Página inicial EuropaPortugal O que fazer em Portugal: 20 atrações que você não pode perder

O que fazer em Portugal: 20 atrações que você não pode perder

por Escolha Viajar
O que fazer em Portugal - Torre de Belém (Lisboa)

Quando fazemos a seleção das atrações imperdíveis de cada país que vistamos, normalmente não passamos de 10. Mas, falando de Portugal, é simplesmente impossível se limitar a um número tão pequeno. Então, dobramos a meta, hehe. No texto abaixo, você vai poder conferir nada menos do que 20 pontos turísticos do país que são absolutamente sensacionais. Há muito o que fazer em Portugal, não só entre atrações culturais e religiosas, como a maioria pensa, mas também de belas paisagens e locais pitorescos para visitar. Afinal, estamos falando da nossa pátria-mãe, um país com milhares de anos de história para contar. E, apesar de contar com uma área menor que a do estado de Santa Catarina, uma bela variedade de atrativos naturais. O que é ótimo para o turismo, já que você pode visitar várias atrações em uma viagem que cabe dentro do seu tempo de férias, pois tudo em Portugal acaba ficando relativamente perto.

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O que quer dizer, também, que nem todas as atrações imperdíveis do país estão localizadas no eixo Lisboa-Porto, que é o mais frequentado pelos turistas. Estas cidades estão sim na lista de o que fazer em Portugal, mas há muito mais de norte a sul do país (você pode conferir também a nossa sugestão completa de roteiro em Portugal). As praias da região do Algarve, por exemplo, localizadas no extremo sul, já são algumas das mais procuradas do mundo por viajantes. No extremo leste, o vilarejo medieval de Monsaraz é destaque. Já o Cabo da Roca marca o ponto mais oeste de todo o continente Europeu. O norte guarda joias como o santuário barroco de Bom Jesus do Monte. No coração pulsante desta terra tão linda, Lisboa nos brinda não só com suas atrações históricas já muito populares como também com uma noite vibrante. Não perca tempo: comece já a elaborar sua listinha de o que fazer em Portugal e prepare sua viagem!

O que fazer em Portugal 1 – Mosteiro dos Jerônimos (Lisboa)

Embora haja muitas construções religiosas na lista de o que fazer em Portugal, o Mosteiro dos Jerônimos, em Lisboa, é uma das duas mais bonitas sem sombra de dúvida (a outra é o Mosteiro da Batalha, da qual falaremos mais adiante). O prédio foi encomendado em 1501 pelo Rei Manuel I e é considerado o ponto alto da arquitetura manuelina. Marco da Era dos Descobrimentos, que elevou Portugal à categoria de ‘dono’ da metade do mundo, sua construção foi em grande parte financiada pelas riquezas geradas pelo comércio de ouro e especiarias vindos das colônias. A visita pode ser feita em duas partes. Na primeira, você conhece a Igreja de Santa Maria Belém. Procure as placas que sinalizam a fila para o templo à direita. Você vai se impressionar logo de cara com a imensa nave da igreja, cuja abóboda é sustentada por seis imensos pilares que a erguem a 30 metros de altura.

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Logo na entrada também se encontram os túmulos de Vasco da Gama (sob o coro esquerdo) e de Luís de Camões (sob o coro direito), ambos do século XIX. Mais ao fundo da igreja, no braço direito do transepto, está a sepultura vazia do lendário Dom Sebastião. O jovem rei nunca voltou de uma batalha em 1578 e foi esperado pelo povo português durante anos e anos, na esperança de que seu retorno salvasse o país. Encerrada a visita ao templo, volte para a entrada principal e siga as placas para o mosteiro propriamente dito, ao fundo. A grande atração desta parte da visita é sem dúvida o claustro de dois andares, todo decorado com a profusão de símbolos e desenhos intrincados característicos do estilo manuelinos. Mas também é possível visitar o antigo refeitório dos monges, os confessionários, a Sala do Capítulo, a sacristia e o coro alto da igreja, de onde se tem uma bela visão da parte superior da nave.

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O Mosteiro dos Jerônimos está localizado no bairro de Belém, a sete quilômetros do centro de Lisboa. Para chegar até ele, basta ir à Estação Cais do Sodré e embarcar nos trens que partem em direção a Cascais. Os comboios saem a cada 20 ou 30 minutos e a passagem custa 1,30 euros. Você vai desembarcar na Estação Belém, que fica a apenas cinco minutos de caminhada do mosteiro. Saia da estação para o lado contrário do rio, siga pela avenida por mais alguns metros e atravesse o Parque Afonso de Albuquerque à sua direita. Você vai sair na Rua de Belém e irá para a esquerda cerca de 500 metros. A entrada na igreja é gratuita, mas para visitar o Jerônimos é preciso comprar um ingresso de 10 euros. O mosteiro abre de terça-feira a domingo e FECHA NAS SEGUNDAS. O horário de visitação é das 10h às 17h30 de outubro a abril, e até as 18h30 de maio a setembro. Para mais informações, consulte o site oficial. Você pode conferir também a nossa sugestão completa de roteiro em Lisboa.

O que fazer em Portugal - Mosteiro dos Jerônimos (Lisboa)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 2 – Praia da Marinha

A Praia da Marinha é considerada não só uma das mais bonitas de Portugal, mas uma das mais lindas do mundo! Por isso, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Ela está localizada na famosa região litorânea do Algarve, no extremo sul do país e caracterizada pelo encontro de falésias de pedra dourada com o azul infinito e profundo do Mar Mediterrâneo. Na Praia da Marinha, essa reunião da natureza se agiganta em beleza devido a altura descomunal das rochas e dos formatos inusitados que a ação do tempo e do oceano lhes deram. A baía é cercada por um arco de pedra natural na direita e um paredão íngreme e gigantesco na esquerda. Algumas partes que se desprenderam totalmente na terra firme parecem flutuar sobre o oceano ou a areia. Um cenário lindo de arrancar lágrimas. Tanta beleza atrai muita gente, e a praia pode ficar extremamente lotada na alta temporada de verão (junho-agosto), ou mesmo nos finais de semana já fora dela.

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Por isso, se puder, escolha fazer a visita fora deste período, em dias de semana ou ao menos de manhã cedo ou no fim da tarde. Assim que chegar à Praia da Marinha, você verá inúmero mirantes para admirar a beleza lá embaixo. Eles seguem ao longo de todo o paredão direito, assim como inúmeras trilhas sobre as falésias, até chegar ao belíssimo arco natural que fecha a baía. Quando cansar o dedo de tanto apertar o botão da máquina fotográfica, é hora de descer o caminho que sai pela esquerda do estacionamento e que vai dar acesso à areia. Existe um restaurante lá embaixo onde você pode aproveitar para fazer uma pausa de descanso na sombra e almoçar com essa vista sensacional ou pelo menos beber uma cervejinha gelada. A Marinha está 40 quilômetros a leste de Lagos, que é o balneário mais usado como base para o turismo pelo Algarve; e 59 quilômetros a oeste de Faro, que é a principal cidade da região e onde fica o aeroporto.

