engenhosos os bonequinhos, mas realmente sem graça nenhuma.

E para ter a melhor vista da Marienplatz, não deixe de subir à torre da Peterskirche, ou Igreja de São Pedro, que fica a meia quadra de distância – nos fundos da loja da Swarowski. A entrada custa 1,50 euros e dá direito a subir os 306 degraus do templo mais antigo da cidade (erguido em 1150). Lá do alto dos 92 metros, a visão panorâmica compensa qualquer esforço. Não deixe de conferir aqui a nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Munique!

Praça Marienplatz vista do alto da torre da Igreja Peterskirche, em Munique

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 3 – Palácio de Würzburg

O Palácio de Würzburg – ou Würzburg Residenz – é tombado como patrimônio pela Unesco e considerado um dos mais belos e importantes palácios barrocos da Europa. É claro que um lugar assim não poderia ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha. Construído em 1720 para ser a residência dos príncipes-bispos da cidade do mesmo nome, tem nada menos do que 350 cômodos e abriga o maior afresco do mundo, com 667 m².

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Obra de Tiepolo, ele retrata os quatro continentes conhecidos na época (África, Europa, América e Ásia) e está localizado bem acima de uma magnífica grande escadaria em zigue-zague. Toda essa parte central do palácio foi milagrosamente salva da destruição causada pelos bombardeios da Segunda Guerra, que levaram ao chão mais de 90% dos prédios de Würzburg. Mas o restante do edifício não escapou e teve que passar por um longo trabalho de restauração nos anos 1980.

Jardim do Palácio de Würzburg, que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Nesta parte, destacam-se as obras nos salões Branco (Weisser Saal), Imperial (Kaisersaal) e de Espelho (Spiegelkabinet), sendo este decorado com 600 m² de ouro folhado. Toda a visita ao interior do palácio é feita em grupos guiados e a entrada custa 9 euros. Os tours saem de 30 em 30 minutos, mas só em alemão. Grupos em inglês estão disponíveis apenas às 11h e 15h durante o ano todo, e também às 13h30 e 16h30 de março a outubro.

O Residenz abre das 9h às 18h de abril a outubro; e das 10h às 16h30 de novembro a março. Não deixe de dar uma voltinha pelo belo jardim que fica nos fundos do palácio, chamado Hofgarten, que tem entrada franca e pode ser visitado sem guia. Esta é a única parte do Residenz onde são permitidas fotos e vídeos. O palácio fica a apenas 5 minutos de caminhada do centro da cidade e a 20 da estação central de trens.

Para mais informações, consulte aqui o site oficial do Residenz. Para saber mais sobre o que fazer na cidade e como chegar até ela, confira nosso roteiro pela Rota Romântica da Alemanha em quatro dias. E não deixe de conferir aqui a nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Würzburg!

Palácio de Würzburg, que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 4 – Portão de Brandemburgo

O Portão de Brandemburgo se tornou o centro da Berlim pós-Segunda Guerra por ter sido uma das poucas coisas que restaram em pé na cidade depois dos bombardeios que culminaram com a ocupação das Forças Aliadas, em 1945 (90% dos prédios da capital alemã foram destruídos naquela ocasião). Não que este belo marco já não fosse importante antes disso, mas ele ganhou um novo significado.

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Hoje, o portão personifica a reunificação alemã e se tornou o principal ponto de encontro de Berlim e de todo o país. Grandes celebrações, como a festa do Ano Novo, festivais e concertos acontecem ali. Por isso, nem pense em deixá-lo de fora da sua lista de o que fazer na Alemanha. O ‘Brandenburger Tor’, como é chamado em alemão, era uma das antigas portas da cidade.

Casal posa para foto com o Portão de Brandemburgo ao fundo, em Berlim

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Ela foi reconstruída no final do século XVIII como um arco do triunfo sob encomendada do Rei Frederico Guilherme II da Prússia. Erguido no estilo neoclássico, ele foi inspirado na Acrópole de Atenas e se ergue a 26 metros de altura sobre 12 colunas dóricas e cinco vãos centrais. Sobre o arco está a Quadriga, escultura da deusa da vitória dirigindo uma carruagem puxada por quatro cavalos.