Para quem depende de transporte público, o caminho é um pouco complicado. Saindo de Lagos, você deve pegar a linha de ônibus que parte da estação rodoviária e que vai até Lagoa (veja aqui os horários). Saindo de Faro, você deve fazer exatamente a mesma coisa, só que vai pegar o ônibus para Lagoa no sentido contrário, já que esta linha vai de Lagos até Faro e vice-versa. Uma vez em Lagoa, é preciso pegar um táxi para cobrir os 7 quilômetros restantes até a Marinha. E não esqueça de combinar com o taxista de lhe buscar para a volta, do contrário ficará preso na praia! Por isso, recomendamos fortemente que você alugue um carro para passear pelas praias do Algarve ou mesmo para conhecer todo o país. Como há muito o que fazer em Portugal e em diversos pontos diferente do território, estar a bordo de um veículo facilita bastante as coisas (faça sua cotação de aluguel aqui!). Para conhecer mais atrações da região, confira nosso roteiro no Algarve.

O que fazer em Portugal - Praia da Marinha

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 3 – Palácio da Pena (Sintra)

O Palácio Nacional da Pena é um dos castelos mais coloridos e excêntricos que se pode visitar no mundo. Por isso, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Localizado no topo das montanhas da Serra de Sintra, ele se debruça sobre a cidade que servia como local de veraneio da família real portuguesa. Sua mistura de variados estilos arquitetônicos e cores vibrantes é obra de Dom Fernando II, o rei consorte inglês que casou-se com a jovem Rainha Maria II de Portugal. Ele designou um arquiteto alemão para criar um palácio de verão que reunisse excentricidades de todas as partes do mundo e fosse cercado por um parque. Pena foi concluído em 1885, mesmo ano em que seu excêntrico criador faleceu, e virou museu em 1910. ‘A minha querida Pena é a coroa da região sintrense’, escreveu Dom Fernando antes de morrer.

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Os destaques da visitação são o pórtico de entrada, encimado por torreões; a capela, a Sala Árabe, o quarto de Manuel II, o esplêndido Salão Nobre, o claustro e o Arco de Tristão, decorado por figuras em estilo neo manuelino e protegido por um monstro marinho. Dica esperta: nos fundos do palácio, você vai encontrar uma varanda de onde se tem a melhor vista do Castelo dos Mouros de toda a cidade. Não perca a chance de fazer essa foto! Depois da visita interna, saia para percorrer um pouco do parque que circunda o palácio. Recomendamos que você desça até o Vale dos Lagos, uma sequência de lagoas em meio a muito verde, e que fica bem próxima de uma das saídas secundárias do parque. O Palácio da Pena é um dos pontos turísticos mais famosos de Portugal e pode ficar facilmente superlotado. Por isso, se puder, evite fazer a visita durante a alta temporada de verão (junho-agosto) e nos finais de semana ou feriados.

Outra dica que damos é comprar o ingresso combinado para o Palácio da Pena, Castelo dos Mouros e Palácio Nacional de Sintra com antecedência, pela internet, porque as filas nos caixas das três atrações podem ser quilométricas. Além disso, nas compras online, você ganha 5% de desconto. Na bilheteria, o preço individual é de 14 euros para o Palácio da Pena, de 8 euros para o castelo e de 10 euros para o Palácio Nacional. O bilhete combinado para os três locais dá 6% de desconto. Na internet, os três juntos custam 30,40 euros (clique aqui para comprar o seu pelo site oficial). O palácio abre para visitação todos os dias, das 10h às 18h na baixa temporada de inverno; e das 9h30 às 19h na alta temporada de verão. Para saber as datas exatas em que cada horário começa e termina, é preciso consultar o site oficial do palácio, já que elas mudam a cada ano. Chegar até o Pena é muito fácil.

Quem precisa de transporte público deve ir até a estação de trem de Sintra, de onde parte o ônibus 434 – Circuito da Pena. É possível tanto comprar o ticket apenas para ida e volta (3,90 euros cada trecho) ou então optar pela passagem ‘hop on, ho off’, que custa 6,90 e permite que você suba e desça em qualquer parada do circuito quando quiser ao longo de um dia. São cinco paradas até o palácio em uma viagem de cerca de 30 minutos. Já se você estiver de carro alugado, basta setar o ponto turístico no seu GPS e percorrer os 5,5 quilômetros e meio que o separam o centro da cidade. Há vários locais para estacionar, tanto pagos como vagas na beira da rodovia. Aliás, alugar um veículo para percorrer todos os pontos turísticos que estão espalhados pela região é uma ótima ideia! Você pode conferir mais sobre isso no nosso roteiro em Sintra de dois dias. E se quiser fazer uma cotação de carro, pode clicar aqui.

O que fazer em Portugal - Palácio da Pena (Sintra)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 4 – Cais da Ribeira (Porto)

O Cais da Ribeira é o local mais agradável e principal ponto turístico da cidade de Porto, no norte do país. Por isso, não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Trata-se de um calçadão às margens do Rio Douro onde locais e turistas passeiam, sentam ao sol, andam de bicicleta, comem, bebem ou apenas sentam na mureta para admirar a paisagem. Do outro lado fica o Cais de Gaia, o bairro das cavas de vinho do Porto, coroado pelo Mosteiro da Serra do Pilar. Mas a visão mais magnífica é a da Ponte Ponte D. Luís I, o símbolo e principal cartão-postal da cidade. A estrutura de ferro não lembra a Torre Eiffel à toa: ela foi construída em 1886 por um assistente de Gustave Eiffel. O cenário fica especialmente lindo ao entardecer e anoitecer, quando tudo se ilumina e, às vezes, é possível ver a lua nascendo.

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Do lado contrário do rio, o Cais da Ribeira se caracteriza pela enorme quantidade de bares e restaurantes, posicionados um ao lado do outro desde a Praça do Cubo até os pilares da ponte. Há comida e bebida para todos os gostos e bolsos. Recomendamos que você prove a Francesinha, um prato tradicionalíssimo da região norte de Portugal. Trata-se um tipo de sanduíche recheado com linguiça, salsicha, fiambre, bife e outras carnes que é coberto com queijo gratinado e servido com molho à base de tomate, cerveja e pimenta piri-piri. Delicioso de salivar. Para acompanhar, nada melhor do que a sangria, um drinque refrescante a base de vinho e frutas também muito popular nesta parte do país. Atrás dos restaurantes, é possível ainda admirar os edifícios antigos com fachadas coloridas ou decoradas com azulejos.

O que fazer em Portugal - Cais da Ribeira (Porto)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 5 – Palácio de Queluz

O Palácio de Queluz, localizado na região metropolitana de Lisboa, é uma joia que passa longe das ordas de turistas que invadem diariamente o Palácio da Pena e o outros locais habitados pela família real portuguesa. Mas, para sorte sua, esta na nossa lista de coisas imperdíveis o que fazer em Portugal. Isso porque o palácio passou por um longo período de abandono e deterioração, mas hoje está quase completamente restaurado e de volta ao seu resplendor original! Antigamente um pavilhão de caça, o prédio foi convertido em 1747 em um refúgio de verão para os reis de Portugal no estilo rococó. Entre os personagens conhecidos por nós, brasileiros, que viveram lá, estão Dona Maria I, a Louca; Dom João VI e Dom Pedro I. Fica em Queluz, aliás, o quarto onde nosso primeiro imperador nasceu e morreu.

O aposento é lindo de chorar no cantinho, com um teto em forma de abóbada, paredes cobertas de pinturas e chão de madeiras exóticas. Por dentro destacam-se ainda o Corredor de Azulejos, a Sala dos embaixadores e a suntuosa Sala do Trono. Por fora, os jardins do palácio seguem o estilo formal francês e são decorados com canteiros simétricos floridos, estátuas e muitas fontes. Lembra muito uma versão em miniatura dos famosos jardins do Palácio de Versailles, na França. O ingresso custa 10 euros. O palácio abre para visitação todos os dias, das 9h às 18h na baixa temporada de inverno; e das 9h às 19h na alta temporada de verão. Para saber as datas exatas em que cada horário começa e termina, é preciso consultar o site oficial do palácio, já que elas mudam a cada ano.

Queluz pode ser visitado tanto a partir de Sintra quanto de Lisboa, já que o acesso é feito pela linha de trem que liga as duas cidades. Na capital, os comboios partem da Estação do Rossio e levam 20 minutos para chegar até a Estação Queluz-Belas. A passagem custa 1,60 euros. Em Sintra, os vagões partem da estação central e a viagem tem a mesma duração e o mesmo preço da de Lisboa. Mesmo que você esteja com um carro alugado, este é um passeio mais simples e barato de se fazer via transporte público, então deixe o seu estacionado em Sintra ou Lisboa. Uma vez em Queluz-Belas, saia pelo lado direito da estação e pegue a Avenida António Ennes. Quatro quadras à frente, ela vai virar Avenida da República, por onde é só seguir reto por menos de um quilômetro para chegar ao palácio.

O que fazer em Portugal - Palácio de Queluz

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 6 – Praia do Camilo (Lagos)

A Praia do Camilo é outro destaque da belíssima região do Algarve que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Localizada no balneário de Lagos, trata-se uma minúscula baía cercada por paredões de rochas douradas, em cuja extremidade esquerda o mar cavou pequenas grutas. Na parte de cima das rochas você vai avistar o restaurante O Camilo, onde pode fazer uma refeição se quiser ou comprar snacks e bebidas no serviço de praia. Logo em frente fica o longo lance de escadarias que é a única forma de acesso à areia. Ou seja, não há como descer com cadeirantes ou qualquer pessoas que não possa se locomover por degraus. Antes de se jogar pela escadaria abaixo para aproveitar a praia, saia para fora da área cimentada de estacionamento à direita e explore as trilhas de terra sobre as falésias.

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É nesta parte do litoral de Lagos que você vai encontrar as formações de rocha mais bonitas e as vistas mais deslumbrantes. Depois de cansar o dedinho no botão da máquina fotográfica, sim, desça até a areia. Encontre um cantinho para abrir a esteira, sentar e curtir. Há um quiosque lá embaixo que vende bebidas geladas, salgadinhos e sorvetes, mas não comida. Por isso, recomendamos que você compre um lanche no supermercado ou em alguma das deliciosas padarias portuguesas, leve na mochila e faça um belo piquenique com vista para o Mediterrâneo. Para chegar até a Praia do Camilo via transporte público, você deve dirija-se à Praça Infante Dom Henrique, bem no coração de Lagos, e procurar pela parada do ônibus da Linha 2 – Azul da empresa Onda. O coletivo custa 1,20 euros, sai de hora em hora a partir das 7h22 e leva apenas oito minutos para percorrer o trajeto até a parada seguinte, que é Dona Ana (confira a tabela horária completa aqui).

Uma vez lá, retorne duas quadras por onde o ônibus veio, na Alameda Dr. Armando Soares Ribeiro, e dobre para a esquerda na Estrada da Ponta da Piedade. A partir daqui, são 15 minutos de caminhada (1 quilômetro), até chegar à entrada para a Praia do Camilo, que fica à esquerda da estrada. Se estiver de carro alugado, você pode dirigir desde o centro da cidade – que está a 2,5 quilômetros de distância – e estacionar livremente nas vagas disponíveis ao longo da entrada da praia. Voltamos a recomendar fortemente que você alugue um carro para passear pelas praias do Algarve ou mesmo para conhecer todo o país. Como há muito o que fazer em Portugal e em diversos pontos diferente do território, estar a bordo de um veículo facilita bastante as coisas (faça sua cotação de aluguel aqui!). Para conhecer mais atrações da região, confira nosso roteiro no Algarve de dois dias.

O que fazer em Portugal - Praia do Camilo (Lagos)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 7 – Castelo dos Mouros (Sintra)

Séculos antes do vizinho Palácio da Pena ser construído, o Castelo dos Mouros já dominava o Monte da Lua, em Sintra. Da bilheteria até o castelo propriamente dito são 15 minutos andando por um caminho sombreado em meio às rochas. Ao fim dele, você vai vislumbrar um fortaleza espetacular, erguida durante o domínio árabe no ponto mais alto da cidade no século X, e que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Depois da reconquista do território, em 1147, a fortaleza foi preservada e ampliada para uso dos portugueses. Leve o tempo que quiser para subir e percorrer as duas fileiras de gigantescas muralhas pontilhadas por cinco torres, que se projetam sobre os penhascos da Serra de Sintra ao longo de uma área de 12.000 m². Lá do alto, é possível admirar, de um lado, a cidade e as marcantes chaminés cônicas do Palácio Nacional, enquanto, do outro, fica o Palácio Nacional da Pena.

Há ainda escavações arqueológicas que mostram um pouco da vida dos primeiros habitantes do castelo, os mouros. É muito fácil chegar ao Castelo dos Mouros: o caminho é o mesmo feito para o Palácio da Pena, já que a entrada dos dois se encontra a poucos minutos de caminhada uma da outra, na Estrada da Pena. Quem precisa de transporte público deve ir até a estação de trem de Sintra, de onde parte o ônibus 434 – Circuito da Pena. É possível tanto comprar o ticket apenas para ida e volta (3,90 euros cada trecho) ou então optar pela passagem ‘hop on, ho off’, que custa 6,90 e permite que você suba e desça em qualquer parada do circuito quando quiser ao longo de um dia. São cinco paradas até o palácio em uma viagem de cerca de 30 minutos. Já se você estiver de carro alugado, basta setar o ponto turístico no seu GPS e percorrer os 5,5 quilômetros e meio que o separam o centro da cidade.