Localizado no Mitte, o coração de Berlim, o portão tem de um lado a Unter den Linden, a avenida que anteriormente levava ao Palácio da Cidade. E do outro, a agradável Pariser Platz, uma praça ajardinada onde ficam as embaixadas do Reino Unido, Estados Unidos e França. Ele é acessível pelas estações Brandenburger Tor (linha U55) e Französische Strasse (linha U6) do metrô, sendo que a primeira sai quase em frente à Pariser Platz e a segunda está a apenas 10 minutos de caminhada.

Na Brandenburger Tor você também pode chegar via trem, sendo que a parada é servida pelas linhas S1, S2, S25 e S26. O Portão de Brandemburgo pode ser visitado a qualquer hora do dia, e recomendamos especialmente que você dê uma passada lá tarde da noite. Desta forma, poderá não apenas ver o monumento todo iluminado, como terá a oportunidade de fotografá-lo sem ninguém na frente.

Portão de Brandemburgo, em Berlim, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 5 – Rothenburg ob der Tauber

Prepare seu coração, porque este vilarejo da Idade Média é um dos lugares mais apaixonantes do mundo e prioridade número 1 na sua lista de o que fazer na Alemanha! Com leis de preservação severas, Rothenburg ob der Tauber mais parece um parque temático medieval, tal é a perfeição dos seus edifícios típicos de madeira coloridos, muralhas, torres, telhados cônicos vermelhos e placas de ferro fundido.

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A cidade é minúscula e, se puder, programe-se para passar um dia inteiro nela, a se perder pelas ruelas e babar pelo seu charme total e completo. Há vários pontos de interesse para admirar e fotografar, a começar pela imponente porta principal – a Röderturm. Outro é a Gerlachschmiede, uma casa medieval com charme para dar e vender e que é um dos pontos mais fotogênicos da cidade. Mas a esquina mais famosa e cartão-postal oficial de Rothenburg é a Plönlein.

De um lado você vê a Torre Siebersturm, do outro a Torre Kobolzeller Turm e, bem no meio, uma casa medieval de cor amarela. É preciso um pouco de paciência para conseguir tirar uma foto, pois o lugar costuma estar lotado e todos querem sua selfie com a esquina mais simpática do planeta. Na Rua Untere Schmiedgasse há muitos edifícios típicos, padarias convidativas, restaurantes com mesinhas nas calçadas, lojas de souvenires, placas de ferro fundido e vitrines multicoloridas.

Cidade medieval de Rhotenburg não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A rua vai dar na Marktplatz, a praça central da cidade. Mais uma vez, as construções típicas são uma atração à parte, assim como a bela fonte St. Georgs Brunnen. O edifício branco no centro é a prefeitura, ou Altes Rathaus, construído no século XIV. No lado esquerdo do prédio há uma entrada para a torre – ou Rathausturm -, de onde poderá ter uma bela vista do vale do Rio Tauber e dos telhados vermelhos. São 220 degraus até o topo e a entrada custa só 2 euros.

O Burg Turm und Tor, ou torre e portão do castelo, em bom português, é mais uma das entradas da cidade e, do lado de fora dela, existe um pequeno parque onde se pode admirar a vista do vale do Rio Tauber logo abaixo. É possível ainda percorrer um trecho da muralha, que tem um total de 2,5 quilômetros de extensão. Outro recanto encantador é a Torre Markusturm Röderbogen, que é encimada por um relógio e abre passagem entre as ruas através de um arco.

Uma fonte e canteiros floridos arrematam o cenário. Para saber mais sobre o que fazer na cidade e como chegar até ela, confira nosso roteiro pela Rota Romântica da Alemanha em quatro dias. E não deixe de conferir aqui a nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Rothenburg ob der Tauber!