Há vários locais para estacionar, tanto pagos como vagas na beira da rodovia. Outra dica que damos é comprar o ingresso combinado para o Palácio da Pena, Castelo dos Mouros e Palácio Nacional de Sintra com antecedência, pela internet, porque as filas nos caixas das três atrações podem ser quilométricas. Além disso, nas compras online, você ganha 5% de desconto. Na bilheteria, o preço individual é de 14 euros para o Palácio da Pena, de 8 euros para o castelo e de 10 euros para o Palácio Nacional. O bilhete combinado para os três locais dá 6% de desconto. Na internet, os três juntos custam 30,40 euros (clique aqui para comprar o seu pelo site oficial). O castelo abre para visitação todos os dias, das 10h às 18h na baixa temporada de inverno; e das 9h30 às 20h na alta temporada de verão. Para saber as datas exatas em que cada horário começa e termina, é preciso consultar o site oficial do castelo, já que elas mudam a cada ano.

O que fazer em Portugal - Castelo dos Mouros (Sintra)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 8 – Universidade de Coimbra

A Universidade de Coimbra é uma das instituições de ensino mais tradicionais, prestigiadas e antigas da Europa. E também um ponto turístico que não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Fundada em Lisboa por Dom Dinis em 1290, a instituição foi definitivamente transferida para Coimbra em 1537, vindo a ocupar os edifícios do Paço Real Medieval. Durante os reinados de Dom João V e Dom José I, a instituição sofreu grandes reformas, não só a nível do ensino, mas também no que diz respeito à construção de novos edifícios de estilo barroco e neo-clássico. Assim que passar pela solene Porta Férrea, você adentrará no Pátio das Escolas, que é a parte antiga e turística da universidade, já que sua estrutura atual se espalha por vários prédios e partes diferentes da cidade. O Pátio das Escolas fica no coração do centro histórico de Coimbra, bem no topo da cidade alta para ser exato, e é facilmente acessível a pé.

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A primeira coisa que você vai notar são os estudantes vestindo o tradicional uniforme negro, no melhor estilo Harry Potter. Apesar do calor de alguns dias do ano e de não ser obrigatório, eles fazem questão e têm orgulho de portar as vestes que simbolizam sua passagem por uma universidade tão importante. O ingresso para visita completa completo inclui a visita à famosa Biblioteca Joanina, ao Paço Real (salas dos Capelos, Exame Privado e Armas) e à Capela de São Miguel. O valor é de 12 euros. Quem tiver interesse em subir até o alto da Torre da Universidade para ter uma bela vista da cidade precisa pagar mais 1 euro. A entrada na biblioteca tem hora marcada e não pode ser perdida, portanto fique de olho no relógio! A Biblioteca Joanina é, sem dúvida, a principal atração da Universidade de Coimbra.

O belíssimo conjunto de três salas unidas por arcos, com altos tetos decorados, tem as paredes cobertas por mais de 60 mil volumes publicados entre o século XII e o XVIII. Uma pena que não seja permitido tirar fotos lá dentro! Depois de vê-la, passe pela Capela de São Miguel, de 1517. No interior, é possível admirar um imponente órgão barroco e as paredes revestidas de azulejos. Por último, entre na parte do Paço Real para visitar as salas dos Capelos, Exame Privado e Armas, todas muito tradicionais na cultura estudantil de Coimbra. A universidade pode ser visitada todos os dias, das 9h às 19h30 de março a outubro e das 9h às 13h e das 14h às 17h de novembro a fevereiro. Para mais informações, acesse o site de turismo da instituição. Confira também nossa sugestão completa de roteiro em Coimbra de um dia.

O que fazer em Portugal - Universidade de Coimbra

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 9 – Santuário de Bom Jesus do Monte (Braga)

Em 1722, o arcebispo de Braga teve a ideia de construir uma gigantesca escadaria em estilo barroco para dar acesso ao então pequeno Santuário do Bom Jesus do Monte, localizado em uma colina a leste da cidade. Naquela época não se poderia prever, mas esta joia arquitetônica acabaria se tornando o mais espetacular santuário do país e uma atração que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Quem está de carro alugado só precisa setar o GPS e percorrer os pouco mais de cinco quilômetros que separam o centro do santuário (para saber como chegar à cidade e o que fazer lá, confira nosso roteiro completo de um dia em Braga). Se precisa de transporte público para fazer a visita, vá até o supermercado Pingo Doce da Avenida Liberdade. Na frente dele há uma parada de ônibus de onde sai o autocarro 2 em direção ao Bom Jesus, que é o ponto final da linha. O bilhete custa 1,65 e pode ser comprado diretamente com o motorista.

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Uma vez no topo da colina, você deve escolher como vai fazer a visita ao santuário: se sobe e desce de funicular, sobe de um jeito e desce do outro; ou se faz os dois sentidos caminhando. Nossa recomendação é que você suba de funicular e desça pelas escadarias. Não que a subida seja muito extenuante, mas porque o bondinho que faz a subida é uma atração à parte. Construído em 1822, ele é o mais antigo funicular movido a sistema hidráulico em funcionamento no mundo. Vindo pela estrada em direção ao santuário, você vai ver uma entrada à esquerda e uma placa que indica a entrada do funicular. O estacionamento é gratuito. Já o ônibus deixa você no mesmo lugar. Cada trecho custa 1,20 euros, sendo ida e volta 2. Depois da rápida viagem de menos de cinco minutos, você poderá finalmente admirar toda a beleza do Santuário do Bom Jesus do Monte. Comece seu passeio pela basílica, construída em 1811 em estilo neoclássico.

Logo em frente, fica uma bela escadaria dupla curva, que leva ao Largo do Pelicano, uma espécie de pátio mais baixo. Nele, estão a Fonte do Pelicano, a Estátua de São Longuinho e canteiros floridos lindos de morrer. Olhando para o lado oposto você verá o começo a famosa escadaria, ou ‘escadório’ em português lusitano. Ela tem um total de 573 degraus que descem – ou sobem – por 116 metros e está dividida em três partes: do Pórtico, dos Cinco Sentidos e das Virtudes. Mas, antes de iniciar a descida, admire a vista incrível de Braga! De cima para baixo, haverá primeiro os três lances de 93 degraus das Virtudes, sendo que em cada um há três estátuas e uma fonte dedicada a uma das virtudes teológicas: a Fé, a Esperança e a Caridade. Em seguida, começa a segunda parte da escadaria, a dos Cinco Sentidos. O formato é o mesmo, mas desta vez são cinco lances de 104 degraus, seis fontes e 15 estátuas que representam o tato, a audição, o paladar, o olfato e a visão.

No fim desta parte, você vai encontrar a mais bela das fontes do santuário: a das Cinco Chagas. Nela, a água jorra de cinco pontos sobre o brasão de Portugal. É deste ponto que você terá as melhores fotos do escadório! Observe a simetria perfeita desta joia arquitetônica e como o granito dos degraus contrasta com as paredes brancas. Depois, começa a terceira e última parte da descida, mas que já não tem mais nada do elaborado estilo barroco, só longos e íngremes 376 degraus. Ao fim – ou no início, para quem faz o percurso contrário -,  encontra-se o pórtico de entrada/saída e o estacionamento em frente à estação do funicular, de onde poderá pegar o carro ou o ônibus de volta para a cidade. O Santuário do Bom Jesus do Monte abre todos os dias, sendo que o funicular funciona das 9h às 20h no verão, e das 9h às 19h no inverno. A entrada na basílica é gratuita e pode ser feita das 8h às 19h no verão, e das 9h às 18h no inverno. Para maiores informações, consulte o site oficial do santuário.

O que fazer em Portugal - Santuário do Bom Jesus do Monte (Braga)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 10 – Pôr do sol no Rio Tejo (Lisboa)

Há vários pontos pelo país onde você pode ver um belo entardecer, mas o pôr do sol no mítico Rio Tejo é para lá de especial e não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. É claro que você pode encontrar inúmeros pontos ao longo das margens, em Lisboa, para ver o espetáculo da descida do astro-rei nas águas caudalosas e escuras, mas vamos recomendar dois que são estratégicos. O primeiro é o Cais das Colunas, a área do calçadão que fica bem em frente à Praça do Comércio, no coração do centro histórico de Lisboa. O acesso pode ser feito a pé por quem está passeando por outros pontos turísticos próximos ou hospedado na região, ou ainda pela Estação Terreiro do Paço, da linha Azul do metrô. Há uma praia minúscula bem em frente e um píer de pedras à esquerda, onde funciona um bar e é possível sentar, comprar um vinho ou uma cerveja para acompanhar o pôr do sol.

O segundo lugar que indicamos para ver o pôr do sol é Belém, bairro que fica a sete quilômetros do centro. Para chegar até ele, basta ir à Estação Cais do Sodré e embarcar nos trens que partem em direção a Cascais. Os comboios saem a cada 20 ou 30 minutos e a passagem custa 1,30 euros. Você vai desembarcar na Estação Belém, atravessar a avenida e já estará nas margens do Tejo. Primeiro, aprecie o astro-rei pintar de rosa e vermelho o Padrão dos Descobrimentos, um imponente monumento de 52 metros de altura feito todo em pedra branca. As cores mudam de forma impressionante! Depois, caminhe para a sua direita e, em menos de 1 quilômetro, terá chegado à icônica Torre de Belém. Este monumento, que se tornou o principal símbolo e cartão-postal de Lisboa, fica ainda mais lindo ao pôr do sol. Leve pastéis de Belém e uma garrafa de vinho do Porto para fazer um brinde ao espetáculo e às coisas imperdíveis o que fazer em Portugal!

O que fazer em Portugal - Pôr do sol no Tejo (Lisboa)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 11 – Algar de Benagil

O Algar de Benagil é uma caverna em cuja parte superior a ação do tempo abriu um buraco que permite a entrada de luz e que abriga uma praia de areia em seu interior. Um lugar simplesmente fantástico e que não pode ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal nem em sonhos! Elá está localizada na Praia de Benagil, mais uma das belas faixas de areia da extraordinária região do Algarve. Quem não está com um carro alugado tem duas alternativas para visitar o local: uma é reservar um passeio de barco diretamente do balneário de Lagos, a 32 quilômetros de distância. O custo é de 40 euros e o tour leva duas horas (veja mais informações aqui). A segunda opção é ir á Estação Rodoviária de Lagos – Rua Mercado de Levante 9, em frente à marina – e pegar um ônibus local que vá até Lagoa (veja aqui os horários).

De Lagoa ainda é preciso tomar um táxi para percorrer os sete quilômetros de distância até Benagil por cerca de 10 euros. Ufa! Por isso, voltamos a recomendar fortemente que você alugue um carro para passear pelas praias do Algarve (faça sua cotação de aluguel aqui!). Basta setar a Praia de Benagil no GPS e aproveitar a jornada de 45 minutos pela rodovia N125.  Assim que chegar à praia, você deve se dirigir a uma das duas empresas de barco que operam tours para as grutas e marcar o seu – o custo é de 20 euros. Podem haver pouquíssimas vagas para horários próximos, principalmente se você estiver viajando na alta temporada de verão, que vai de junho a agosto. Há tours para quem não quer entrar no mar e para quem quer encarar a água geladíssima e nadar até a parte seca dentro do Algar de Benagil.

O passeio de barco dura cerca de uma hora e vai levar você para admirar paredões de pedra hora dourados, hora brancos, que se erguem muitos metros acima do mar extremamente azul e abrigam grutas gigantescas. Entre elas está o Algar de Benagil, onde o barco para por cerca de cinco minutos para fotos nos passeios ‘secos’ e um pouco mais naqueles em que se entra na água. Para quem tem disposição física, existe ainda a possibilidade de alugar um caiaque na praia e remar até a gruta. Assim, você fica livre de horários e pode admirar esta incrível formação natural pelo tempo que quiser. Nesse, caso, não esqueça de levar apenas câmera à prova d’água! Depois do algar, você pode visitar outras belezas próximas de Benagil. Confira nosso roteiro no Algarve de dois dias.

O que fazer em Portugal - Algar de Benagil

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 12 – Cabo da Roca

O Cabo da Roca é o ponto mais ocidental da Europa, localizado 19 quilômetros a oeste da cidade de Sintra. O penhasco rochoso chega a 140 metros de altura e marca o ponto de encontro da Serra de Sintra com o Oceano Atlântico. No topo, um farol branco e vermelho coroa o cenário magnífico. Uma paisagem que não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer em Portugal! Não é preciso pagar entrada, basta chegar e admirar as deslumbrantes vistas da costa portuguesa que o cabo proporciona. A visitação é livre a qualquer hora do dia, mas, se puder, vá no fim da tarde, já que é possível ver o pôr do sol no mar. Mas vá preparado para o frio, mesmo no verão, pois venta muito forte. A cidade base para visitar o Cabo da Roca é Sintra.

Se estiver dependendo de transporte público para chegar até ele, deve se dirigir à Estação Ferroviária de Sintra e perguntar pela parada do ônibus 403 em direção ao Cabo da Roca. O coletivo passa bem em frente ao terminal e demora 35 minutos para percorrer o trajeto. Cada trecho custa 4,15 euros e a passagem pode ser comparada a bordo. Se estiver com veículo alugado, é só programar o GPS e aproveitar a viagem de pouco mais de 30 minutos. Aliás, alugar um veículo para percorrer todos os pontos turísticos que estão espalhados pela região é uma ótima ideia! Você pode conferir mais sobre isso no nosso roteiro em Sintra de dois dias. E se quiser fazer uma cotação de carro, pode clicar aqui.

O que fazer em Portugal - Cabo da Roca

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 13 – Cidade de Óbidos

Óbidos é uma das pequenas joias medievais do país e não pode nem em sonhos ficar fora da sua lista de o que fazer em Portugal. É impossível não se apaixonar pela vila de casinhas e prédios brancos, flores nas janelas, igrejas antigas, ruazinhas minúsculas e impressionantes muralhas do século XIV. Localizada apenas uma hora ao norte de Lisboa, a cidade está sempre lotada, mas nada tira seu charme histórico. abitada desde antes do Império Romano e tomada dos mouros em 1148, a cidade localizada perto da costa cresceu como um importante porto. E tornou-se mais próspera quando o jovem rei D. Dinis a deu de presente para a esposa, D. Isabel, em 1282. A partir daquele momento, Óbidos passou a pertencer à Casa das Rainhas que, ao longo das várias dinastias, a foram beneficiando e enriquecendo.