Cidade medieval de Rothenburg ob der Tauber não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 6 – Biergartens de Munique

Ir a Munique, a capital mundial da cerveja, e não beber em um ‘biergarten’ é como ir a Roma e não ver o papa. Por isso, não deixe de colocar um – ou vários deles – na sua lista de o que fazer na Alemanha. ‘Biergartens’, ou jardins da cerveja, são espaços abertos onde as pessoas podem se reunir para beber e comer comida típica alemã. Normalmente funcionam em meio a árvores frondosas de um parque ou praça, onde dezenas de mesas de madeira são compartilhadas pelos visitantes.

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Os canecões de cerveja são sempre de litro e não muito baratos (cerca de 8 euros), mas a diversão vale o preço. Normalmente, apenas uma marca de cerveja é vendida em cada jardim, sendo que as principais cervejarias de Munique são Augustiner, Hacker-Pschorr, Löwenbräu, Hofbräu, Paulaner e Spaten. O aperitivo mais popular para acompanhar o chope é o pretzel, que na modalidade alemã é de tamanho gigante e bem salgado.

Não se surpreenda ao ver muitos alemães usando trajes típicos nos ‘biergartens’, pois são locais de tradição. O mais famoso e principal ‘biergarten’ de  Munique é do Viktualienmarkt, que fica a apenas duas quadras da Marienplatz, a praça central da cidade. Ele funciona em meio às bancas deste que é um dos maiores mercados de alimentos de toda a Europa. São 600 lugares para sentar, sendo que neste ‘biergarten’ uma marca de cerveja diferente é servida a cada seis meses.

Canecos de cerveja e pretzel em cima de mesa de um biergarten de Munique

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

O segundo ‘biergarten’ mais popular de Munique é o Chinesischer Turm, localizada no maior parque da cidade, o Jardim Inglês (Englischer Garten). Devido à curta distância da universidade, o local atrai muitas vezes um público mais jovem, além dos turistas. Chinesischer Turm funciona ao redor de uma torre chinesa em estilo pagode e tem capacidade para nada menos do que 7 mil pessoas sentadas. A cerveja servida é a Augustiner.

Falando nela, o terceiro ‘biergarten’ que recomendamos em Munique é exatamente o dessa cervejaria, o Augustiner-Keller. Menos turístico e muito frequentado por locais, ele tem capacidade para 5 mil pessoas sentadas, sendo o terceiro maior da cidade. O jardim está localizado fora do centro, sendo que há três estações de metrô muito próximas (Stiglmaierplatz, Königsplatz e Karlsplatz). Não deixe de conferir aqui a nossa sugestão de hospedagem boa e barata em Munique!

Multidão lota o biergarten do Mercado Viktualienmarkt, em Munique

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 7 – Catedral de Berlim

A imponente Berliner Dom, como é chamada em alemão, foi construída em 1905 para ser a igreja frequentada pelos antigos reis da Prússia e não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha. Construída em estilo renascentista italiano, ela impressiona tanto por fora como por dentro. Não deixe de perder alguns momentos sentado no Parque Lustgarten, que fica logo em frente e de onde se pode admirar a bela visão da cúpula verde e dourada.

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Ela se ergue a 116 metros de altura. Do lado de dentro, os destaques são o luxuoso altar de mármore e ônix e o gigantesco órgão de 7.269 tubos. Não deixe ainda de subir os 267 degraus até a galeria, de onde se descortina uma bela vista da cidade. Consulte o site oficial aqui. A catedral está localizada na Ilha dos Museus, no Mitte, coração da cidade. A estação de metrô mais próxima é a Hausvogteiplatz (linha U2), que está a apenas 900 metros de distância – 12 minutos de caminhada.

Já a estação de trem mais próxima é a Hackescher Markt (linhas S3, S5, S7, S9 e S75), a 600 metros – 7 minutos de caminhada. A igreja pode ser visitada de segunda a sábado das 9h às 20h entre 1º de abril e 30 de novembro; e das 9h às 19h de 1º de outubro a 31 de março. Nos domingos e feriados, a abertura é das 12h às 20h entre 1º de abril e 30 de novembro; e das 12h às 19h de 1º de outubro a 31 de março. Os ingresso custam 5 euros sem a subida à galeria, e 7 euros com ela.