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Não existe nenhum segredo para visitar Óbidos, já que o centro histórico – dentro das muralhas – é muito pequeno e não concentra um grande número de atrações. O barato por lá é mesmo curtir o clima de Idade Média, não entrar em pontos turísticos. Nem de mapa você vai precisar! Dê uma espiada no aqueduto que fica no estacionamento da entrada da cidade, depois passe pela Porta da Vila e seu painel de azulejos. Suba nas muralhas e dê a volta completa admirando a cidade de cima. Percorra a rua principal admirando as lojinhas de souvenires, artesanatos, chocolates e bebendo doses de Ginginha, o licor típico de Óbidos. Almoce em um restaurante típico, coma doces portugueses de sobremesa, passe pelo Pelourinho e visite a Igreja de Santa Maria. Continue até o fim da rua e você chegará ao Castelo de Óbidos, que hoje é um hotel e só pode ser admirado pelo lado de fora.

Um gostoso passeio de um dia que pode ser feito como bate-volta de outra cidade ou com pernoite (confira aqui nossa sugestão de hospedagem). Óbidos está localizada no centro de Portugal, na região de Estremadura e Ribatejo, 85 quilômetros ao norte de Lisboa e 170 quilômetros ao sul de Coimbra. Para chegar até a cidade de carro alugado, basta setar a localização no GPS e aproveitar as  excelentes estradas portuguesas. Outra maneira de visitar o vilarejo é contratando um tour que sai de Lisboa – peça informações no seu hotel ou agência. Para conhecer Óbidos por conta própria, mas sem carro, é possível usar o sistema de ônibus intermunicipal ou trens. Coletivos da RodoTejo partem da Estação Campo Grande em Lisboa a cada meia hora a partir das 7h, sendo que o último carro volta 0h30.

A viagem dura 1 hora de viagem e custa 8 euros o trecho. Já os trens partem de diversas estações da capital, mas em meno horários do que os ônibus. A viagem dura cerca de duas horas e meia e custa em torno de 9 euros o trecho. De Porto, a maior cidade turística do norte de Portugal, são entre 3h30 e 6 horas para chegar ao vilarejo, sendo que as passagens custam a partir de 19 euros. De Coimbra saem apenas dois vagões por dia, sendo que a viagem dura três horas e custa 14 euros. Para maiores informações, consulte o site da Comboios de Portugal. Mas atenção, porque a estação ferroviária de Óbidos não fica no centro da cidade, sendo preciso pegar um táxi para chegar até as muralhas. Para saber mais sobre a cidade, confira nosso completíssimo roteiro em Óbidos de um dia!

O que fazer em Portugal - Óbidos

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 14 – Mosteiro da Batalha (Batalha)

Como dissemos lá no começo do post, o Mosteiro da Batalha é uma das duas construções religiosas mais lindas do país, ao lado do Mosteiro do Jerônimos. Não o deixe de fora da sua lista de o que fazer em Portugal, mesmo que você não seja muito fã de arquitetura católica. Isso porque o mosteiro é considerado uma das Sete Maravilhas de Portugal e tombado como Patrimônio Mundial da Unesco. Suas obras prolongaram-se por mais de 150 anos e, mesmo inacabadas, resultaram em um dos mais belos exemplares da arquitetura medieval da Europa. A construção é dominada pelo estilo gótico tardio português, também conhecido como manuelino, e destaca-se pela grandiosidade e riqueza de detalhes. Atualmente, é possível visitar a igreja, dois claustros e dois panteões reais – a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas.

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Logo de cara, o portal principal do mosteiro vai deixar você de queixo caído com seus seis arcos decorados com as figuras dos 12 apóstolos em destaque, acompanhados de dezenas de anjos, mártires, papas e outros personagens do cristianismo. No centro, Deus, de seu trono, convida à entrada. A igreja principal – aberta ao público gratuitamente – é muito simples e desprovida de decoração, mas os 32 metros de altura do teto abobadado impressionam. Na primeira porta à direita você apresenta seu ingresso para visitar a Capela do Fundador, ou Panteão de D. João I. Este magnífico espaço em forma de octógono não estava previsto nos planos iniciais do mosteiro e foi mandado construir para servir como primeiro local específico para sepultamento dos reis de Portugal. A visita ao Mosteiro da Batalha segue pelo outro lado da nave – à esquerda da entrada -, onde você verá uma porta que fica fechada.

Apresentando seu ingresso novamente, você terá acesso aos dois claustros do mosteiro. O primeiro é o Claustro Real, onde se destacam a beleza dos arcos góticos decorados com uma espécie de renda esculpida em pedra, característica da arquitetura manuelina. Do primeiro você passa ao segundo claustro, chamado de Claustro D. Afonso V e que, sendo muito simples, não atrai a atenção do visitante. Por fim, você chega às Capelas Imperfeitas, nome que vem do fato de elas não terem sido terminadas e de não haver sequer um teto sobre o desenho de um octógono. Este é o panteão – ou túmulo – de D. Duarte e da rainha D. Leonor, que jazem lado a lado de mãos dadas em uma das sete capelas funerárias do recinto a céu aberto. Diante deles, ergue-se o magnífico portal manuelino com desenhos tão complexos que é preciso usar uma lanterna para divisar até sua última camada – o que foi feito para dar a ilusão de movimento.

O mosteiro está situado na cidade de Batalha, na região de Estremadura e Ribatejo, centro de Portugal. Você pode chegar até ele de carro alugado, contratando um tour que costuma percorrer a região saindo de Lisboa; ou, ainda, por conta própria. Ônibus da Rede Nacional de Expressos saem de Lisboa (duas horas de viagem a 12 euros); Coimbra (1h45 com parada em Leiria por 13 euros) e Porto (3h30 com parada em Leiria e Coimbra por 17 euros). O mosteiro abre todos os dias da semana das 9h às 18h de 16 de outubro a 31 de março; e das 9h às 18h30 entre 1º de abril e 15 de outubro. Os ingressos custam 6 euros, sendo que existe um ticket combinado para Batalha, Mosteiro de Alcobaça e Convento de Cristo que sai por 15 euros. Para saber em detalhes como visitar o lugar, com mapas, confira nosso texto exclusivo sobre o Mosteiro da Batalha.

O que fazer em Portugal - Mosteiro da Batalha

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 15 – Bairro Alto (Lisboa)

O Bairro Alto é o reduto boêmio de Lisboa e um dos melhores lugares da Europa para curtir uma noite animada ao ar livre. Então, é claro que não poderia ficar de fora da sua lista de o que fazer em Portugal! São ruelas e mais ruelas ladeadas por casarões antigos de fachadas decoradas com azulejo e sacadinhas de ferro fundido onde funcionam dezenas de bares e restaurantes de todos os tipos de bebida e comida. O ponto de partida do bairro é a Escultura de Fernando Pessoa, que fica bem em frente ao famoso Café A Brasileira (Rua Garret, 122). Quase todos os brasileiros que vão a Lisboa querem tirar uma foto com a réplica em bronze do autor. O ‘bububu’ fica mais ou menos entre a Rua da Misericórdia, Rua do Loreto, Rua da Rosa e a Travessa da Queimada.

Você pode tanto sentar dentro de um restaurante para jantar formalmente, nas mesinhas que ficam espalhadas ao ar livre, ou apenas pegar sua bebida e ficar em pé na rua. Ou fazer primeiro um e depois o outro, hehe. O espírito do Bairro Alto é ser um território livre para curtir a noite como quiser, sendo que a modalidade preferida dos portugueses é ir migrando de bar em bar, pegando as mais variadas bebidas, e ficar ao ar livre conversando e se divertindo com os amigos. As opções são infintas, mas vamos dar algumas sugestões de lugares legais. A primeira é o Pub Português, que fica na Rua da Barroca 15. Você encontra boas cervejas e comida no estilo petisco servidas em panelinhas de ferro e que são uma delícia. Bom lugar para jantar é o Primavera do Jerónimo, um minúsculo e delicioso restaurante bem português que fica na mesma Travessa da Espera por onde passamos na noite anterior (número 34).

A cerveja não é das mais geladas, então peça vinho. Para comer, deixamos de sugestão a alheira com ovo e batatas fritas. Outra sugestão para jantar que não é tão típico de Portugal é o Restaurante Cabaças, que oferece um cardápio de carnes que você mesmo cozinha na pedra quente que eles levam para a sua mesa (Rua das Gáveas 8). É tão gostoso que, mesmo no calor escaldante do verão português, vale a pena experimentar. Já um dos lugares mais baratos para beber é o Bar Oitonove, que fica no número 89 da Rua da Barroca. É um local agitado e muito procurado por jovens exatamente pelos seus bons preços. Assim como na maioria dos bares do Alto, o espaço interno é mínimo e nada agradável. A pedida é buscar sua bebida e ficar degustando na rua mesmo, como todo mundo faz. Recomendamos a sangria de espumante. Todas as nossas sugestões ficam a poucos minutos de caminhada umas das outras 😉

O que fazer em Portugal - Bairro Alto (Lisboa)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 16 – Praia da Albandeira

Depois de ler sobre outras praias lindas do Algarve mais acima, você até pode achar que Albandeira é muito bonita, mas mais do mesmo: rochas douradas esculpidas pelo tempo se equilibrando sobre o mar tão azul ou tão verde que chega a doer os olhos. Mas garantimos que Albandeira é especial e merece também esta na sua lista de o que fazer em Portugal. Até porque é difícil cansar de um cenário magnífico como o do Algarve, não é mesmo? A praia está localizada a apenas 10 minutos de carro (2,5 quilômetros) da Praia da Marinha, que já mencionamos antes; 36 quilômetros a leste de Lagos e 60 quilômetros a oeste de Faro. Para quem está de carro alugado, basta setar a praia no GPS e aproveitar as excelentes estradas portuguesas. Mas cuidado com o trecho final do caminho, pois é de apenas uma pista para as duas mãos e exige velocidade moderada e cautela.

Há estacionamento livre no local. Para quem depende de transporte público, o caminho é um pouco mais complicado. Saindo de Lagos, você deve pegar a linha de ônibus que parte da estação rodoviária e que vai até Lagoa (veja aqui os horários). Saindo de Faro, você deve fazer exatamente a mesma coisa, só que vai pegar o ônibus para Lagoa no sentido contrário, já que esta linha vai de Lagos até Faro e vice-versa. Uma vez em Lagoa, a única maneira de chegar a Albandeira é pegando um táxi para cobrir os 8,5 quilômetros restantes. E não esqueça de combinar com o taxista de lhe buscar para a volta, do contrário ficará preso na praia! Em Albandeira, novamente, a grande atração são as belíssimas formações de rocha ao redor da minúscula faixa de areia.  Mas com um ‘plus a mais’!

Seguindo pelas trilhas da direita de quem olha para a praia, você verá um belíssimo e imenso arco de pedra que se ergue sobre o mar muito verde. É de chorar de tão lindo. Você pode vê-lo e fotografá-lo de todos os ângulos e até mesmo andar sobre ele. Mas cuidado poque não há grades de proteção te separando do mar lá embaixo! Um pouco mais adiante, você poderá ter uma privilegiada visão de um algar – ou gruta – de cima para baixo. Depois de muitas fotos e muita beleza, a pedida é relaxar um pouco na beira da praia, que é dividida em duas pequenas baías cercadas por paredões de pedra muito altos. A distância e a dificuldade de transporte ajudam a manter Albandeira longe da superlotação da Marinha, Benagil e outras praias vizinhas. Há um pequeno quiosque no local, onde você pode comprar bebidas e alguns snacks.

O que fazer em Portugal - Praia da Albandeira

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 17 – Sé de Évora

A imponente Sé de Évora é nada mais, nada menos, do que a maior catedral do país. Então, não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer em Portugal, mesmo com tantas igrejas para se conhecer nas religiosas terras lusitanas. Seu nome oficial é Basílica Sé de Nossa Senhora da Assunção e foi consagrada em 1204. Erguido em granito, este templo impressionante mistura os estilos românico e gótico e lembra mais um castelo do que uma igreja. Já de cara, no portal de entrada, você vai se impressionar com as estátuas dos apóstolos, do século XIV. Por dentro, destaca-se a nave principal, com com cerca de 80 metros de comprimento.

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Não perca ainda a vista panorâmica do telhado, de onde se pode acompanhar de perto o conjunto de sinos dando as horas na torre sul e ainda ter uma vista panorâmica da cidade. O claustro, de 1325, também é uma beleza.  A catedral abre para visitação todos os dias, das 9h às 17h. A entrada na igreja custa 2 euros, igreja +  claustro são 2,50 euros e igreja + claustro + vista panorâmica, 3,50 euros. A Sé fico bem no topo do centro histórico de Évora, que é relativamente pequeno e pode ser todo percorrido a pé. A Praça do Giraldo, coração da cidade, está a apenas 5 minutos de caminhada da igreja, sendo que o Templo Romano fica logo ao lado dela.

O que fazer em Portugal - Sé de Évora

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 18 – Boca do Inferno (Cascais)

A Boca do Inferno é um gigantesco buraco cavado em meio aos paredões de pedra que se erguem na costa oeste do balneário de Cascais. Se o mar estiver agitado, vai se lançar contra os penhascos fazendo um barulho enorme e jogando água por todos os lados. Se estiver calmo, ainda é uma vista sensacional. Compre uma garrafa de vinho português e espere para admirar o pôr do sol no Oceano Atlântico. É um visual arrebatador e que não pode ficar de fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Depois, se a fome bater, é só escolher um dos restaurantes ou bares ao redor das rochas para fazer a refeição noturna. Tem menu completo em restaurante com vista para o mar e preço de acordo, e tem o bom e velho café que serve cerveja, sandes, pregos e toda sorte de lanche português que cabe em qualquer bolso.