Catedral de Berlim não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 8 –  Wieskirche de Steingaden

Conhecida como Wies para simplificar, a Wieskirche é patrimônio mundial da Unesco e uma das igrejas barrocas mais admiradas do planeta, sendo visitada por nada menos do que 1 milhão de pessoas por ano. Então, é claro que ela não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer na Alemanha! Localizada na minúscula cidade de Steingaden, na região da Baviera, ela foi erguida no século XVII.

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O objetivo do templo era abrigar uma estátua de Cristo que teria chorado diante de um pastor e atraía multidões de fieis na época. Seu interior em formato oval é sustentado por oito colunas brancas com decorações douradas em profusão. O teto abobadado foi feito sem sustentação para que parecesse obra divina e é coberto por um magnífico afresco que retrata a ressurreição de cristo. Um lugar realmente lindo!

A igreja abre das 8h às 17h no inverno, das 8h às 20h no verão e pode ser visitada tanto dentro de um roteiro pela Rota Romântica da Alemanha (saiba mais aqui), quanto como um passeio a parte desde Füssen. Para quem não estiver de carro alugado, o ônibus regional RVO 73 sai da estação de trem da cidade ao menos seis vezes por dia para percorrer o trajeto de 27 quilômetros (4 euros ida e volta). A entrada na Wieskirche é franca.

Turista admira afresco no teto da Igreja Wieskirche, em Steingaden

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 9 – Memorial do Holocausto

Seu nome oficial é Memorial aos Judeus Assassinados da Europa. Este imenso monumento localizado no Mitte, o coração de Berlim, ocupa o espaço de um campo de futebol, cobrindo 19.000 metros quadrado. Uma grandeza proporcional ao número de vítimas que ele homenageia: os 6 milhões de judeus que pereceram nas mãos do nazismo durante o período em que perdurou o Holocausto no Velho Continente.

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Criado pelo arquiteto novaiorquino Peter Eisenman em 1999, este é um memorial que foge totalmente dos conceitos mais tradicionais de homenagens fúnebres. Por tudo isso, não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer na Alemanha. Ele é composto por  2.700 lajes de concreto de 95 centímetros de profundidade e 2,38 metros de largura. A altura é variada e elas estão dispostas sobre um terreno irregular, o que torna a caminhada entre eles uma espécie de labirinto.

Blocos de concreto formam labirinto no Memorial do Holocausto, em Berlim

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

A entrada no memorial é livre e gratuita a qualquer hora do dia e da noite, mas pede-se aos visitantes que tenham respeito pelo seu significado. Isso quer dizer: nada de gritos, gargalhadas, brincar de pega-pega entre as lajes ou se empoleirar nelas. Quem estiver interessado em se aprofundar na história do Holocausto e de suas principais vítimas, pode visitar lá mesmo o Centro de Informação do memorial ou acessar aqui o site oficial.

O memorial ocupa a quadra localizada entre as ruas Hannah-Arendt-Strasse, Cora-Berliner-Strasse, Behrenstrasse e Ebertstrasse. O acesso ao monumento pode ser feito pelas estações Mohrenstrasse (linha U2), Französische Strasse (U6) ou Brandenburger Tor (U55) do metrô. Todas ficam a menos de 10 minutos de caminhada. Na  Brandenburger Tor é possível ainda chegar de trem, sendo que a parada é servida pelas linhas S1, S2, S25 e S26.

Memorial do Holocausto, em Berlim, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


O que fazer na Alemanha 10 – Castelo de Neuschwanstein

Neuschwanstein é um dos castelos mais famosos e visitados do mundo todo, tendo sido  construído pelo rei Ludwig II da Baviera, conhecido como ‘Fairytale King’ (Rei dos Contos de Fadas). Apaixonado por música e pelas óperas de Richard Wagner, ele vivia, para usar uma expressão moderna, no mundo das nuvens. Tanto que decidiu transformar seus devaneios em realidade e, em 1868, mandou construir um castelo no estilo medieval romântico.