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Se você não estiver visitando Cascais durante sua viagem por Portugal, pode usar tanto Lisboa quanto Sintra como ponto de partida para ir à Boca do Inferno. De Lisboa, os trens partem a cada 20 ou 30 minutos da Estação Cais do Sodré. Cascais é o fim da linha, a viagem leva 40 minutos e a passagem custa 2,25 euros. Da estação de Cascais até a Boca do Inferno são 25 minutos de caminhada. Também é possível sair para a avenida em frente à estação – a Dom Pedro I – e procurar pelo coletivo 427 em direção à Boca do Inferno. De Sintra, é preciso pegar o ônibus número 417, que sai da estação de trem, em direção ao Terminal de Cascais. A viagem custará 5,15 euros e demora cerca de 45 minutos. O desembarque é no mesmo local de quem vem de Lisboa, então as opções para ir à Boca do Inferno são as mesmas. Quem estiver com um veículo alugado pode só setar o GPS e aproveitar a viagem de 33 quilômetros desde Lisboa, ou 20 desde Sintra.

O que fazer em Portugal - Boca do Inferno (Cascais)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 19 – Cidade de Monsaraz

A vila de Monsaraz é uma minúscula cidade medieval fortificada incrivelmente preservada e que ainda vigia a fronteira entre Portugal e a Espanha às margens do Rio Guadiana. Uma pequena joia branca localizada no extremo leste da região do Alentejo e que não poderia ficar de fora da sua lista de o que fazer em Portugal. Adentre pela simples mas imponente Porta da Vila, em forma de arco gótico e protegida por dois torreões. Passe pela fonte e siga acompanhando as muralhas pela via à sua direita. Existem apenas duas ruas que cortam toda o vilarejo, então não há como errar, hehe. Caminhe devagar pela ruela estreita e delicie-se com as casinhas baixas caiadas de branco e adornadas com brasões, construídas nos séculos XVII e XVIII. Namore as lojinhas que vendem o colorido artesanato alentejano e o vinho da região – o Reserva Monsaraz.

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Em poucos minutos de caminhada, você chegará ao castelo, que é na verdade apenas um torreão. Construído por D. Dinis no século XIV, passou a servir como uma espécie de praça de touros onde, anualmente, é celebrada uma tradicional tourada em honra de Nosso Senhor Jesus dos Passos. Não é preciso pagar nada para entrar no castelo e, do alto dos seus muros, descortinam-se vistas deslumbrantes dos campos e da Barragem de Alqueva, o maior lago artificial da Europa. Depois disso, siga pela rua central da vila até vislumbrar a Igreja Matriz – do século XVI – e seu Pelourinho em mármore branco. No fim da via, você terá chegado de volta à porta por onde entrou. Uma visita completa não demora mais do que duas horas. Para encerrar o passeio dentro da cidade murada, escolha um restaurante para desfrutar da sensacional culinária do Alentejo.

Depois do almoço, siga a pé ou de carro até o Cromeleque do Xerez, um círculo de pedras erguido entre o 4º e o 3º milênio AC que fica a dois quilômetros da vila. Este monumento megalítico é composto por 50 menires de granito de até 1,50 metros e um menir central de 4 metros. O vilarejo fica 54 quilômetros a leste de Évora e, se você está com um veículo alugado, é só setar o GPS e aproveitar as excelentes estradas portuguesas. Para quem não vai viajar com automóvel, há tours de um dia que saem de Évora e vão até Monsaraz e outras atrações locais, como Reguengos de Monsaraz, São Pedro do Corval e Mourão. Consulte seu hotel sobre passeios do tipo ou sobre a possibilidade de um transfer particular ou conjunto com outros turistas que queiram visitar a cidade.

Para quem precisa chegar a Monsaraz via transporte público, a primeira opção é pegar um ônibus intermunicipal de Évora até Reguengos de Monsaraz e, de lá, tomar um táxi para percorrer os 15 quilômetros de distância restantes. Os coletivos da Rede Nacional de Expressos saem duas vezes por dia em cada direção e percorrem o trajeto em 35 minutos por 6 euros o trecho. O mesmo vale para quem parte de Lisboa, mas com uma viagem de 2h25 de duração e ao custo de 12,80 euros o trecho. Passagens e mais informações podem ser consultadas do site da Renex. Há ainda um ônibus local da linha 8102 que sai do terminal rodoviário de Évora e chega a Reguengos uma hora depois, com direito a algumas paradas. Veja os horários no site da empresa Rodoviária do Alentejo. Para saber em detalhes como visitar a cidade, com mapas, confira nosso texto exclusivo sobre Monsaraz.

O que fazer em Portugal - Monsaraz

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar


O que fazer em Portugal 20 – Torre de Belém (Lisboa)

A Torre de Belém é sem sombra de dúvida o principal símbolo da cidade de Lisboa e cartão-postal do turismo em terras lusitanas. Ficar de fora da sua lista de o que fazer em Portugal não é uma opção. Seria como ir a Roma e não ver o papa. A Torre de Belém foi construída estrategicamente na margem norte do Rio Tejo para a defesa de Lisboa. Erguida entre 1514 e 1520, é outra das jóias arquitetônicas do reinado de Dom Manuel I. Do lado de fora, os destaques são as sacadas trabalhadas, as torres de vigia em estilo mourisco e as ameias em forma de escudo. Do lado de dentro, ela é menor e menos impressionante do que seu exterior promete. Destaque para a estátua de Nossa Senhora do Bom Retorno, no pátio, e para as vistas que se descortinam do terraço da torre. O monumento está localizado no bairro de Belém, a sete quilômetros do centro de Lisboa.

Para chegar até ele, basta ir à Estação Cais do Sodré e embarcar nos trens que partem em direção a Cascais. Os comboios saem a cada 20 ou 30 minutos e a passagem custa 1,30 euros. Você vai desembarcar na Estação Belém, que fica quase à beira do Rio Tejo e pegar o calçadão que percorre a margem em direção à sua direita. Você vai passar pelo Padrão do Descobrimento e caminhar por mais cerca de 15 minutos (1 quilômetro) até a torre. Mas não vá direto para a fila na entrada do monumento, que costuma ser enooooooorme. Vá para a grande área verde na sua direita e procure pelo quiosque que vende ingressos. Costuma estar vazio e o preço do ticket é o mesmo: 6 euros. A Torre de Belém abre para visitação de terça a domingo, das 10h às 17h30 entre outubro e abril, e das 10h às 18h30 entre maio e setembro. Para mais informações, consulte o site oficial do monumento.

O que fazer em Portugal - Torre de Belém (Lisboa)

Foto: Ticiana Giehl e Marquinhos Pereira/Escolha Viajar

*** O Escolha Viajar esteve em Portugal em setembro/outubro de 2017 ***

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2 comentários

Rosangela Aparecida Veiga Naka 29 de novembro de 2019 - 11:30

Ola . Voce faz roteiro personalizado. Estou programando uma viagem a portugal.

Responder
Escolha Viajar 30 de novembro de 2019 - 12:14

Olá, Rosangela!
Não, infelizmente nós não trabalhamos com roteiros personalizados. Todas as nossas dicas sobre Portugal estão neste texto: https://www.escolhaviajar.com/portugal/.
Um abraço,
Tici&Marquinhos

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