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Walt Disney usou Neuschwanstein como base para desenhar o seu castelo da Cinderela, que aparece na animação homônima de 1950 e que virou realidade no parque temático Magic Kingdom (Estados Unidos). Por isso, muitas vezes, as pessoas se referem a Neuschwanstein como o Castelo da Cinderela. Não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha, não é mesmo?

Localizado na pequena cidade de Schwangau, o edifício é considerado o ponto alto da Rota Romântica da Alemanha (confira aqui nossa sugestão de roteiro de 4 dias por ela). A maioria das pessoas visita Neuschwanstein em conjunto com o castelo vizinho de Hohenschwangau, onde Ludwig passou sua infância. O ingresso combinado custa 25 euros. Quem tem um orçamento de viagem maior pode se hospedar nos hotéis da redondeza, a maioria com vista para os castelos.

Castelo de Neuschwanstein, em Schwangau, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer na Alemanha

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Já quem precisa de uma hospedagem mais econômica deve dirigir quinze minutos além, até Füssen, que fica a apenas 4 quilômetros de distância. Esta é a última parada da Rota Romântica e serve como base para visitar os castelos, tanto por ter opções de onde ficar como por dispor de uma boa variedade de restaurantes, lojas e suas próprias atrações turísticas. Confira aqui a sugestão de hospedagem boa e barata do Escolha Viajar na cidade.

A visita guiada dentro de Neuschwanstein é realmente curta – 30 minutos – o que pode ser um tanto decepcionante para quem passou horas em filas de ingressos e ônibus. Mas o pouco que se vê, incluindo o quarto de Ludwig II, é garantia de encher os olhos. O principal motivo para isso é que o rei morreu antes de o castelo ser concluído, e o governo da Baviera suspendeu as obras caríssimas.

Mesmo assim, há alguns cômodos de beleza extraordinária para serem vistos durante a visita. Destaque para o Salão dos Menestréis, onde o rei planejava encenações de ópera; a Sala do Trono, com seu incrível piso de mosaico; e o quarto do soberano, dominado por uma gigantesca cama de madeira totalmente entalhada no estilo gótico. Mas a visão mais bela de Neuschwanstein fica mesmo é do lado de fora.

Peça de prata faz parte da decoração do interior do Castelo de Hohenschwangau

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

Finda a visita ao interior, procure na parte de fora do castelo pelas placas que levam à Ponte Marienbrücke, a 10 minutos de caminhada de distância. Já pelo caminho, você começará a ter belíssimas visões do castelo na medida em que ele vai se afastando. Esta ponte estrategicamente construída sobre um desfiladeiro é o melhor ângulo para admirar Neuschwanstein e também o local certo para tirar aquela foto clássica do castelo.

Mas não se embole no início da ponte, como 99% dos turistas fazem. Passe a multidão, atravesse a ponte e se embrenhe nas trilhas do outro lado até encontrar uma brecha na mata de onde possa visualizar a joia inacabada de Ludwig com muito mais calma e espaço. Não deixe de conferir nosso texto completo com tudo o que você precisar saber sobre como visitar o Castelo de Neuschwanstein.

Castelo de Neuschwanstein, em Schwangau, visto desde a Ponte Marienbrücke

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar


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Turista admira os grafites da East Side Gallery, antigo trecho do Muro de Berlim

Foto: Ticiana Giehl/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve na Alemanha em julho de 2015 ***

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2 comentários

adriana 14 de fevereiro de 2020 - 09:54

Adorei as dicas, mas acho importante corrigir a informação de que o castelo da Cinderela esta no Epcot, quando na verdade ele esta no Magic Kingdom (até para que as demais informações do seu blog não percam a confiabilidade). Obrigada

Responder
Escolha Viajar 16 de fevereiro de 2020 - 14:21

Olá, Adriana!
Você tem toda razão, já corrigimos a informação e pedimos desculpas pelo engano.
Um abraço,
Tic&Marquinhos

Responder

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